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7 coisas consideradas impossíveis mas que físicos tornaram possíveis

POR Isabela Ferreira EM Ciência e Tecnologia 06/07/17 às 18h44

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Você já parou para pensar o quanto o mundo evoluiu de uns tempos para cá? Muita coisa aconteceu, e com certeza a Revolução Industrial foi um grande marco para a humanidade, trazendo novas máquinas e avanços tecnológicos que a humanidade nem sonhava que um dia seria possível.

A partir daí, a corrida industrial e a tecnologia vem servindo como ponte entre as necessidades humanas e a curiosidade. Pesquisas são realizadas a todo momento, com a finalidade de sempre descobrir coisas que nos ajudem. Pensando nisso, separamos 7 coisas que antes eram consideradas impossíveis mas que os físicos persistiram e conseguiram desenvolver. Dá uma olhada!

1 - O brilho mais intenso

Se você acha que o brilho do Sol já é forte o bastante, precisa conhecer essa invenção. Imagine como seria a luz vinda de 1 bilhão de sóis ao mesmo tempo? Foi mais ou menos isso que os cientistas foram capazes de criar em laboratório. É a luz mais forte da Terra, e ainda foi capaz de mudar a aparência de objetos.

2 - Hidrogênio metálico

Pela primeira vez, conseguiram desenvolver hidrogênio metálico em laboratório. A possibilidade de fazer isso foi proposta pela primeira vez no ano de 1935, mas até então nada tinha dado bons resultados.

Os primeiros experimentos foram feitos em um dispositivo chamado de célula de bigorna de diamante, em que eram utilizados dois diamantes sintéticos opostos para gerar força, mas eles não suportavam e apenas quebravam.

Desta vez, os físicos projetaram nova moldagem para o polimento, com o objetivo de prevenir seu rompimento. O dispositivo então, produziu uma pressão que surpreendeu a todos, e finalmente, conseguiram.

3 - Chip de computador com células cerebrais

Quem já pensou em unir as duas coisas? Físicos foram capazes de inventar um chip de computador que imita o cérebro humano. Ele "raciocina" utilizando raios de luz que interagem entre si, bem parecido com as ações de nossos neurônios.

4 - Fluido de massa negativa

Neste mesmo ano, 2017, cientistas foram capazes de fazer algo inesperado, onde uma forma de matéria se movia em direção à força que tinha a afastado. Seria uma suposta massa negativa. Estamos acostumados com a reação da massa positiva, por exemplo, se você empurra um objeto para a frente, ele vai ganhar velocidade e ir na direção em que foi empurrado, no caso da massa negativa, é totalmente o contrário.

5 - Cristais de Tempo

O físico vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Frank Wilczek, sugeriu algo que na época, era considerado impossível pela comunidade científica. Ele deu a ideia de produzir cristais de tempo. Parecia loucura, já que para isso seria preciso produzir movimento no menor estado da matéria.

Ele acreditava que seria possível lançar o alinhamento de um átomo de cristal dentro e fora do estado fundamental, o que faria com que a estrutura atômica do objeto se repetisse no tempo, produzindo mudança constante sem precisar de energia, e essa era uma ideia que ia contra as leis da física.

Mais tarde, uma equipe de cientistas conseguiu fazer algo bem parecido. Não foi exatamente como Wilczek idealizou, mas chegou bem perto.

6 - Espelhos de Bragg

Ele é capaz de refletir luzes muito bem. Isso ajuda na produção de eletrônicos avançados, já que estes precisam de pequenos espelhos. Não é nada convencional, já que seus átomos ficam suspensos no vácuo. Um grupo alemão conseguiu criar no ano de 2011, um desses espelhos com um padrão de rede de 10 milhões de átomos.

Eles podem se mostrar bem úteis em dispositivos quânticos, já que seus átomos  usam campos de luz para interagir entre si

7 - Imã 2D

Um imã 2D seria capaz de manter suas propriedades magnéticas, mesmo após ser removido para o estado que o torna bidimensional.  Pesquisadores escolheram o triiodeto de cromo para tentar criar o tal imã, já que o composto possui um campo magnético permanente e seus elétrons se deslocam para sua rotação preferida.

Conseguiram o feito inédito: o imã 2D finalmente foi produzido, a temperatura extremamente elevadas. Ele não funciona em temperatura ambiente pois o oxigênio o prejudica, mas com certeza são um grande avanço, pois vão auxiliar os físicos a finalizar experimentos que até então, não conseguiam.

E então pessoal, o que acharam? Diz aí pra gente nos comentários!


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Isabela Ferreira
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