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5 coisas aparentemente insignificantes que fazem as pessoas gostarem de você

POR Mateus Graff    EM Entretenimento      26/05/17 às 15h25

Claro que se você seguir a "receita" dessa matéria você não vai conseguir fazer com que todo mundo goste de você, isso depende de vários e vários fatores e não acontece de um dia para o outro. O fato é que essas coisas que vamos citar nessa matéria podem muito bem ajudar a fazer com que as pessoas gostem de vocês, são coisas que as vezes vocês já até fazem e não percebem, como pedir desculpas mesmo quando você não tem culpa.

Bom, nós trouxemos para vocês, queridos leitores, alguns estudos que mostram experimentos feitos com pessoas e que conseguiram tirar conclusões um tanto curiosas. Então, confiram agora a nossa matéria com as 5 coisas aparentemente insignificantes que fazem as pessoas gostarem de você:

1 - Se você for homem, parta o cabelo para esquerda, se for mulher, para direita

Mas como assim o lado que você parte o cabelo pode te ajudar? A ciência diz que isso é possível. vamos tomar como exemplo homens de sucesso, como Brad Pitt ou John F Kennedy, por exemplo. Busque imagens desses homens, vocês vão ver eles tem muito mais fotos com o cabelo dividido para a esquerda.

John e Catherine Walter, físico nuclear e antropólogo cultural, decidiram investigar, e a pesquisa deles diz que, basicamente, a forma como o cabelo de uma pessoa é partido tem um efeito direto sobre os pressupostos dos outros sobre a sua personalidade.

Como vemos a maioria dos homens partindo o cabelo para a esquerda, isso fica visto como masculino e assertivo. Caso um homem parta o cabelo para outro lado, ele pode ser considerado como mais sensível ou afeminado. Mas por outro lado, as mulheres tradicionalmente partem o cabelo do lado direito, e quando partem para a direita, como no caso de Margaret Thatcher e Hillary Clinton, elas são notadas como poderosas e masculinas. Os especialistas que estudaram o caso creem que dividir o cabelo para um lado inesperado pode criar um vago desconforto nas outras pessoas.

Outro exemplo que podemos citar, é o Super-Homem, que parte o cabelo para a esquerda, mas quando se torna Clark Kent parte para a direita. Bom, isso pode parecer um tanto ridículo, né!? Mas quem está dizendo não somos nós, mas sim os estudiosos.

2 - Raspar o cabelo

Você que está começando a ficar calvo, sabia que segundo a ciência a melhor escolha pode ser assumir de vez a calvície? Segundo um estudo da Universidade da Pensilvânia, ao comparar os traços de personalidade percebidos de homens de aparência semelhante, a grande diferença era o cabelo, um calvo outro não. Os carecas foram consistentes e classificados como mais autoritários, influentes e poderosos.

Já em um segundo teste realizado, os participantes viram fotos adulteradas do mesmo homem, uma versão careca e outra com cabelo. A foto do homem careca foi considerada mais viril, mais alto e 13% mais forte. Já o terceiro teste, ler descrições escritas dos homens foi o suficiente para os participantes avaliarem os carecas como mais masculinos, dominantes, fortes e com mais potencial de liderança.

Mas e aí, você acredita que os homens carecas podem ser mais poderosos e influentes? No estudo, enquanto os homens com cabelos erma considerados apenas moderadamente menos desejáveis do que os carecas, os quase calvos foram percebidos como mais velhos e menos atraentes. O que podemos concluir é que não pode ser meio termo, ou você é cabeludo ou você é careca.

3 - Esconder o ateísmo, até mesmo dos outros ateus

Bom, em geral, pesquisas tem mostrado que da metade dos americanos nunca votaria em um candidato a presidência que fosse ateu. Além disso, ninguém quer que o seu filho se case com um ateu. A Universidade de British Columbia, questionou isso, e acabou descobrindo que tudo se resume ao fato de que as pessoas não confiam em ateus.

Em um teste, pesquisadores apresentaram uma situação repreensível: uma pessoa que bateu em um carro estacionado e, em seguida, saiu sem deixar sequer um telefone de contato. Os participantes foram convidados a escolher a probabilidade de que esse infrator fosse "cristão, muçulmano, estuprador ou ateu", e, apesar de uma das opções ser claramente diferente das outras, os ateus foram tão escolhidos tanto quanto os estupradores como os prováveis "babacas" que bateram no outro carro.

Outro estudo mostra participantes que não estariam dispostos a contratar um ateu para um trabalho de confiança. Uma boa explicação é que todos os participantes podem ser religiosos, e que estão discriminando os que pensam de forma diferente. O interessante é que mesmo as pessoas que se identificaram como não crentes eram mais propensas a confiar nos crentes, ou seja, até mesmo os outros ateus não confiavam nos outros ateus.

Mas e você, confiariam em um ateu para um trabalho de confiança ou acha que a crença dele poderia influenciar?

4 - Se você for homem não sorria, se você for mulher sorria

Mas como assim, um sorriso não é sempre bem vindo? Para a ciência as coisas não são bem assim. Estudos realizados por pesquisadores da Universidade de British Columbia, descobriram o oposto sobre o sorriso. Mulheres avaliaram fotos do mesmo homem em uma variedade de poses, uma feliz, outro orgulhoso, um neutro e outro envergonhado. A maioria delas considerou o homem feliz como o menos atraente. Os que tinham cara fechada foram os mais bem votados.

No mesmo estudo, eles também constataram que os resultados foram contrários para as mulheres, pois os homens classificaram as mulheres felizes como mais atraentes, e as orgulhosas como menos atraentes. Bom, pelo que parece, homens preferem mulheres que sorriem, e elas preferem homens sérios.

5 - Peça desculpa por tudo, mesmo que você não tenha culpa

Sabe aquela pessoa que pede desculpa por atrasar no trânsito ou simplesmente por ter chamado você pra sair num dia de chuva? Pois é, segundo um estudo da Universidade de Harvard, os especialistas mandaram participantes a uma estação de trem lotada durante um dilúvio e os encarregou de pedir para usar o celular de estranhos. Todos os participantes do experimento foram instruídos a pedir a um estranho para usar o celular ou pedir desculpa por causa do mau tempo e depois pedir o telefone.

Quando as pessoas ouviam apenas o pedido, elas atendiam o pedido mas também empurravam o participante. Depois de ouvir o pedido de desculpas supérfluo, por outro lado, eles sentiram uma vontade de ajudar um possível ladrão. Os experimentos revelaram que a desculpa desnecessária aumenta os níveis de confiança das pessoas, mesmo que isso seja meio desonesto, uma vez que você está recebendo simpatia pela admissão de um erro que você não fez.

E aí, vocês concordam com todas essas teorias? Comentem!

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Mateus Graff
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