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7 histórias tensas de tatuagens feitas contra a vontade

POR Cristyele Oliveira    EM Curiosidades      26/09/19 às 16h55

Hoje em dia, as pessoas fazem tatuagens como uma forma de expressão, na maioria das vezes motivadas pela estética. Afinal, a tatuagem se tornou um adereço da moda, e mesmo que ainda haja um certo preconceito com a pintura corporal, hoje, ela é bem melhor vista do que anos atrás.

As pessoas fazem tatuagens desde os primórdios da humanidade. Ou pelo menos, até onde se tem registros. E mesmo que estamos acostumados a pensar em tatuagens como uma forma de expressão de cultura e identidade, nem sempre foi assim. A grande maioria dos povos antigos se marcavam por escolha própria para se auto afirmar dentro de suas tribos. Mas em meio a isso, existem várias histórias de tatuagens forçadas, muitas das vezes usadas como prática de punição ou marcação de propriedade. Confira a seguir, 7 histórias bastante desagradáveis de pessoas que foram tatuadas sem o seu consentimento.

1 - Grécia Antiga

Na Grécia Antiga, quando os escravos se comportavam mal ou cometiam algum crime, eles eram tatuados com o nome da sua desobediência ou crime. Isso foi muito usado como forma de expor os escravos e manter controle sobre eles. Eles usavam marcas específicas para cada tipo de infração. Por exemplo, "roubo e agressão", ficaria uma marcação muito grande e poderia colocar em risco a vida do escravo. Por isso, eles faziam desenhos para cada tipo de infração, já que os escravos só eram valiosos para os seus donos se estivessem vivos.

2 - Império Bizantino

Quando a província armênia se revoltou contra o Império Bizantino, em 793 d.C, os rebeldes foram derrotados. Assim, o imperador Constantino VI que matou os seus líderes, resolveu punir os sobreviventes rebeldes com multas e confiscos. Mas, mais do que isso, ele ainda tatuou, em mais de mil deles, a frase "traidor de Armênia", como forma de punição e marcação. Assim, todos saberiam que eles se voltaram contra o Império e perderam.

3 - China

Na China, as pessoas têm uma crença muito forte sobre o corpo e a sua pureza. Tanto que uma das regras principais do Confucionismo é evitar danos ao corpo, pois ele é um presente. Marcar permanentemente a pele é um ato vergonhoso, tanto para a pessoa, quanto para a sua família. Por esse motivo, a tatuagem é vista como uma séria punição na China histórica. Os códigos penais das dinastias Song e Yuan contam com listas de crimes que têm punição em tatuagens. Por exemplo, se alguém cometer algum crime punível com banimento, ele recebe uma marca quadrada atrás da orelha. Dependendo do tanto de vezes que o criminoso cometia uma infração, a tatuagem era colocada no seu rosto.

4 - Japão

Assim como os chineses, no passado, os japoneses também valorizavam o corpo sem identificações. Em suma, em nome da honra e da família. No início do Japão moderno, a tatuagem era reservada apenas para crimes graves, já que, depois de tatuado, a pessoa era permanentemente banido da sua família e comunidade. Entre os desenhos tatuados estavam barras, cruzes, círculos. E, geralmente, o criminoso era marcado na testa.

5 - Condenados australianos

No século 19, o governo britânico tatuava os seus presos para reforçar a ideia de que o Estado tinha total controle sobre eles. Assim, muitos dos condenados, enviados à colônia penal australiana, tiveram os seus corpos tatuados, sem consentimento como forma de punição. Porém, muitos deles conseguiram mudar o significado dessas marcas. Um deles foi um homem, chamado Aaron Page, que transformou o "D" em seu peito (símbolo de desertor), em um símbolo patriótico.

6 - Prisioneiros soviéticos

As tatuagens eram muito populares entre bandidos na Rússia, durante a era soviética. Isso fica muito evidente em um livro, chamado Enciclopédia Russa de Tatuagens Criminosas. Os prisioneiros de gulags siberianos se tatuavam como forma de mostrar poder e desafiar as autoridades. E mais do que isso, eles ainda tatuavam à força aqueles que os ofendiam.

7 - Auschwitz

Talvez, a história mais bizarra de tatuagem involuntária seja a do Holocausto. No campo de concentração de Auschwitz, os prisioneiros, escolhidos para fazer o trabalho braçal, eram tatuados contra a sua vontade com números de série. Era uma marca de identificação em casos de morte ou fuga. O primeiro grupo a ser marcado foi o dos prisioneiros de guerra soviéticos, trazidos ao campo, em 1941. Um número de série era desenhado no peito de cada preso, com um carimbo de metal. Porém, essas tatuagens desapareciam rapidamente. Então, os nazistas mudaram o método e começaram a usar agulhas, e passaram a tatuar os números no braço.

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Cristyele Oliveira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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