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2.246 fetos são encontrados na casa de médico após sua morte

POR Renata G Pereira    EM Curiosidades      20/09/19 às 18h30

As autoridades americanas acharam 2.246 fetos humanos, na casa do médico Ulrich Klopfer. Ele vivia em Will County, no estado de Illinois, nos Estados Unidos. O médico faleceu no último dia 3 de setembro, e os restos fetais foram encontrados, pelo advogado da família, Kevin Bolger. Isso, quando ele visitava a propriedade do médico para uma vistoria.

A família do médico está cooperando totalmente com as investigações. Aparentemente, os procedimentos médicos não foram realizados na propriedade de Klopfer. Além disso, não era de conhecimento de ninguém tal prática. Porém, o xerife local não dispensa essa hipótese. Ademais, há a possibilidade de que o médico realizasse abortos ilegaism, em sua residência.

Ao que se apurou, Klopfer realizava abortos em três cidades do condado: South Bend, Gary e Fort Wayne.

Ulrich Klopfer

Ulrich Klopfer morreu aos 75 anos. Ele trabalhou, por mais de 40 anos, fazendo abortos no estado de Indiana. Era considerado como referência e era muito prolífico em sua profissão. Lembrando que a prática de aborto, em Indiana, é permitida desde 1973. Em suma, estima-se que Klopfer encerrou mais de 30.000 gestações, durante sua carreira.

A licença médica de Klopfer foi suspensa em 2015, por irregularidades no exercício de sua profissão. Surpreendentemente, uma delas, por não relatar um aborto feito, por ele, em uma menina de 13 anos.

No mesmo ano, a clínica, em que trabalhava, foi fechada. Em síntese, o motivo foi uma queixa, feita pelo departamento de saúde de Indiana, contra a instituição. E na queixa, alegava-se que a clínica não possuía um registro de pacientes. Consequentemente, não possuía suas políticas sobre aborto, ou medicamentos. Do mesmo modo, não havia um órgão para determinar essas políticas.

Entenda a história

Ainda não se sabe, ao certo, o motivo, ou a razão, pela qual Klopfer guardou os 2246 fetos, em várias idades gestacionais, na garagem de sua casa. A esposa de Klopfer diz que não sabia que o marido guardava os fetos. Do mesmo modo, ela afirmou que não faz ideia de quanto tempo estavam lá.

Os corpos dos bebês estavam preservados, e foram removidos por médicos legistas do condado. Posteriormente, agendou-se uma apuração, que será feita para saber se os fetos foram transportados, entre os estados, de forma ilegal.

As investigações estão sendo realizadas pela promotoria de Indiana, em parceria com a de Illinois.

Jackie Walorski, representante republicana, discursou sobre sua indignação diante do fato ocorrido. Ela afirmou que esse descuido, com os restos fetais, é ultrajante e uma falta de ética. Especialmente, por parte de Klopfer.

Há uma lei em Indiana que exige o enterro ou a cremação de restos fetais, após abortos no estado.

Aparentemente, Klopfer não foi o único praticante de aborto a gostar de manter os troféus de seu trabalho. Há alguns anos, Kermit Gosnell, conhecido como o assassino de bebês, também manteve cadáveres fetais em jarros, mantidos em sua clínica na Filadélfia. Isso, antes de ser condenado, em 2013, diante três acusações de assassinato por cortar a medula espinhal de bebês nascidos vivos.

Klopfer não é considerado um assassino, mas seus padrões éticos não são considerados muito altos.

"A terrível descoberta desses restos fetais, originários de abortos, achados na casa de um médico, falecido em Illinois, choca a consciência de todos", declarou o promotor-geral de Indiana, o republicano Curtis Hill, em um comunicado.

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Renata G Pereira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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