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7 coisas que você provavelmente não sabia sobre as extinções em massa

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      12/02/19 às 16h54

Definir extinção em massa é uma coisa um pouco complicada, mas ela pode ser vista como um acontecimento relativamente comum que é caracterizado pela diminuição da biodiversidade através da extinção alta de vários grupos ou, a redução da biodiversidade e a abundância da vida macroscópica.

Nosso planeta já passou por cinco grandes extinções e várias pequenas dela. E talvez uma sexta se aproxime por causa dos habitantes na Terra. Então o momento é de olharmos para nossa história para ver o que esperamos evitar no futuro. É certo que foram cenas de destruição em massa e renascimento que moldaram nosso planeta e aqui falamos algumas coisas sobre essas extinções em massa.

1 - Proveito da extinção

A extinção fez com que os dinossauros entrassem e saíssem da história. Cerca de 232 milhões de anos atrás, no conhecido Episódio Pluvial Carniano, os vulcões do mar profundo forçaram uma mudança climática e uma renovação da vida antiga.

Com isso, a Terra teve vários momentos secos e molhados, com quatro pulsos sucessivos de aquecimento e resfriamento no período de um milhão de anos. Isso trouxe vários cenários de extinção que devastaram uma variedade de vida vegetal e animal. Depois disso, em dois milhões de anos, os dinossauros tomaram conta dos nichos que estavam vazios.

2 - Asteroide Chicxulub

Esse asteroide de 10 quilômetros de extensão tirou os dinossauros da Terra há 66 milhões de anos, mas não foi ele quem matou todos os dinossauros existentes no planeta. Na verdade, somente 13% da superfície do planeta tinha os materiais capazes de provocar essa extinção em massa. O asteoroide caiu em um pedaço de terra cheio de combustíveis fósseis e rico em hidrocarbonetos e enxofre. E com a colisão, esses lugares foram incendiados.

Eles liberaram grandes quantidades de fuligem que bloquearam o sol e diminuíram a temperatura da superfície e o enxofre que escapou caiu como chuva ácida.

3 - Criaturas do mar profundo

Cerca de 66 milhões de anos atrás, o asteroide extinguiu os dinossauros do planeta e também matou répteis marinhos gigantes e várias criaturas microscópicas do oceano como por exemplo, o plâncton que serve de comida para outros animais.

Mas os animais que sobreviveram alimentados por uma forma misteriosa de alimento, foram as criaturas do oceano profundo. Segundo pesquisadores, isso foi possível graças às algas e bactérias que fotossintetizaram alguns organismos que resistiram à extinção e davam comidas para as criaturas da profundezas do oceano.

4 -Neandertais

Os neandertais eram como nós, enterravam seus mortos, trabalhavam com ferramentas e controlavam o fogo, falavam e cuidavam dos seus enfermos. Um novo modelo pode dizer que os neandertais não foram mortos, mas que sua população simplesmente desapareceu.

O território dessas pessoas se estendia da Europa para a Ásia Central, e à medida que outros tipos de seres humanos primitivos chegavam, com seus hábitos mais extensos, os recursos ficavam menos adequados para os neandertais.

5 - Grande Morte

Há 252 milhões de anos, a extinção final-permiana foi a pior das cinco extinções em massa da Terra. Ela eliminou entre 70 e 75% das espécies terrestres e até 95% da vida marinha, ficando conhecida como a Grande Morte.

Essa extinção foi causada por um ataque geológico de duas frentes. Primeiro os vulcões sufocaram o globo e os oceanos foram acidificados e uma onda de anoxia drenou os mares de oxigênio. As Armadilhas Siberianas liberaram lava suficiente para cobrir uma área maior que o Alasca e duas outras mini-extinções se seguiram. Dois outros eventos aconteceram entre meio milhão e 1,5 milhão de anos depois da Grande Morte, e essa onda de destruição levou 10 milhões de anos para recuperar.

6 - Erupções ocultas

As atividades vulcânicas são sempre ruins e no período da Grande Morte, as erupções que aconteceram no subsolo causaram muito mais caos. Quando as Armadilhas Siberianas entraram em erupção, nem toda a lava escorreu. Algumas foram espalhadas por 1,6 milhão de quilômetros abaixo da crosta terrestre.

A lava continua no subsolo mas quando se agrupou lá, queimou sedimentos ricos em carbono e enviavam plumas de gases de efeito estufa para a atmosfera. Como resultado, os oceanos se acidificaram, a temperatura aumentou e uma névoa apocalíptica dizimou a vida na Terra.

7 - Espaço

As extinções também podem ter um fator cósmico, a matéria escura. A Terra e nosso sistema solar atingem a galáxia há mais de 800 mil quilômetros por hora a cada 30 milhões de anos. E essa periodicidade parece se alinhar com as extinções passadas.

A matéria escura normalmente fica em halos ao redor das galáxias, mas também se acumulam no centro do disco galático. Então, quando o sistema solar voa através desta região, a matéria escura perturba gravitacionalmente as rochas espaciais e mandam algumas de volta para a Terra. E conforme a Terra passa através desses aglomerados, ela acumula matéria escura em seu núcleo. Isso envia um material borbulhando para a superfície para incitar o vulcanismo, reversões de campo magnético e mudanças no nível do mar.

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Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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