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7 países que trocaram as suas bandeiras ao longo da História

POR Nádia Lima    EM Curiosidades      26/09/19 às 18h18

Devido a conflitos, mudanças internas e até novas regulamentações, as nações sempre estão suscetíveis à transformações. Em suma, isso não é diferente em relação do símbolo nacional de cada país, as bandeiras.

Esse emblema visual, representativo de um Estado soberano, não é um ícone qualquer. A bandeira carrega toda a história de um povo, suas convicções, lutas e esperanças. Devido às mudanças de poder, declaração de independência, novas leis, esses símbolos têm sofrido mudanças, ao longo do tempo.

Fique por dentro e confira a lista de alguns países que modificaram seus símbolos e saiba os principais motivos dessas alterações.

#1- Canadá

O multiculturalismo é predominante no país, por causa de sua colonização realizada por franceses e ingleses. Essa questão também influenciou na escolha da primeira bandeira da nação, para unir essas duas concepções de vida, idioma e religiões diferentes.

Então, no início da colonização, foi adotado um pavilhão vermelho, que trazia a bandeira do Reino Unido e o escudo das províncias que aderiram à confederação. Logo mais, em 1924, o escudo foi substituído pelo brasão de armas do Canadá. Atualmente, o estandarte conta com duas listras vermelhas laterais. No centro, sobre um fundo branco, está a folha de bordo.  Um concurso chegou a discutir a possibilidade de que um urso ou alce fosse o escolhido para estampar o símbolo da nação.

#2 - Líbia

A bandeira da Líbia foi substituída em 2011, após a queda do ditador Muammar Gadafi. Durante sua permanência no governo, o ditador alterou o estandarte do país e tentou implantar uma bandeira mais criativa, inspirada no Panarabismo. Entretanto, não houve uma identificação da população com  novo emblema. Dessa forma, um símbolo da união acabou sendo simplificado, até o ditador ser deposto de seu cargo.

#3 - Rússia

O primeiro estandarte do país partiu de uma inspiração da URSS e de todas as Repúblicas Soviéticas, que adotaram essa referência. A troca veio com o fim da União Soviética, quando a nação adotou a atual bandeira branca, azul e vermelha.

#4 - Malauí

Com forma de afirmar ser um país desenvolvido, o ex-presidente de Malauí decidiu alterar o sol nascente vermelho, que estampava o pavilhão nacional. Dessa forma, ele ordenou a troca por um sol completo e branco no centro. Assim que o presidente morreu, a nova liderança voltou a usar a bandeira antiga.

#5 - África do Sul

A República da África do Sul ainda traz as feridas do regime de segregação racial, o apartheid, interrompido em 1994, com a primeira eleição multirracial. Para buscar aprimorar sua identidade visual, o país trouxe uma nova vertente para a bandeira, que foi adotada em 1994, na eleição de Nelson Mandela. O formato foi pensado para que fosse algo temporário. Mas, as seis cores foram tão bem recebidas, que viraram permanentes.

#6 - Mianmar

O país, até 1989, chamava-se Birmânia ou Burma (nome oficial), passando a ser chamado de Mianmar com o objetivo de eliminar os vestígios do colonialismo europeu. A Junta Militar, que governava o país, mudou a bandeira e realizou as primeiras eleições em vinte anos. O estandarte ganhou uma faixa horizontal amarela no topo, verde no centro e vermelha embaixo, com uma estrela branca no meio. Todas as alterações foram realizados sem nenhum tipo de argumentação.

#7 - Brasil

Sim! Nosso país já teve diversos símbolos diferentes. Com a independência, proclamada em 7 de setembro de 1822, o território já sofreu com intensas transformações. E também com a bandeira nacional, não foi diferente. Você pode não acreditar, mas o Brasil já teve 13 bandeiras oficiais. As mudanças recentes foram bem pequenas. Em síntese, tendo alterações no número de estrelas, eram 23 até 1991, que passaram a ser 27, no ano seguinte para, dessa forma, incluir os estados criados a partir de 1982.

Uma curiosidade sobre as cores da nossa bandeira: o verde e o amarelo foram mantidos da bandeira imperial do Brasil. Em suma, eles representavam, respectivamente, as casa Bragança, de Dom Pedro I, e a casa de Habsburgo, de D. Leopoldina.

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Nádia Lima
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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