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7 efeitos terríveis de tratamentos médicos antigos

POR Mateus Graff    EM História      15/08/18 às 19h46

Qual foi o tratamento médico mais absurdo que você já viu? Felizmente a medicina avançou absurdamente nos últimos anos, mas muita gente passou por tratamentos médicos terríveis. Imaginem só uma pessoa ingerir uma tênia para perder peso ou mesmo tratar sífilis com mercúrio. Acreditem, esses tratamentos eram reais e isso nos inspiraram a fazer essa matéria.

Pois bem, nós separamos alguns do tratamentos que eram usados antigamente e suas consequências. Alguns acabavam matando as pessoas, outros pioravam a situação da doença. Então, caros leitores, confiram agora a nossa matéria com os 7 efeitos terríveis de tratamentos médicos antigos:

1 - Mercúrio para tratar a sífilis

O mercúrio é altamente tóxico, todos vocês devem saber disso. Mas nem sempre as pessoas tiveram essa informação. A sífilis hoje em dia é tratada com penicilina, mas antigamente era tratada com mercúrio. A verdade é que esse tratamento nunca funcionou, mas as pessoas esfregavam na pele, injetavam e tomavam por via oral. De certa forma ajudou a matar os pacientes mais rapidamente.

2 - Lobotomias para doença mental

Em meados do século 20, o mundo ainda estava aprendendo a tratar as pessoas com transtornos mentais. Porém, esses tratamentos foram muitas vezes usados de maneira errada. Os pacientes eram fortemente medicados e recebiam pouco ou nenhuma assistência. Muitos foram torturados com formas bárbaras de medicina, incluindo a terapia de eletrochoque. Mas a lobotomia era a técnica usada nas pessoas julgadas como portadoras dos transtornos mais graves.

O procedimento envolvia colocar longas sondas metálicas através da órbita ocular para que o cérebro fosse mexido. A lobotomia causava mudanças de personalidade e efetivamente matava o paciente, embora seus corpos permanecessem vivos. A prática era popular até a década de 1970, quando começou a ser altamente criticada.

3 - Arsênico para emagrecer

O arsênico durante muito tempo foi consumido como uma forma de perder peso. Nos anos 1800, as pessoas na Áustria começaram a ingerir arsênico em seu café como um método de perda de peso. Eles colocavam pequenas quantidades em sua xícara matinal e iam aumentando conforme a diarreia aumentasse. Conforme as fezes ficassem mais líquidas, eles lentamente diminuíam a quantidade da dose e aproveitavam os benefícios de não guardarem nada sólido dentro do corpo. Claramente eles perdiam peso, mas estavam se envenenando ao mesmo tempo.

A droga se espalhou e foi conhecida como um milagre para a perda de peso até a década de 1920, quando já tinha matado muita gente.

4 - Tênias para perder peso

Se tem uma coisa que ninguém faria nos dias de hoje é ingerir uma tênia intencionalmente. Mas desde os tempos vitorianos as pessoas tinha o costume de ingerir um ovo de tênia. Isso fazia com que o parasita crescesse dentro da pessoa que se alimentasse da comida que ela ingeria. Essa prática permitia que a pessoa comesse o que quisesse sem ganhar peso. Mas as tênias podem levar a uma infinidade de problemas.

Felizmente, os vermes são relativamente fáceis de se remover nos dias de hoje, mas no século 19, eram necessários vários métodos perigosos. Muitas pessoas morreram ao tentar remover o verme. Loucura, não!?

5 - LSD para tratar o alcoolismo

O alcoolismo é um problema sério no qual milhões de pessoas no mundo são afetadas. Nos anos 1960, foi feita uma pesquisa para determinar se o uso do LSD poderia reduzir o desejo de uma pessoa pelo álcool. Na época o estudo teve diversos resultados, mas foi abandonado. Em 2012, pesquisadores voltaram aos dados coletados e foram estudar os efeitos dos medicamentos alucinógenos no tratamento do alcoolismo.

Foi descoberto que o LSD é eficaz em 59% dos participantes. O problema é que os perigos do tratamento com LSD vem com os efeitos colaterais, como uma "viagem ruim", por exemplo. O uso indevido de LSD e outras drogas semelhantes pode levar à complicações para pessoas com doenças mentais e outros problemas de saúde significativos.

6 - Sangria

A sangria é uma antiga prática que foi usada por muito tempo. O método consistia na ideia de que o sangue poderia ser o problema, e por isso precisava ser removido do corpo para permitir que a pessoa se curasse. Isso pode parecer ridículo para o século 21, mas fazia muito sentido há muito tempo atrás.

Mas curiosamente essa técnica pode ter sido benéfica em alguns casos. Para tratar hipertensão, por exemplo, faz sentido que a remoção de parte do sangue alivie os sintomas da pressão alta. Em praticamente todos os outros casos, enfraqueceria e potencialmente mataria um paciente por meio de uma infecção.

7 - Xarope com heroína

Acreditem, houve um tempo em que era possível ir em uma farmácia para comprar uma dose de xarope com heroína. Esses tratamentos aconteceram muito nos séculos XIX e XX. A Bayer, por exemplo, promoveu uma cura para a tosse e resfriados em crianças no final da década de 1890, por meio de uma combinação de aspirina e heroína.

Isso continuou até 1912, quando estudos sugeriram que os pacientes estavam tendo uma tolerância a heroína e resultando no aumento no número de dependentes. Você pode pensar que foi retirado das prateleiras dos EUA na época, mas continuou a ser vendido nas lojas até 1914, quando foi disponibilizado apenas por receita médica. Em 1924, os EUA proibiram de vez a droga.

Mas e você, já conhecia todos esses tratamentos sinistros para problemas de saúde? Comente!

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