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7 pessoas que tiveram suas vidas arruinadas por fazer a coisa certa

POR Jesus Galvão    EM Curiosidades      29/10/19 às 12h27

Sim, em nosso mundo, já aconteceram muitas coisas ruins. Inúmeras ocasionadas pelas mãos de pessoas mal intencionadas, com sede de poder e grandiosa ganância. Entretanto, bem como muitas cosias más, centenas de outras coisas maravilhosas também já foram feitas.

Apesar de tantos vilões, muitos são aqueles a quem podemos chamar de heróis. E esses nem sempre são retratadas da melhor forma. Ou, ao menos, como deveriam. Pensando nisso, hoje, preparamos uma lista com algumas das pessoas que tentaram fazer do mundo um lugar melhor, mas, acabaram tendo suas vidas arruinadas. Confira!

1 - Huge Thompson

Durante a Guerra do Vietnã, centenas de civis sul-vietnamitas, em sua maioria mulheres e crianças, foram executados por soldados do exército dos Estados Unidos sem motivo tático. Tal evento ficou conhecido como Massacre de M? Lai. Diante disso, a opinião das pessoas em relação à guerra começou a mudar.

Em 16 de março de 1968, enquanto os soldados abriam fogo contra todos os vietnamitas que encontravam pelo caminho, o major Hugh Thompson Jr., indo contra todo o seu treinamento, pousou seu helicóptero e apontou suas armas contra seus companheiros.

Ele prometeu que, se os americanos continuassem a matar os civis, ele dispararia. Assim, as tropas pararam e a carnificina acabou. Voltando à base, Thompson relatou o incidente aos oficiais superiores.

Porém, as pessoas, naquela época, não viram seu feito como um ato heroico. Na verdade, por 30 anos, o exército se recusou a reconhecer o trabalho de Thompson. Além de receber ameaças de morte e o desprezo das pessoas. No entanto, cerca de oito anos antes de sua morte, ele finalmente foi reconhecido com a Medalha do Soldado.

2 - Joseph Goldberger

Aproximadamente 3 milhões de pessoas foram diagnosticadas com pelagra, no sul dos Estados Unidos, no início do século XX. Quase 100 mil pessoas morreram. O médico e epidemiologista, Joseph Goldberger, deixou a cidade de Nova York para ajudar a lidar o problema. A causa da pelagra é uma deficiência alimentar de ácido nicotínico. Porém, isso não era algo claro para os médicos da época.

No entanto, as experiências de Goldberger o levavam a crer que a doença possuía vínculo com uma dieta pobre. Na verdade, para Goldberger, o "estilo de vida sulista", em relação à alimentação, estava deixando as pessoas doentes. O que foi extremamente rejeitado.

Porém, assim que um grupo de pessoas começou a ser tratado com uma dieta nutritiva, eles recuperaram sua saúde. Ainda assim, as pessoas não reconheciam o que Goldberger afirmava. O médico continuou a insistir na ideia até a sua morte, em 1929. A pelagra só seria curada no sul dos EUA, no final da década de 1940.

3 - Kevin Carter

Muitos de nós conhecemos a icônica foto de Kevin Carter, onde um urubu aguarda uma criança a morrer. Carter começou sua carreira documentando distúrbios raciais, guerras, entre outros problemas na África do Sul. A imagem, capturada em 1993,  ajudou a alertar o mundo sobre a fome sudanesa. A foto gerou muitas controvérsias, porém, Carter acabou ganhando o Prêmio Pulitzer.

Na recepção do Pulitzer, muitas pessoas teceram muitas críticas ao fotógrafo. Algumas pessoas o acusavam de ter encenado tudo. Enquanto outras pessoas diziam que ele não fez nada para aliviar o sofrimento da criança na foto. Isso afetou o fotógrafo fortemente e ele começou a ter diversos problemas. Dois meses após ganhar o prêmio, aos 33 anos, ele estava morto.

4 - Chiune Sugihara

Logo no início da Segunda Guerra Mundial, o diplomata japônes Chiune Sugihara, que se encontrava na Lituânia, emitiu vistos de trânsito para milhares de refugiados judeus. Foi então que um telegrama de Tóquio, vindo do Ministério das Relações Exteriores, o proibiu de emiti-los. No entanto, Sugihara e sua esposa, Yukiko, forjaram milhares de vistos.

Acredita-se que, com isso, Sugihara tenha salvo ao menos 6 mil pessoas das câmaras de gás de Hitler. Ao retornar ao Japão o diplomata não foi muito bem recebido. Isso porque ele havia desafiado as ordens de seus supervisores. Ele foi então demitido e teve sua reputação manchada perante a sociedade.

Sua família passou a viver na pobreza. O Japão só reconheceu tudo o que ele havia feito pelas pessoas em 2000, 14 anos depois de sua morte.

5 - Oliver Sipple

Em 22 de setembro de 1975, Oliver Sipple, um ex-fuzileiro naval, enquanto realizava um passeio, acabou encontrando o então presidente dos Estados Unidos, Gerald Ford. Em meio a uma multidão de pessoas, uma mulher chamada, Sarah Jane Moore, puxou um revólver calibre 38. Não familiarizada com a arma, Moore disparou e acabou causando um ferimento não letal no presidente.

Pronta para disparar novamente, Sipple, a agarrou e tirou sua arma. Imediatamente, ele se tornou um herói nacional. Porém, tudo começou a se desfazer, quando as pessoas começaram a descobrir que ele era gay. Incluindo seus familiares, que o abandonaram. Ele chegou a ser proibido de ir ao funeral de sua mãe.

Devido a isso, ele começou a beber muito e desenvolveu um quadro de esquizofrenia. Seu estado mental apenas piorava à medida que o tempo passava. Em janeiro de 1989, aos 47 anos, seu corpo foi encontrado sem vida.

6 - Robert O'Donnell

Em 14 de outubro de 1987, uma bebê de apenas 18 meses, chamada Jessica McClure, caiu em um buraco no quintal de uma casa no estado do Texas (EUA). Tudo parecia estar perdido, mas uma grande força tarefa foi feita para resgatá-la. A operação levou cerca de 58 horas. O bombeiro Robert O'Donnell, depois de um longo período de trabalho, emergiu do chão segurando a menina.

A repercussão do caso foi tamanha que o bombeiro, logo após o feito, estava dando entrevistas, participando de programas de televisão e sendo visitado por grandes personalidades. Entretanto, O'Donnell parecia agora viver por sua fama, e segundo aqueles que conviviam com ele, o bombeiro não falava de outra coisa.

Porém, a medida que as negociações de livros e a fama diminuíam, ele começou a ter fortes enxaquecas. As dores eram aliviadas com inúmeros analgésicos. Porém, isso acarretava em problemas de estômago. O excesso de medicações acabou lhe custando o casamento e seu emprego. Em 1995, aos 37 anos, ele foi encontrado morto.

7 - Gareth Jones

Holodomor ou 'Holocausto Ucraniano' foi o nome atribuído ao genocídio criado por Josef Stalin, no comando da União Soviética, ao deixar milhares de pessoas morrerem de fome, durante os anos de 1932 a 1933. Acredita-se que mais de 10 milhões de pessoas tenham morrido.

No entanto, as pessoas não acreditavam no que estava acontecendo. Assim, o jornalista galês, Gareth Jones, foi enviado até a Ucrânia. Ao chegar la, por todos os lugares que passou, ele pôde observar, e relatar em seus diários, os rastros da morte. Em março de 1933, Jones retornou e publicou o artigo, que expunha a verdade ao mundo.

Porém, diversos artigos e a mídia em geral descreditavam o artigo publicado pelo jornalista. Jones foi desacreditado como sensacionalista. Entretanto, ele acabou ganhando um prêmio Pulitzer por seu relatório.

Então pessoal, o que acharam da matéria? Deixem nos comentários a sua opinião. Posteriormente, não esqueçam de compartilhar com os amigos.

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Via   Listverse  
Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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