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7 casos extremos de auto-experiências assustadoras

POR Diogo Quiareli    EM Ciência e Tecnologia      25/11/19 às 14h45

Para obtermos o resultado de uma coisa nova, que nunca vimos ou fizemos, é preciso arriscar em um teste, um experimento. É assim que a ciência funciona, por exemplo. Os estudos progridem a partir de teorias e experimentações. Esses experimentos, muitas vezes, precisam ser feitos em seres humanos. Sendo assim, quando necessário, os estudiosos buscam por voluntários. Eles fazem isso com garra, chegando a oferecer dinheiro em troca do corpo ou alguma amostra humana. Quando não conseguem, em nome da ciência, o cientista se usa como sujeito para os testes. Foram graças a esses processos que evoluímos e chegamos onde estamos. No entanto, existem casos de auto-experiências bizarras.

E foi pensando um pouco mais sobre isso, que resolvemos trazer essa matéria. A redação da Fatos Desconhecidos buscou e listou para você, caro leitor, alguns casos extremos de auto-experiências extremamente assustadoras. Esses variam e podem ser de vários tipos. Se você souber de algum, que não listamos aqui, manda pra gente nos comentários aí embaixo. Aproveite para compartilhar com seus amigos e, sem mais delongas, confira conosco a seguir e surpreenda-se.

Casos bizarros de auto-experiências

1 - Dor

A dor é algo bastante complicado de quantificar. Todos nós conhecemos pessoas capazes de lidar com um membro cortado sem reclamar. Enquanto isso, várias pessoas choram por horas e sentem uma dor além do normal. Uma forma de calcular a escala de dor, é o indivíduo experimentar uma série de estímulos dolorosos, e assim, os comparar entre si. Foi dessa maneira, que Justin Schmidt fez para comparar dores causadas por diversas picadas de invertebrados. Ele classifica a dor de 0 a 4. A picada de uma vespa foi descrita como "dor imediata e de nível 4", por exemplo.

2 - Cólera

Max von Pettenkofer era um grande médico alemão, no século XIX, sendo visto como o fundador da higiene. A cólera era uma das doenças mais preocupantes da sua época, causando mortes por extrema perda de líquidos em episódios de diarreias. Sabemos que a mesma é causada por um germe e que se espalha por contaminação fecal. Pettenkofer acreditava que a cólera era o resultado de uma mistura de condições e que não apenas era transmitida através dos germes. Sendo assim, para provar sua teoria, ele bebeu uma amostra de germes puros, o que não o levou a morte.

3 - Alimentação

Todos sabemos que o ser humano precisa comer para sobreviver. A forma, com que o corpo reage, era um segredo até o início do século XVII. Sanctorius, um médico da época, decidiu pesar tudo o que comia, o seu corpo e o que excretava. Isso durou mais de 30 anos. Essas experiências permitiram que ele calculasse que, a cada 3 quilos de comida que ele comia, permanecia apenas 1 quilo. De forma clara, alguns estavam sendo perdidos. Ele passou três décadas anos pesando suas fezes e urina e esse foi um teste bizarro.

4 - Estimulação elétrica

Diversos cientistas tentam entender o papel da eletricidade na vida humana. Johann Wilhelm Ritter, que descobriu a luz ultravioleta, foi um desses. Suas experiências, com "eletricidade animal", fizeram com que ele testasse efeitos em cadáveres humanos e até no seu próprio corpo. Ele aplicou em várias partes do seu corpo e registrou os resultados. A reação mais extrema que ele encontrou foi quando usou sua bateria em seus órgãos genitais e alcançou o orgasmo. Ele então repetia a experiência sem parar.

5 - Mundo invertido

George Stratton decidiu testar como a mente se adapta às mudanças, em sua percepção de visão. Ao usar óculos especiais, ele inverteu sua visão, subindo e descendo os olhos. No começo, começou a sentir enjoo, mas depois de um tempo, passou a entender o mundo daquela maneira. Ao tirar os óculos, depois de um tempo, acreditava que a visão normal era invertida. Ele provou que o cérebro de adapta às mudanças na percepção, em comparação à realidade.

6 - Sensação de suspensão

Nicolae Minovici era um homem que se perguntava muito sobre o enforcamento. Para muitos, a resposta é óbvia: não é uma boa sensação. Para descobrir isso, ele decidiu se enforcar. Fez isso várias vezes, com diversos tipos de cordas. Após cada experimento, a dor permanecia por semanas. Essa foi sua forma de acabar com uma curiosidade e, é claro, de viver a ciência de forma bastante bizarra.

7 - Úlceras estomacais

Úlceras não são tão levadas a sério, embora possam causar a morte de uma pessoa. Isso porque ela pode causar sangramento e levar à infecções. Diversos cientistas ficam intrigados com isso. Barry Marshall e Robin Warren são dois deles. A dupla descobriu que as pessoas que sofrem disso carregam a bactéria Helicobacter pylori no estômago. Após verificar o próprio estômago, Marshall decidiu tomar uma placa de Petri das bactérias. Ele logo desenvolveu gastrite, mas conseguiu se curar com os antibióticos. Por esse motivo, ganhou o Nobel de 2005.

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Via   Listverse  
Diogo Quiareli
Geminiano, 25 anos, goiano.
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