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5 argumentos que provam que a Arlequina é o quarto pilar da DC Comics

POR Lucas Franco    EM Fatos Nerd      07/12/16 às 15h14
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Arlequina pode ser uma das personagens mais queridas do Universo Batman (e de todo o Universo DC, para falar a verdade), mas é uma das mais recentes. Enquanto nomes como Batman, Robin, Mulher-Gato e Coringa existem desde a década de 1940 e já tiveram dezenas de versões, a Arlequina foi criada há pouco mais de 20 anos, em 1992.

Ela é emocional, ferozmente leal àqueles que ama (como a Hera Venenosa e, lamentavelmente, o Coringa), impulsiva e muito insana (muito mesmo). Quando a personagem já estava quase esquecida, a Warner Bros. Interactive Entertainment e o Rocksteady Studios resolveram trazê-la de volta em 2009 no game Batman: Arkham Asylum, que colocou a personagem em um uniforme de enfermeira sexy em vez da tradicional roupa rubro-negra. Foi só o começo de uma verdadeira ascensão, cujo ápice foi a escalação da atriz Margot Robbie para o papel da personagem no filme do Esquadrão Suicida, que foi um verdadeiro sucesso de bilheteria.

O sucesso foi tanto que Jim Lee, copublisher da DC Comics, classificou a vilã como o quarto pilar da editora, atrás apenas de Batman, Superman e Mulher Maravilha. Imagine só, uma personagem com pouco mais de 20 anos de idade rendendo mais que heróis consagrados como Lanterna Verde, Flash e Arqueiro Verde. Alguns fãs ficaram revoltados com a comparação, afirmando que a Arlequina não passa de uma modinha passageira. Bom, os números mostram o contrário, e a Fatos Nerd veio provar que sim, a Arlequina chegou para ficar. E isso só tem a crescer.

5 - Sucesso de Vendas

A Arlequina se juntou ao Esquadrão Suicida em 2011, e desde então tem ganhado  mais importância nas histórias em quadrinhos da DC Comics. Durante toda a fase do Novos 52 ela se destacou, fato que a levou até o filme do Esquadrão Suicida com tamanha relevância. O sucesso foi tanto que, no início do segundo semestre deste ano, a vilã liderou o ranking das Histórias em quadrinhos mais vendidas do Estados Unidos (ela também ocupou a oitava posição). Isto mesmo, ninguém da DC Comics ou da Marvel foi capaz de ultrapassar a palhacinha. Este ranking também evidenciou o sucesso da nova fase da DC Comics, o Rebirth, que ocupou nove lugares no TOP 10.

4 - Número de revistas

Quantos heróis podem se gabar de ter dois títulos solo em lançamento? A Mulher-Maravilha, por exemplo, não pode. A Arlequina, além dos dois títulos solo (Harley Quinn e Harley's Little Black Book), ainda tem destaque em outros dois: Esquadrão Suicida e Liga da Justiça Vs. Esquadrão Suicida. Nem é preciso dizer que este é mais um reflexo da popularidade da personagem. E ela está sempre nas capas!

3 - Sucesso no cinema

Apesar da bilheteria expressiva, Esquadrão Suicida não foi exatamente um sucesso de crítica. Considerado um filme mal montado e de roteiro forçado, ele definitivamente não agradou a todos. Ainda assim, existe uma unanimidade quanto a um ponto: Margot Robbie como Arlequina foi uma das melhores surpresas do ano. A personagem caiu como uma luva para a atriz, que soube como trazer a vilã dos quadrinhos direto para as telonas. Não há como negar: se alguns anos apenas alguns conhecessem a personagem, hoje não tem uma pessoa que não saiba quem ela é. É um verdadeiro sucesso.

2 - Filmes solo

Em setembro deste ano foi anunciado que a Arlequina teria seu próprio filme. A notícia não pegou ninguém de surpresa, especialmente depois do que foi relatado no item anterior. Margot Robbie, além de voltar para o papel, vai atuar como produtora executiva. Se ela já está assim agora, imagina depois que tiver um filme só para ela? Os rumores indicam que, além da relação com o Coringa, a trama deve conter também a Hera Venenosa. Quem lê os quadrinhos sabe o que isso significa ( ?° ?? ?°)

1 - Relações com outros personagens

A primeira aparição da Arlequina, ao contrário do que normalmente acontece, não foi nas HQs, e sim na série animada do Batman, em 1992. No episódio de estreia da personagem, o Coringa, em mais um de seus planos insanos para capturar o Batman, armou um esquema no qual ele deveria se vestir de mulher e saltar para fora de um bolo. Os responsáveis pelo roteiro, no entanto, pensaram melhor, e decidiram que seria melhor fazer uma personagem apenas para servir como uma versão feminina do vilão.

Além da excelente relação com o Palhaço do Crime, construída em cima de muito ódio, loucura e algumas pitadas de amor doentio, a Arlequina interage muito bem com outros personagens consagrados da DC Comics, como o próprio Batman, Amanda Waller, Hera Venenosa e as Aves de Rapina. Resta saber se tudo será bem trabalhado nos filmes.

 


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