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7 casos inacreditáveis de combustão humana espontânea

POR Fatos Desconhecidos (Acervo)    EM Ciência e Tecnologia      09/07/15 às 18h46

A combustão humana espontânea é um fenômeno que intriga muita gente. O primeiro caso foi registrado em Paris no ano de 1663, quando o físico dinamarquês Tomas Bartholin descreveu o caso de uma mulher que teria ardido em chamas e fumaça.

O mais estranho é que de acordo com o físico, a cama de palha em que ela estava permaneceu intacta, mas esta não foi a única vez em que uma pessoa virou cinzas sem causa externa aparente. Outras pessoas também foram vítimas desse fenômeno bizarro.

Cerca de 200 casos conhecidos são bem parecidos. O corpo é incinerado completamente, no entanto as áreas ao redor do corpo quase não são afetadas. Apenas o chão embaixo da pessoa e o teto na região acima dela apresentam alterações. Além disso o torso é a parte mais queimada e, claro, não existiam evidência de que outra coisa tenha causado o fogo.

1. Robert Bailey (1967)

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Nos anos 60 um passageiro de um ônibus em Londres viu chamas azuis na janela de um apartamento e achou que fosse um jato de gás.

Logo ele chamou o corpo de bombeiros, que descobriram que na verdade um morador de rua chamado Robert Bailey havia morrido nas escadarias do prédio.

De acordo com os relatos de um bombeiro, chamas azuis estavam vindo de uma fenda no abdome de Bailey, que ainda estava vivo quando começou a queimar.

2. Michael Faherty (2010)

lareira
Outro caso surpreendente aconteceu na Irlanda, quando Michael Faherty, de 76 anos, foi encontrado morto, com a cabeça perto da lareira, em sua sala. Apenas o teto acima de sua cabeça e o chão logo abaixo, além do corpo, estavam incinerados.

De acordo com a polícia, a lareira dificilmente seria a causa do incêndio. O coronel que cuidou do caso afirmou: "esse fogo foi investigado e eu fico com a conclusão de que isso entra na categoria de combustões humanas espontâneas, para a qual não há explicação adequada". No entanto, outras pessoas acreditam que as cinzas do fogo tenham sido responsáveis.

3. Jeannie Saffin (1982)

mulher
Nos casos de combustão espontânea, geralmente as vítimas estão sozinhas. No entanto, há um caso de combustão espontânea em que uma testemunha esteve presente.

Jeannie Saffin, uma mulher de 61 anos, estava sentada em casa com o pai, de 82 anos, em Londres, quando o  homem percebeu de relance um raio de luz.

No momento em que se virou para a filha percebeu que ela estava coberta de chamas, mas ela não apresentava qualquer movimento ou tentativa de apagar o fogo.

O pai então tentou apagar o fogo, mas Jeannie sofreu queimaduras de terceiro grau na parte superior do corpo e morreu uma semana depois no hospital.

4. George Mott (1986)

cranio
George Mott, um nova-iorquino de 58 anos foi outra vítima do fenômeno bizarro. Apenas um crânio encolhido e uma costela foram encontrados depois que ele queimou até virar cinzas, assim como a cama onde estava deitado.

Investigadores pensaram na hipótese de que um arco elétrico e um vazamento de gás tinham causado as chamas. Mott era conhecido como um fumante e bebedor pesado, e não estava com a máscara de oxigênio que costuma usar. O caso nunca foi solucionado.

5. Henry Thomas (1980)

fumaça
Henry Thomas, de 73 anos, foi encontrado na sala de sua casa no País de Gales quase completamente incinerado, apenas os seus pés calçados, panturrilhas e o crânio permaneceram inteiros. Metade da cadeira onde estava também foi destruída, além disso o calor derreteu também o controle da televisão.

O policial John E. Heymer que foi até a casa descreveu que "a sala estava inundada por uma luz laranja, que vinha das janelas e de uma lâmpada. Essa luz é o resultado da luz do dia e da eletricidade sendo filtradas por gordura humana evaporada e condensada nas superfícies. O restante da casa estava completamente intacto".

A equipe forense afirmou que a morte foi resultado do efeito pavio, sugerindo que Thomas caiu na lareira e sentou-se de novo. Entretanto, Heymer discorda, dizendo que o oxigênio na sala fechada não iria permitir o efeito, e ainda lembrou-se das bordas da calça da vítima , de acordo com ele, pareciam ter sido queimadas por um laser.

6. John Irving Bentley (1966)

fumaça
Um físico de 92 anos da Pensilvânia chamado John Irving Bentley foi encontrado em seu banheiro carbonizado. A única parte do corpo de Bentley que ainda estava inteira era a metade inferior da perna direita, com o pé ainda usando um chinelo.

O corpo queimou tanto que as sobras foram parar no porão, embaixo do banheiro. Um teórico acredita que as cinzas do cachimbo de Bentley caíram nas suas roupas e os fósforos no bolso ajudaram no resultado.

O que parece ser um jarro de água quebrado estava na banheira, sugerindo que Bentley tentou apagar o fogo, mas morreu antes de conseguir.

7. Mary Hardy Reeser (1951)

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Em 1951, os restos carbonizados de uma mulher chamada Mary Reeser, de 67 anos, foram encontrados na cadeira em que ela estava sentada na Flórida.

Apenas o crânio, parte do pé esquerdo e as vértebras da mulher foram encontrados. Mesmo com o corpo quase completamente incinerado, houve pouco dano à sala em que ela estava, algo que não costuma acontecer em um incêndio comum.

O chefe de polícia local, J. R. Reichet, enviou uma caixa com evidências para o FBI, junto com uma nota: "Pedimos informações ou teorias que possam explicar como um corpo humano pode ser tão destruído, o fogo confinado a uma área tão pequena e tão pouco dano à estrutura do prédio, e a mobília do quarto nem mesmo chamuscada pela fumaça". O FBI respondeu com a teoria do pavio, sugerindo que um cigarro tivesse gerado o fogo.

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