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7 experiências assustadores feitas em cidadãos comuns

POR Bruno Dias    EM Experiências      18/07/18 às 19h17

Experiências assustadoras e cientistas malucos parecem estar atrelados um ao outro. Seja para fazer o bem com suas criações ou assustar a todos com o lado sombrio dos seus experimentos, trabalhos científicos são necessários para o desenvolvimento da humanidade. Além de cientistas malucos, governos também são conhecidos por manter laboratórios secretos ou realizar façanhas que até Deus duvida, sem chegar ao conhecimento público.

Os Estados Unidos é um desses países que conseguiu manter vários segredos escondidos do público. Quando esses segredos vieram à público muitos se surpreenderam com todos os feitos que eles conseguiram realizar. Várias teorias da conspiração como programas Área 51 e o Projeto MKULTRA, que se tornaram mainstream da cultura moderna. O desejo pelo conhecimento é sempre abundante. E apesar de teorias da conspiração não pararem de surgir, alguns testes do governo caíram no conhecimento do público. Esses são alguns deles.

1 - Estudo da sífilis de Tuskegee

Esse estudo foi feito pelo Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos a partir de 1932. Foram escolhidos para participar do experimento 600 homens afro-americanos, 399 com sífilis e 201 sem. Os que tinham a doença não receberam medicamentos porque o governo queria garantir o acompanhamento da progressão sem interrupção de alguma intervenção médica. Os homens não tiveram voz e não foram indagados se queriam ou não participar dessa pesquisa. porque nunca os foi falado do que se tratava.

O experimento deveria durar seis meses, mas se tornou um estudo de longo prazo e perdurou por 40 anos. Quando a penicilina se tornou a principal droga para tratar a sífilis, os pacientes que estavam no projeto tiveram acesso negado e não tinham opção de recusar o estudo. Em troca eles recebiam exames médicos gratuitos e serviços de enterro. Logo depois, um processo foi aberto e o governo concedeu serviços de sepultamento grátis para todos os pacientes sobreviventes.

2 - Transfusões de sangue bovino

Um bioquímico chamado Edward Cohn fez uma experiência, em 1942, com o patrocínio da Marinha dos EUA. A Marinha tinha contratado Cohn para participar de um projeto secreto para descobrir uma possível arma biológica. Seu trabalho era injetar sangue de vaca em prisioneiros. Isso era feito para detectar uma proteína que poderia ser usada no caso de uma futura guerra. Os 64 prisioneiros que tiveram o sangue injetado sofreram efeitos catastróficos e morreram.

Mesmo com o experimento terminando de maneira catastrófica, houve um lado positivo. Se aprendeu, com os métodos de Cohn, a tirar a proteína desejada mas não era no sangue de vaca, e sim no sangue humano. Os métodos foram reaplicados usando sangue humano, e a proteína não foi apenas isolada, mas também foi purificada. E ao invés de usá-la para prejudicar os outros, ela foi usada para tratar pacientes em choque.

3 - Teste de plutônio

Em meados da década de 1940, os EUA estavam trabalhando no Projeto Manhattan no esforço de criarem uma bomba atômica. Como os efeitos da radiação da bomba eram totalmente desconhecidos, o governo passou anos estudando e fazendo experiências em seus próprios cidadãos.

O plutônio foi um, de vários materiais radioativos, usados pelo governo nesses tipos de testes. Os pacientes recebiam doses de plutônio radioativo em injeções. A maioria dos pacientes estava em estado terminal, o que dificultava a compreensão dos resultados do experimento. Eles não sabiam o que estava sendo feito em seus corpos em parte porque a palavra 'plutônio' não apareceu até depois da Segunda Guerra Mundial. Nenhum paciente morreu por causa dessas injeções, mas elas levantaram muitas suspeitas.

4 - Gás Mostarda

Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA realizou vários experimentos em seus próprios soldados para testar a eficiência das máscaras de gás e roupas de proteção. Estima-se que cerca de 60 mil pessoas foram utilizadas para a realização desses estudos, principalmente homens brancos. Mas japoneses e afro-americanos também foram usados para identificar possíveis diferenças na pele.

Houveram vários testes diferentes para determinar a força de tal roupa, tanto nas câmaras de gás quanto no campo. Nos testes de campo, produtos químicos eram liberados ao ar livre e seres humanos usando os equipamentos testavam sua eficácia. Há evidências de que alguns soldados não receberam nenhum equipamento ou roupa de proteção. Nos testes nas câmaras, as tropas usavam máscaras e roupas e ficavam expostos aos gases por quatro horas. Os testes eram repetidos várias vezes usando as mesmas pessoas.

5 - Operação Mar-Spray

Em setembro de 1950, o exército dos EUA estava fazendo um experimento secreto para testar a possibilidade de uma guerra biológica perto da costa oeste. Eles fizeram isso liberando armas biológicas nas ruas de São Francisco para testar os efeitos. Eles liberaram um tipo de bactéria para ver como isso afetaria a população. Isso foi feito sem o consentimento dos cidadãos.
No final da operação seis diferentes tipos de testes foram realizados nos moradores de São Francisco. Esses lançamentos mataram muitas pessoas e feriram várias outras. A conclusão que o governo chegou é que uma cidade costeira pode sim ser afetada por esse tipo de guerra.

6 - Operação Big Buzz

Esse foi um experimento catastrófico nos EUA, em 1955. O governo liberou milhões de mosquitos Aedes aegypti, que carregam febre amarela, nos parques da Geórgia. os insetos rapidamente se dispersaram nos subúrbios. O objetivo era determinar a eficácia dos insetos na guerra biológica, rastreando seus hábitos de picar os cidadãos.

Apesar de os mosquitos não terem sido infectados com febre amarela, o governo ainda testou o potencial para a guerra biológica experimentando em seus próprios cidadãos. Também foi registrado que autoridades do governo se disfarçaram de autoridades de saúde para registrar efetivamente as picadas e suas localizações.

7 - Experimentos de Willowbrook

Os experimentos chocantes de Willowbrook queriam descobrir a cura para hepatite. O estudo contínuo durou de 1956 a 1970. Os participantes foram tirados da Willowbrook State School, em Staten Island, Nova York. Eles eram crianças com deficiências mentais.

A série de testes envolvia injetar nas crianças drogas experimentais que, supostamente, curariam a hepatite. AS crianças não só não conseguiram mostrar resultados como também morreram com os tratamentos. As autoridades justificaram o experimento dizendo que hepatite era prevalecente na instituição e que todos seriam infectados de qualquer maneira. As crianças que não contraíram a doença naturalmente foram infectadas para realizar o experimento.

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Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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