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7 coisas nojentas que você não sabia sobre a Grécia Antiga

POR PH Mota    EM História      03/01/17 às 18h58
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Os gregos antigos ficaram marcados na história por vários conhecimentos. Eles eram filósofos, foram considerados os pais da democracia e viviam numa sociedade civilizada que vivia em busca da verdade por meio do nascimento de várias ciências.

Na história, as coisas são assim, mas na vida real, nem tudo era tão glamuroso. Alguns momentos do dia-a-dia eram bem mais complicados do que a história mostra. A vida na Grécia Antiga era difícil, suja e, muitas vezes, bem nojenta.

Confira alguns dos costumes mais horripilantes que eram comuns na época e seriam considerados extremamente nojentos de acordo com os padrões de higiene e saúde de hoje em dia.

1 - Médicos comiam cera de ouvido

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Quando você visitava um médico na Grécia Antiga, você poderia apostar que ele iria cutucar seu ouvido e retirar um pouco de cera para experimentar, pois assim que os diagnósticos eram realizados naquela época. Tudo começou com Hipócrates, que acreditava que o corpo apresentava uma coleção de fluidos com gostos específicos que poderiam indicar se o funcionamento do corpo humano estava acontecendo de forma adequada.

2 - Pessoas se limpavam com pedras

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O papel higiênico não se tornou comum na Europa até o fim do século 16. Antes disso, as pessoas tinham dificuldades para se limpar após usar o banheiro. Como os romanos, gregos costumavam utilizar uma esponja colocada na ponta de uma vareta, mas nem todos tinham esse luxo. Era mais comum que os gregos se limpassem com pedras que eram deixadas numa pilha ao lado dos vasos sanitários.

3 - Atletas vendiam seu suor

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Antes de competir, atletas gregos tiravam toda a roupa e se cobriam em óleo. Ao final das competições, eles costumavam estar cobertos de sujeira, suor e impurezas. Um grupo de escravos trabalhava para coletar toda a sujeira esfregada da pele dos atletas e engarrafava tudo isso. Os restos eram vendidos como remédios, pois as pessoas acreditavam que eles poderiam curar dores no corpo.

4 - Doenças de mulheres eram tratadas de formas horríveis

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Os gregos acreditavam que as mulheres tinham uma maior suscetibilidade às coisas impuras. As coisas mais nojentas costumavam afetar as mulheres de formas mais agressivas que os homens, segundo a crença da época. Uma mulher sofrendo com corrimento vaginal, por exemplo, devia beber uma estranha mistura de fezes de mula com vinho.

5 - Espirrar era considerado método de contracepção

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O médico grego Soranus ensinou à população da época que a responsabilidade pelo controle de natalidade era inteira das mulheres. Segundo ele, uma mulher só engravidava por sua própria culpa, livrando os homens das responsabilidades. Ele dizia que uma mulher, após o sexo, poderia apenas espirrar que estava livre de engravidar. O espirro devia ser feito enquanto a mulher se agachava, logo após o fim da relação sexual, o que, obviamente, não dava muito certo.

6 - Escravos tinham que vestir cinto de castidade

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Os gregos não queriam que seus escravos gastassem o tempo livre com relações sexuais. Se você fosse um escravo na Grécia Antiga, tinha uma grande chance de ser obrigado a vestir um cinto de castidade para se manter longe delas. Se seu mestre te obrigasse a isso, no entanto, podia ser motivo de agradecimento. Em alguns casos, o cinto era uma alternativa a ser castrado e se tornar um eunuco.

7 - Fezes de crocodilo eram utilizadas como cosméticos

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Na Grécia Antiga era comum que se recomendasse tratar cicatrizes na face com a aplicação de um pouco de fezes de crocodilo sobre as feridas. As instruções diziam que as fezes deviam ser misturadas com água e deixadas sobre a pele por um instante para que fizesse efeito e, supostamente, recuperasse a área afetada.

Dá pra acreditar que tanta nojeira era comum e ainda considerada como método de tratamento de saúde?


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PH Mota
Jornalista que é um encontro Monty Python e A Praça É Nossa.
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