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7 coisas que você não sabia sobre Lampião, o Rei do Cangaço

POR Jesus Galvão    EM Curiosidades      05/06/19 às 18h41
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Virgulino Ferreira da Silva, ou como é mais conhecido, Lampião, o Rei do Cangaço, é um dos grandes nomes da história brasileira. Ele é conhecido como o maior cangaceiro do Brasil. Ele nasceu em 1898, em Serra Talhada, no estado do Pernambuco. Ele é o terceiro filho da união de José Ferreira dos Santos e Maria Sucena da Purificação.

Diferente de muitas outras pessoas na região em que nasceu, Lampião era alfabetizado e usava óculos. Aos 21 anos, ele trabalhava como artesão, até que, em 1919, seu pai foi morto pela polícia e ele decidiu que vingaria sua morte. Assim, nascia uma lenda. Pensando nisso, hoje, trouxemos para vocês algumas curiosidades sobre a vida deste homem que divide opiniões sobre seus feitos e que vocês podem não conhecer. Confira!

1 - Lampião não era piedoso

Quando não matava, o rei do cangaço fazia questão de deixar uma péssima lembrança para suas vítimas. Ele feria, mutilava e deixava cicatrizes para que isso, supostamente, servisse de exemplo. Ele possuía um longo punhal, de cerca de 80 centímetros de comprimento, com o qual ele costumava golpear suas vítimas na base da clavícula. A lâmina do punhal cortava a carne e muitas vezes chegava a perfurar os pulmões dos infelizes que atravessavam seu caminho.

2 - Ele não era um herói

Segundo uma série de livros, teses e dissertações acadêmicas, Lampião não era bem um herói, um revolucionário contra a opressão do latifúndio e a injustiça. Na verdade, ele estaria mais para um cruel e sanguinário criminoso. Aliado de coronéis e grandes proprietários de terras. O trabalho executado por grupos como o de Lampião na primeira metade do século 20, segundo historiadores, antropólogos e cientistas sociais, seria similar ao de traficantes de drogas de hoje em dia, que sequestram, matam e corrompem nas grandes cidades brasileiras.

3 - Atividades

Os cangaceiros podem ter sido os primeiros a executaram sequestros em larga escala no Brasil. Pessoas eram sequestradas em troca de dinheiro para que assim eles pudessem financiar novos crimes. Quando não recebiam o resgate, suas vítimas eram torturadas ou morriam. Alguns por tiros outros pelo temido punhal de Lampião.

4 - Nasce uma lenda

Lampião reinou na caatinga entre 1920 e 1938. Porém, bandos armados, agindo no sertão, já existiam desde o século 18. A maior motivação de Lampião era vingar a morte de seu pai, morto pela polícia em 1920. Naquele mesmo ano, ele entrou para o grupo de outro cangaceiro célebre, Sinhô Pereira (Sebastião Pereira e Silva). Teria sido ele quem deu o apelido de Lampião a Virgulino. A alcunha teria surgido devido ao fato de Lampião manejar o rifle com tamanha rapidez e destreza que os tiros sucessivos durante a noite chegavam a iluminar o céu, assim como fazia um lampião.

5 - Cangaço

A palavra cangaço, segundo alguns historiadores, deriva da palavra "canga", peça de madeira que é colocada sobre o pescoço de bois de carga. Assim como os gados que transportavam as coisas sobre suas costas, assim faziam aqueles que andavam pelas regiões secas do sertão, levando seus pertences nos ombros. José Gomes, mais conhecido como Cabeleira, é um dos precursores do cangaço. Ele aterrorizou o estado do Pernambuco por volta de 1775.

6 - Novo líder

A partir de 1922, Lampião assumiu o bando de Sinhô Pereira e se tornou o líder máximo dos cangaceiros. O cangaceiro era um excelente estrategista e sua valentia ajudou a vencer muitos dos confrontos com a polícia. Sua grande capacidade de despistar seus perseguidores lhe garantiu a fama de possuir poderes mágicos e de ter seu corpo fechado.

7 - Maria Bonita

Somente uma mulher conseguiu amansar o coração arredio de Lampião, Maria Gomes de Oliveira, que se tornou muito conhecida como Maria Bonita. Ela foi a primeira mulher a entrar para o cangaço. Eles se encontraram pela primeira vez em 1929, quando Maria Bonita tinha apenas 17 anos. No ano seguinte, ela abandonou sua família e se juntou ao bando de Lampião. Nos anos seguintes, muitos outros cangaceiros seguiram o exemplo e trouxeram suas mulheres para viverem em meio à caatinga.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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