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7 implantes no corpo humano que podem te dar super poderes

POR Mateus Graff    EM Ciência e Tecnologia      27/09/16 às 16h11

Materiais como cerâmicas, nylon, aço inoxidável e titânio são usados para substituir tecidos danificados e melhorar qualidade de vida dos pacientes. Um pouco além disso, algumas pessoas fazem implantes no próprio corpo para ter, digamos assim, super poderes. Já pensou em escutar as cores? Ou simplesmente ouvir um wi-fi? Leia também a nossa matéria com os 7 super poderes que os bebês tem e pouca gente sabe.

Fazer implantes para ter super poderes não é uma coisa tão nova assim, pois no ano de 1998, o professor Kevin Warwick, do Reino Unido, tornou-se a primeira pessoa a ter um implante de chip sob sua pele, depois de receber a provação ética da comunidade cientifica para experimentar em si mesmo e de pedir ajuda para um médico. Pensado nisso, caros amigos, trouxemos para vocês essa matéria com os 7 implantes no corpo humano que podem te dar super poderes, confiram:

1 - Visão noturna

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O peixe-dragão pode ser encontrado nos oceanos no Hemisfério Sul, e ele nada a 1,6 Km abaixo da superfície. Seus olhos possuem uma substância derivada do clorofila que os ajuda a enxergar no escuro. Em março de 2015, os bio hackers Gabriel Licina e Jeffrey Tibbetts queriam experimentar um derivado semelhante a clorina e6, a fim de alcançar uma espécie de visão noturna. 100 miligramas foram compradas de um fornecedor médico por US$ 39. Já conferiu a nossa lista com os 8 super poderes que você não vai acreditar que existem atualmente?

Uma dose pesada poderia queimar os olhos de um ser humano, assim eles resolveram diluir metade da clorina em insulina e soro fisiológico, acrescentando o sulfóxido de dimetilo, um solvente orgânico. Tibbetts injetou a mistura em Licina, e depois de duas horas, ele foi capaz de ver e identificar pessoas a 15 metros de distância em uma área escura 100% do tempo. Até hoje, felizmente Licina não teve efeitos colaterais.

2 - Escutar Wi-fi

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Já pensou em escutar o Wi-fi? O jornalista Frank Swain, de Londres, é parcialmente surdo e usa aparelhos auditivos que podem ser ligados via Bluetooth nos celulares. Ano passando, um amigo do jornalista que é engenheiro sonoro, hackeou o software do seu telefone para enviar melodias e cliques como os de um contador Geiger para seu aparelho auditivo quando detectar zonas de Wi-Fi.

Swain afirma o seguinte: "Eu pego muito mais dados do que você imaginaria. Roteadores geram muitos dados através de seus sinais digitais, incluindo a marca, o tipo de roteador, o provedor de serviços de internet, quer de alta segurança ou baixa segurança. Eu posso até mesmo encontrar a sua localização".

3 - Fones de ouvido implantados

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Rich Lee, um vendedor de St. George, Utah, nos EUA, queria um autêntico fone de ouvido sem fio, e resolveu implantar um imã na pequena saliência (conhecida como trago) na frente de cada orelha. Rich hackeou seu smartphone para enviar áudio para um amplificador de sinal, que por sua vez o retransmitia para um colar-antena em torno de seu pescoço. O colar cria um campo eletromagnético em volta da cabeça de Rich que induz vibrações nos ímãs do ouvido, que o grinder ouve como música. "A qualidade do sim é decente, talvez comparável a fones de ouvidos baratos", diz Rich.

Em outra experiência, Rich conetou o colar em um pequeno microfone no seu calcanhar, que detectava tremores sutis no chão. Ele ainda afirma o seguinte: "Eu podia escutar uma pessoa vindo atrás de mim em uma estrada pavimentada muito antes de poder vê-la".

4 - Ouvir cores

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Neil Harbisson é artista, músico e daltônico, que por isso, acabou vendo o mundo em tons de cinza pelos primeiros 21 anos de sua vida. Mas no dia 2 de dezembro de 2013, em uma clínica de Barcelona, na Espanha, um cirurgião perfurou quatro buracos no osso occipital na base de seu crânio, ancorando uma câmera ao local, sem aprovação ética. A lente da câmera capta a cor de qualquer objeto que Neil olha, e em seguida, um chip dentro de seu crânio transpõe a cor em uma frequência (vermelho torna-se uma nota musical), e depois cada frequência se torna uma vibração na orelha interna de Neil.

A cada poucos meses, o artista tem que carregar uma pequena bateria para alimentar o processador, câmera e sistemas sem fio do seu implante. Bom, o que podemos dizer, é que literalmente Neil escuta as cores.

5 - Controle das coisas

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Chips de identificação legíveis por computador agora são tão minúsculos, cerca de 3mm a 6mm de comprimento, que podem ser inseridos por baixo da pele com auxílio de uma agulha. Usando ímãs, esses chips são implantados sem anestesia, às vezes em lojas de piercings. Usando identificação por radiofrequência (RFID) e comunicação por campo de proximidade (NFC), esses tais chips podem operar dezenas de dispositivos. Podemos armazenar dados e transferir informações, por exemplo, como códigos de acesso a vídeo, tudo com um simples gesto usando as mãos.

6 - Toque eletromagnético

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Como vocês viram vários itens citando os ímãs, essa maravilha é fácil de instalar e estão entre os hacks corporais mais comuns. As pessoas podem incorporar uma variedade de neodímio em forma de barril, do tamanho de um grão de arroz por baixo da nossa pele. Os ímãs são revestidos em materiais bioaprovados, tais como o nitreto de titânio, utilizado em cirurgias de substituição de quadris, silicone e teflon.

Quando a pessoa faz esse implante e encontra um campo eletromagnético, o ímã vibra contra os nervos, permitindo que o usuário sinta coisas como transformadores e fornos de micro-ondas, ou simplesmente clipes oscilando no seu dedo.

7 - Sensor sonar

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Bottlenose é o nome de um dispositivo criado pelo coletivo Grindhouse Wetware, e ele imita a percepção sonar em um kit de US$ 60. Esse hack localiza um objeto em um quarto escuro usando um sensor ultrassônico, e em seguida, envia pulsos eletromagnéticos para um ímã no dedo do usuário, proporcionando uma sensação de coisas como o tamanho e distância de um objeto. Conforme que o usa se aproxima do objeto, as sensações ficam mais fortes. Além desses recursos, essa dispositivo também pode detectar radiação ou a presença de etanol, além de captar sinais de Bluetooth.

Um sensor infravermelho termal pode encontrar objetos quentes, tais como uma fogão ou uma secadora de roupas a vários metros de distância. É possível ainda adicionar sensores para detectar coisas como luz ultra violeta. Se você quiser um dispositivo desses, você terá que vestir um ímã que entrega as mesmas vibrações sensoriais fora da pele, contanto que seja usado dentro do alcance do Bottlenose.

E aí amigos, já conheciam todos esses implantes para termos super poderes? Comentem!

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Mateus Graff
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