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7 novos enigmas e descobertas sobre o Antigo Egito

POR Leticia Rocha    EM Curiosidades      15/10/18 às 18h23
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O Egito foi uma das primeiras grandes civilizações da antiguidade. Durante muitos anos e séculos, a civilização se manteve a frente das outras em vários sentidos: político, religioso, artístico. É também berço das civilizações modernas, já que serviu de base para a organização das grandes potências que existem na atualidade.

Apesar de tão importante, ainda não se esgotou o assunto. Há ainda muito o que pesquisar e descobrir a respeito do Egito Antigo.

Confira agora as novidades recém-descobertas sobre o Antigo Egito.

1 - Esfinge

Essa estátua em arenito de 38 centímetros foi descoberta recentemente, em 2018. Os arqueólogos estavam drenando as águas de um antigo templo faraônico, Kom Ombo, quando encontraram a esfinge. Antes de ser encontrada, outros dois relevos do rei Ptolomeu V foram encontrados, então acredita-se que a esfinge date deste período de 305 a 30 anos antes de Cristo. Os arqueólogos estão estudando o objeto e têm a esperança de que ele seja na verdade um retrato de algum dos monarcas antigos.

2 - Dakhleh Oasis

O Dakhleh Oasis foi encontrado nos restos mortais de 1087 egípcios. Estudos realizados nos corpos diagnosticou câncer em 6 deles. Uma criança com leucemia, um homem com câncer no reto e os demais com HPV. Os estudos mostraram que a doença agia de forma similar com a atualidade. Eles atingiram pessoas entre 20 e 30 anos e parece ter afetado de forma muito similar ao que ocorre agora. Apesar de o câncer já existir há tanto tempo, os egípcios não sabiam do que se tratava. Entendiam que havia um problema, mas não sabiam identificá-lo. Por isso, tratavam apenas os sintomas visíveis como feridas na pele e dores pelo corpo.

3 - Meia listrada

Essa pequena meia, que parece uma meia qualquer de tricô, foi criada há cerca de 300 anos depois de Cristo. Um grande achado para os especialistas que acreditam que os egípcios foram os inventores das meias de malha. Um estudo mostrou que três corantes naturais, originados de plantas, foram usados para dar a cor ao material.

4 - Sarcófago negro

Um sarcófago de granito preto foi encontrado em 2018, em Alexandria. Os estudiosos esperavam encontrar no local os restos de uma grande figura daquele período, no entanto, o que se encontrou foram os restos de três pessoas. Tudo isso mergulhado em uma gosma vermelha. Os estudos realizados revelaram que os corpos datam de cerca de 323 anos antes de Cristo,  mas ainda não se sabe bem sobre quem eles eram ou porque foram enterrados ali.

5 - Cemitério de sacerdotes

O sítio de Tuna el-Gebel já era conhecido, o que não sabiam é que o local é um grande cemitério subterrâneo. O local tem cerca de 2300 anos de idade e pode levar mais cinco anos para que ele seja completamente explorado. Até agora já foram encontrados 40 sarcófagos e a maioria eram de sacerdotes. Além disso, diversos outros itens foram encontrados junto aos restos, como cerâmicas, joias e estátuas de shabti.

6 - Método de mumificação

Apesar de muito se saber sobre os egípcios, um dos grandes mistérios são os métodos utilizados para a mumificação. Não existe atualmente nenhuma sociedade que saiba criar as múmias. No entanto, este ano, os estudiosos descobriram Saqqara uma oficina de embalsamamento. Cinco múmias estavam na oficina e outras 35 no poço de enterro.

Os estudos permitiram descobrir que a técnica demorava cerca de 70 dias para ser concluída. Primeiro o corpo era lavado, em seguida os órgãos eram retirados e então o corpo secava no sal durante 40 dias. Feito isso, o corpo era enrolado em linho e tratado com óleos, parando por aí. Os estudiosos ainda não sabem quais óleos eram utilizados, a ordem ou quantidade usada. Testes químicos estão sendo realizados com o intuito de descobrir isso e desvendar o grande mistério da mumificação.

7 - Poço de mãos

Em 2017, os arqueólogos encontraram nas ruínas de Avaris, quatro poços com cerca de 16 mãos cortadas. Dois dos lotes estão localizados no que se acredita ter sido a sala do reino. As mãos direitas, datam de 3600 anos atrás. Isso confirma uma prática já conhecida dos hieróglifos em que as mãos eram cortadas pelos soldados e trocadas com o rei por uma recompensa.


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Leticia Rocha
Jornalista e aprendiz de Dani Noce. No insta é ticia_rochaa
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