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5 táticas preguiçosas que as grandes empresas usam

POR Arthur Porto    EM Curiosidades      12/02/20 às 18h47
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Não é segredo que grandes empresas utilizam esquemas antiéticos para conquistar um lugar de destaque no mercado. Afinal, ao que parece, é preciso agir de maneira errônea para driblar o sistema e conseguir consagrar-se. Inúmeras empresas adotam tal filosofia, e sem medo.

É verdade. Não estamos julgando, estamos apenas apresentando fatos. Ao longo da história, inúmeras empresas foram punidas por praticar golpes bizarros e cruéis. Aqui, selecionamos alguns. Assim, você nem precisa pesquisar sobre o tema.

Confira, agora, os golpes mais infames utilizados por grandes empresas. Ah, não vale odiá-las depois disso. O mercado é competitivo e cada um joga com as armas que tem.

1 - Uber

Em 2014, a Uber recebeu inúmeras reclamações sobre motoristas, que agrediram passageiros. E o que a empresa fez? Basicamente, a Uber informou aos clientes que iria monitorar "certos" passageiros por uma bagatela de US$ 1, tornando, assim, as viagens ainda mais seguras. Com essa estratégia, a Uber, em dois anos, arrecadou cerca de US$ 500 milhões. Inteligente? Calma, ainda não acabou. O valor de US$ 1 foi designada para apenas uma região dos Estados Unidos. Ou seja, em outras localidades, esse valor mudava.

Mas, afinal, onde está o problema. Diante do nosso nariz. A Uber não monitorava as viagens. Portanto, em 2016, quando descobriram que a estratégia era, digamos, falsa, a empresa acabou sendo condenada na justiça. Teve, portanto, que devolver o dinheiro.

2 - GrubHub

Já ouviu falar do aplicativo "GrubHub"? Trata-se de um serviço grátis que simplifica pedidos para viagem e entregas em domicílio, uma espécie de Facebook dos restaurantes. É, basicamente, uma das empresas mais famosas dos Estados Unidos que atua no ramo do delivery. Mesmo, assim, a empresa, em um determinado momento de sua história, decidiu burlar o sistema. Como? Cobrando por um marketing que não oferecia.

O esquema funcionava assim: você queria pedir uma comida, mas utilizava um outro aplicativo para isso. A comida, então, chegava tranquilamente em sua casa. E quem ganhava com o serviço era o GrubHub e nao o aplicativo que você utilizou para realizar o pedido. E como isso é possível? O GrubHub criava perfis falsos. Mais de 23.000 pedidos foram feitos nesse esquema.

3 - Facebook

Não, o Facebook não! Sim, infelizmente sim. E sabe o que é pior? As vítimas, aqui, eram crianças. Particularmente, a jogada do Facebook foi sensacional, devo admitir. Vamos lá. Sabe aqueles pais que colocam os filhos na frente do computador apenas para ter um minuto de paz? Pois é. O Facebook observou isso e aproveitou a situação para ganhar uma graninha extra. Muitos dos jogos oferecem inúmeras possibilidades, porém, muitas são pagas. Obviamente, você pode usufruir da versão gratuita, mas caso queira aproveitar outros serviços, é preciso pagar. Os pais, então, pagavam por esses serviços.

O problema é que, após o primeiro uso, os dados do cartão ficavam registrados. Então, quando as crianças queriam utilizar um certo serviço em umas das partidas de determinados jogos, e esse serviço era pago, bastava dar apenas um ok na notificação que aparece informando sobre a cobrança. Imagina quantas crianças não clicaram em ok…

4 - Google

O Google também é uma das empresas que sempre encontrou um caminho diferente para obter lucros. O caso mais recente envolve o Google Shopping, que começou como uma ferramenta para comparar preços de um determinado produto que é vendido por diferentes varejistas. Depois que a ferramenta ganhou popularidade, o Google, secretamente, colocou o Google Shopping no topo de resultados de pesquisa, eliminando, assim, outros sites que oferece o serviço de comparação de preços. Além disso, depois que o Google Shopping dominou o mercado, o Google anunciou que os varejistas teriam que pagar para aparecer na ferramenta.

5 - Amazon

A Amazon sempre vendeu inúmeros tipos de artigo. Para expandir ainda mais as vendas, a empresa inaugurou nos Estados Unidos, por exemplo, algumas lojas físicas. As que funcionam hoje, obviamente, possuem licenças. Porém, em determinadas regiões, você encontra apenas uma loja da Amazon. E por quê? Basicamente, porque a empresa teve permissão de construir apenas uma loja física. Como, então, ampliar a rede de lojas? Criando lojas falsas. Isso mesmo. O Amazon criou lojas físicas com outros nomes, para vender os mesmos produtos.


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Arthur Porto
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