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7 maiores descobertas científicas de 2018

POR Leticia Rocha    EM Ciência e Tecnologia      17/12/18 às 16h14

Se você for um leitor assíduo da Fatos Desconhecidos, já deve saber que as inovações científicas e tecnológicas ocorrem frequentemente. Aliás, os avanços da tecnologia têm cooperado para que essas novas descobertas aconteçam de forma ainda mais rápida e relativamente fácil.

São muitas as descobertas, elas vão desde questões que envolvem o espaço, até aquelas que envolvem nossa a saúde e a luta contra doenças que assolam a humanidade. Foram muitas as descobertas nos últimos meses e nós separamos algumas das mais impactantes e relevantes para você ficar sabendo.

Confira agora algumas das maiores descobertas científicas de 2018.

1 - Pais do mesmo sexo e filhos

Esse é um experimento foi realizado com ratos e não existe nenhuma previsão sobre ser utilizado em humanos. Na verdade, não se sabe se isso é possível, mas com ratos, o estudo chinês deu certo. O feito foi realizado através da edição de genes e células-tronco. Os filhotes nascidos de duas fêmeas foram os mais bem sucedidos, pois os animais nasceram saudáveis. Diferente dos filhotes dos dois machos, que não tiveram tanto sucesso. Dos 12 filhotes, apenas 2 sobreviveram.

2 - Partícula fantasma

Os cientistas descobriram uma espécie de partícula fantasma, que não tem massa ou carga, e que por isso é dificilmente encontrada. O outro nome dado a essa partícula é neutrino e ela está em todos os lugares. São minúsculas, tão pequenas quanto elétrons. Para se ter uma ideia, cerca de 100 trilhões de neutrinos passam por nosso corpo a cada segundo. Os cientistas acreditam que essa descoberta pode ajudar a descobrir mais sobre o passado de nossa galáxia e fenômenos que ocorreram há bilhões de anos atrás.

3 - Clones de macacos

Muito se ouve falar sobre animais clonados no passado e os diversos estudos que se desenvolvem nesse sentido. No entanto, a clonagem de primatas sempre foi considerada um desafio, ao menos até o início deste ano. O Instituto de Neurociência de Xangai anunciou que clonou com sucesso dois macacos. O método utilizado no experimento foi similar àquele utilizado com a ovelha Dolly.

4 - Avanços contra o Alzheimer

Os cientistas do Gladstone Institutes de São Francisco, nos EUA, realizaram estudos promissores na cura contra o mal de Alzheimer. Os pesquisadores retiraram células-tronco dos pacientes que sofriam da doença e os compararam com os de pacientes saudáveis. Foi com esses estudos que eles descobriram que gene apoE4 causa o Alzheimer, pois produz uma proteína que danifica neurônios. Com essa descoberta, os pesquisadores mudaram a estrutura das células-tronco doentes e tiraram qualquer vestígio de Alzheimer, depois disso as células ficaram mais saudáveis e viveram por mais tempo. Ainda não se sabe se isso vai levar a cura definitiva da doença, mas é um importante avanço para que isso aconteça.

5 - Reversão da cegueira

Existe um tipo de cegueira que é causada pela degeneração dos olhos e que é relacionada à idade. Esta também é uma das causas mais comuns para a perda da visão. Neste ano, os cientistas conseguiram resultados promissores com dois pacientes cegos. Para isso, os cientistas implantaram um pedaço de células-tronco nas partes danificadas e isso provocou a restauração da visão.  Após o procedimento, os pacientes voltaram a ler e a ver rostos, coisas que não conseguiam fazer antes do tratamento.

6 - Controle de natalidade masculino

Um dos métodos contraceptivos mais conhecidos e utilizados são os anticoncepcionais, que são ingeridos pelas mulheres. No entanto, os pesquisadores parecem estar próximos de viabilizar uma pílula masculina. O undecanoato de dimetandrolona (DMAU) inibe a produção de espermatozoides e deve ser ingerida uma vez ao dia. Diferente das outras pílulas já criadas, essa causou efeitos colaterais mínimos e agora está passando por novos testes. Caso confirmada sua eficácia, teremos um novo método contraceptivo disponível no mercado.

7 - Vacina contra o câncer

Pesquisadores da Universidade de Stanford testaram em ratos uma espécie de vacina contra o câncer. Os especialistas injetaram em camundongos células-tronco pluripotentes induzidas inativadas (iPSCs), que são muito similares as células cancerígenas. O intuito é que essas células injetadas ajudassem o sistema imunológico a tratar e curar o câncer. A maior parte dos ratos apresentou uma redução significativa de seus tumores durante o tratamento. Os cientistas acreditam que caso o experimento seja bem sucedido, no futuro será possível evitar variados tipos de câncer ou ao menos cooperar em seu tratamento. Apesar dos avanços já confirmados, os pesquisadores continuam trabalhando para descobrir se o método seria mesmo efetivo em humanos.

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Leticia Rocha
Jornalista e aprendiz de Dani Noce. No insta é ticia_rochaa
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