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7 coisas mais estranhas que você pode encontrar no Monte Everest

POR Cristyele Oliveira    EM Curiosidades      15/05/19 às 18h40

Para aqueles que buscam uma aventura emocionante, que lhes renderá uma história inspiradora, escalar o Monte Everest é um sonho. Todos os anos, centenas de aventureiros, turistas e profissionais experientes tentam chegar ao topo da montanha mais alta do mundo. O Monte Everest fica pouco mais de 29 mil pés acima do nível do mar. E chegar ao seu topo, está longe de ser uma missão simples. Muitos até tentam, mas são poucos os que conseguiram tal feito.

Enfrentar vastas extensões de neve, rocha e gelo enquanto o ar fica mais refeito, não é para todo mundo. Entre as várias expedições ao todo do Monte, muitas pessoas não voltam com tudo o que levaram, isso quando elas conseguem voltar. Nesse caminho, você pode se deparar com algumas coisas bem estranhas. Aqui estão algumas coisas incomuns que já foram encontradas no Monte Everest.

1 - Corpos humanos

O Monte Everest já acumulou um número considerável de corpos no último século. Segundo a BBC, a maioria desses corpos ainda está lá. Em algum ponto entre os 26.000 pés, você entrará no que é conhecido como "Zona da Morte". Quando os escaladores não resistem a escalada e morrem nesse ponto, os seus corpos congelam. A remoção dos cadáveres é muito difícil e perigosa, por isso eles acabam permanecendo ali. O lugar é como um museu de corpos nas nuvens.

2 - Lixo

Por onde o homem passa, ele deixa rastro, e não seria diferente no Monte Everest. De acordo com a BBC, não se sabe exatamente quanto lixo está acumulado pela montanha, sabe-se que até agora mais de 16 toneladas já foram removidas. Mas ainda tem muito lixo lá. Entre barracas, equipamentos quebrados, latas, embalagens, garrafas e coisas do tipo. O grande volume de lixo encontrado é chocante, levando em consideração que não é um lugar de fácil acesso. E se continuar nesse ritmo, não demorará muito para o Everest se tornar o maior monte de lixo do mundo.

3 - Diário de um escalador

Maurice Wilson era um jovem da cidade de Yorkshire temente a Deus e que tinha o plano de chegar ao topo do Monte Everest sozinho. Ele relatou a sua viagem em um diário de bordo, que acabou sendo encontrado por outros escaladores um ano depois de sua morte.

4 - Fósseis marinhos

Por ser um dos pontos mais altos do mundo fica difícil achar qualquer evidência do fundo do mar. Mas, geologicamente falando, o Monte Everest se formou quando a placa eurasiana e a plana indo-australiana colidiram. Com isso, as placas foram se dobrando e empurrando firmemente para atingir a sua altura atual de 29 mil pés. Uma evidência sobre a fusão das placas tectônicas no início do século 20 é a presença de fósseis marinhos oceânicos de 400 milhões de anos. Estes foram encontrados nas camadas de calcário no topo da montanha.

5 - Botas verde

Dos vários corpos à vista nas colinas do Everest, alguns tiveram maior protagonismo. O mais conhecido entre as vítimas do monte é provavelmente o homem conhecido como "Botas Verde". Assim chamado devido às botas de escalada verde neon ainda presas aos seus pés. O 'botas verdes' se tornou um ponto de referência para aquele que tentam escalar a montanha, já que quase todo montanhista passa por ele a caminho do topo.

6 - Fantasmas

Se as condições mortais e o cemitério aberto de corpos congelados não são suficientemente assustadores, talvez a presença de fantasmas seja. Segundo o montanhista italiano Messner, possivelmente um dos mais talentosos que já escalou o monte, presenças de fantasmas aparecem por ali. Em entrevista ao The Guardian, em 1980, o montanhista disse que sentiu a presença de um aliado fantasma o ajudando no caminho. E ele não é o único a relatar esse tipo de presença. Os alpinistas britânicos, Dougal Haston e Doug Scott, também afirmam terem recebido a ajuda de fantasmas durante uma expedição, em 1975.

7 - Pegada gigante

A lenda do Abominável Homem das Neves está enraizada na cultura do Himalaia há muito tempo. Mas os contos supersticiosos da cultura folclórica da região tomaram proporções mais sérias depois de 1951. Eric Shipton, um montanhista, encontrou uma pegada grande em formato estranho que ele acreditava pertencer ao temido personagem das lendas, o abominável homem das neves. As fotos tiradas por ele estamparam os jornais do mundo inteiro, e a febre da lenda começou a crescer como uma bola de neve. Até hoje, a ciência não refutou totalmente a existência do yeti.

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Cristyele Oliveira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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