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7 experiências médicas históricas que são perturbadoras

POR Mateus Graff    EM Ciência e Tecnologia      21/06/16 às 15h15

Com a conhecimento que temos hoje sobre a medicina, consequentemente várias coisas horríveis foram feitas no passado para chegar aonde estamos hoje. Antigamente, com pouco conhecimento, eram feitos alguns experimentos para descobrir, por exemplo, a cura de várias doenças, e vários desses experimentos eram absurdamente bizarros, coisas desumanas eram feitas com pessoas. Confira também a nossa matéria que mostra Josef Mengele e seus experimentos científicos perturbadores.

Pensando nisso, nós fomos atrás dos experimentos históricos que são bizarros e deixam as pessoas um tanto assustadas quando são citados, e temos a certeza que até você, que se diz "durão", vai se sentir mal quando ler os experimentos que eram feitos. Então, caros leitores, confiram agora a nossa matéria com as 7 experiências médicas históricas perturbadoras:

1 - Usaram crianças de famílias pobres para experimentos

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Em 1908, os médicos estavam tentando encontrar uma cura ou prevenção para tuberculose. Em um hospital infantil de Washington, especialistas decidiram fazer experimentos em crianças de famílias pobres. Eles invetaram bacilos da tuberculose e culturas de tuberculina de Koch em 10 crianças sem o conhecimento ou consentimento dos pais das crianças.

O lance foi que os médicos sentiram a necessidade de experimentar em crianças das classes mais pobres, sem o conhecimento ou consentimento dos pais, e isso era uma violação dos direitos individuais das pessoas e pode facilmente ser visto com um ato de crueldade. A tuberculose matou cerca de 110.000 pessoas por ano nos Estados Unidos durante o início dos anos 1900. De 1908 a 1921, dois bacteriologistas franceses trabalharam em uma vacina para colocar fim a tuberculose.

2 - Camas de cólera

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Os Estados Unidos não foi o único país a tentar fazer experimentos de doenças infecciosas, pois em 1871, a Rússia estava tentando descobrir como a cólera se espalhou e se o poder da mente podia influenciar na saúde de uma pessoa. Usando assassinos que já estavam presos, eles colocaram quatro homens em camas onde as pessoas morreram de cólera, e depois de dormir nas camas, os homens não mostraram sinais da doença. Depois, os homens foram induzidos a dormir em camas limpas, mas foram informados que pessoas tinham morrido de cólera nas camas, para saber se o poder da mente poderia influenciar na saúde. Eles relataram que três dos quatro homens morreram de cólera em quatro horas.

Durante a epidemia da cólera no século 19, os médicos logo descobriram que a cólera não era transmitida de pessoa para pessoa, em vez disso, à cólera transmitida através da água, e é por isso que os prisioneiros não mostraram qualquer sinal da doença.

3 - Felicidade transferida por ferraduras de cavalo

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Realmente a história está cheia de experiências malucas e tentativas estranhas de curas. Em 1895, os jornais nos Estados Unidos estavam alvoroçados com o mais recente experimento, um médico em Paris acreditava que a felicidade podia ser transmitida de uma pessoa para outra. Para provar a sua teoria, ele tinha feito pessoas felizes colocarem ferraduras de cavalo na cabeças das pessoas, acreditando que elas iam magnetizar as ferraduras com os pensamentos felizes das pessoas. Essas ferraduras foram transferidas para pessoas que sofriam de melancolia, e o médico acreditava fortemente que isso faria os pensamentos felizes serem transmitidos.

4 - Homem atingido por um raio

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Em 1881, um homem foi atingido por um raio que o deixou paralisado. Seus amigos passaram a acreditar que ele estava paralisado pelo fato de ainda estar segurando carga elétrica no seu corpo. Seus amigos acharam que se o enterrasse em um buraco, poderia fazer com que ele descarregasse a carga elétrica. Infelizmente, a lógica de seus amigos falhou e o pobre homem morreu.

5 - Testes com carga elétrica

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Um relatório publicado em 1866 detalha uma experiência feita na França, onde quatro homens se amotinaram no mar e foram trazidos de volta a terra para serem executados. Imediatamente, depois de serem decapitados, suas cabeças e corpos foram entregues a cirurgiões para experimentação. O trabalho de dissecção foi iniciado imediatamente, os nervos tremiam e a carne ainda estava quente. A contratilidade contínua do coração foi provada, bem como a sensibilidade na aorta era extrema.

A contratilidade foi manifestada quando eles simplesmente tocaram, e era ainda mais aparente quando usavam as correntes elétricas. A contração muscular foi tão intensa, que mesmo depois de 20 minutos, um dos médico, na aplicação de uma corrente elétrica, fez as quatro cabeças fazerem caretas. Um dos rostos, em específico, fez uma expressão assustadora, eles colocaram um lápis na boca dessa cabeça, que foi mordido e esmagado.

6 - Experiências com suor

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Mas será que o suor é uma coisa tão ruim assim? Um bacteriologista pensava que sim em um artigo de um jornal de 1898. Ele colou uma cobaia em um banho de vapor, depois raspou o suor para fazer testes. Ele descobriu que o suor estava cheio de germes e chegou a conclusão de que suar era liberar as bactérias presentes no corpo.

Acreditava que um diagnóstico preciso poderia ser feito com o suor de um paciente. Ao contrário do que a velha crença de que o suor pe cheio de germes, uma nova pesquisa mostra que o corpo libera um antibiótico chamado dermcidin. O artigo afirmava que "pequenos animais são facilmente mortos por injeções subcutâneas de suor recolhidos após exercícios físicos". Embora essa seja uma descoberta relativamente nova, os cientistas descobriram que dermcidin pode matar.

7 - Enxerto de glândulas animais em seres humanos

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No jornal New York Tribune, um artigo curioso foi publicado em 1921, intitulado "Japanese Medical College to Experiment With Glands". A primeira vista, isso parece seguro, mas a verdade é que os médicos japoneses estavam realizando experiências de enxertia de glândulas animais em humanos para produzir uma vitalidade para homens e mulheres na velhice.

Outras investigações revelaram que no início do ano 1900, médicos e cirurgiões do mundo inteiro estava experimentando enxerto de glândulas animais em pessoas. A ideia por trás de tudo era prevenir o envelhecimento e até mesmo aumentar o desejo sexual. A imagem acima mostra um paciente antes de um enxerto de rejuvenescimento e um ano depois.

Eventualmente, os médicos vieram com um soro especial feito a partir de uma mistura de glândulas sexuais dos animais que foi injetado em homens com o resultado desejado semelhante ao do viagra. Havia ainda relatos de médicos enxertando testículos animais em homens idosos, com o objetivo de manter os homens "jovens", os espermas eram mandados de volta para o corpo.

E aí amigos, quais desses vocês acham o experimento mais bizarro? Comentem!

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Mateus Graff
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