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7 piores tipos de execução já realizados

POR Júlia Marreto    EM Curiosidades      04/07/16 às 19h41

É indiscutível o requinte utilizado pelo ser humano para matar, de forma eficaz, seus semelhantes. Contatamos isso observando as armas utilizadas nas novas guerras dos séculos XX e XXI, e instrumentos que os estados tenham implementado como métodos de execução, como o garrote.

Ainda nos dias de hoje existem países que utilizam a pena de morte como castigo, mesmo sendo verdades que são cada vez menos, é certo que as "tecnologias" usadas em alguns deles são terríveis, vale lembrar que ainda existe o apedrejamento entre os mulçumanos, por exemplo.

Também é importante lembrar que nosso intuito é único e exclusivo de informar e entreter. Não temos o objetivo de criticar, julgar, nem impor verdades absolutas. Por isso, nessa matéria nos referimos àquelas pessoas que se identificarem com seu conteúdo. Sendo assim, tentemos nos entreter.

E foi, justamente, pensando nessas pessoas que a redação do Fatos Desconhecidos selecionou uma listinha com 7 piores tipos de execução já realizados. Confira:

1 - Enforcamento e esquartejamento

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Se te parece pouco, espere até entender o processo. Essa era a maneira mais comum para castigar as pessoas acusadas de traição na Inglaterra que, naquela época, era o pior tipo de crime que se poderia cometer. Mas, era destinada apenas aos homens, as mulheres, pelo menos delito, eram queimadas vivas em fogueiras.

Esse método se manteve em vigor até, mais ou menos, 1814. A primeira parte do processo consistia em amarrar o réu a uma moldura de madeira e arrastá-lo, utilizando cavalos, até o local onde seria executado. Logo em seguida, era enforcado, mas não até a morte.

Depois era colocado sobre uma mesa, na qual o carrasco iria eviscerá-lo (arrancar suas vísceras) e não suficiente, queimar seu intestino. Após esse ato, o acusado era decapitado e esquartejado. Seus pedaços eram enviados para os quatro cantos da Inglaterra, no intuito de "servir de lição".

2 - Ling Chi

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Foi um dos métodos de execução mais praticados na China, até 1905. Tratava-se da refrigeração da pessoa, condenando-a à morte lenta e dolorosa. O prisioneiro era amarrado a uma cruz, depois o executar cortava parte por parte do corpo, utilizando um machado com uma lâmina bastante afiada.

Começando pelas coxas e peito, logo depois passando para as articulações e, então, para as partes que se destacam, como nariz, orelhas, dedos das mãos e dos pés, etc. E não para por aí, depois ia-se cortando pulsos, tornozelos, cotovelos, joelhos, ombros e quadris. Enfim, o esfaqueava no coração e cortava-lhe a cabeça.

3 - Morte por fervura

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Uma macabra maneira de matar alguém. O prisioneiro era colocado, nu, dentro de um reservatório grande algum líquido fervente, ou bem frio, para condenar, de uma vez, quem estivesse ali dentro. O líquido podia ser alcatrão, chumbo derretido, óleo, ácido ou água; com qualquer um desses a morte era certeira.

Durante o reinado de Henrique VIII, esse método era utilizado em pessoas acusadas de "envenenadores". Várias pessoas acusadas de tentativa de intoxicação foram executadas dessa forma. Em tempos mais modernos, Idi Amin, ex-presidente da Uganda, utilizava esse método com seus inimigos.

4 - A roda

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Fazendo parte da nossa lista de execuções mais terríveis, a roda tem um lugar de destaque. Foi um castigo medieval utilizado especialmente na Suécia, Holanda, França, Escócia, Itália e Alemanha, além da pena de morte nos casos de crimes graves, como traição e homicídio grave.

A pessoa era bem amarrada a um banco ou a uma cruz, e o carrasco começava a quebrar todos os ossos e articulações da pessoa com um pé de cabra, mantendo a cabeça intacta, tomando cuidado para que o acusado não sofresse hemorragia interna. O objetivo era dobrar pernas e braços do acusado, para os lados opostos, claro.

Então, era colocado em uma roda de carroça, com os braços abertos, para que percorressem o perímetro do círculo, a cabeça tocando os tornozelos (para que isso fosse possível, era preciso deslocar as pernas). A roda era colocada sobre um eixo fixado na terra, permanecendo na horizontal e no alto. A pessoa sofria para respirar, por causa de seus ossos totalmente quebrados. Podiam agonizar por horas e até um dia inteiro.

5 - Esfolamento

Tiepolo, Martyrdom of St Bartholomew 1722.jpg

Esse método é de um requinte de crueldade terrível. A pessoa era cuidadosamente "descascada", no intuito de manter a pele intacta. A esfola tem sido uma prática de diferentes lugares do mundo.

O apóstolo Bartolomeu fora esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Seus ossos e pele são relíquias em uma catedral na Sicília. Os assírios também esfolavam vivos seus inimigos, expondo as peles como um aviso. Assim como os astecas, usavam o esfolamento de suas vítimas em rituais de sacrifício humano mas, após a morte.

6 - Escafismo

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Foi uma maneira de matar utilizada bastante no Antigo Império Persa, de acordo com os gregos, que eram seus inimigos por volta de 401 a.C. O indivíduo era colocado em uma caixa de madeira, que tinha cinco buracos, um para a cabeça e o restante para pernas e braços.

Em seguida, o carrasco jogava leite e mel nas partes que estavam fora da caixa, o objetivo era atrair moscas e outros insetos. Mas, primeiro, era dado ao prisioneiro enormes quantidades de leite, para que causasse diarreia.

O que atraía moscas e outros insetos para o ânus da pessoa, fazendo com que estes se alimentassem das fezes e da pessoa, como um "alimento vivo". O condenado demorava alguns dias para morrer, provavelmente por desidratação, fome e choque séptico.

7 - Serragem

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A pessoa era pendurada de cabeça para baixo, com as pernas afastadas. O corpo era cortado ao meio, começando pela virilha. Pendurado de cabeça para baixo o cérebro recebia mais sangue, mantendo o acusado vivo até que os órgãos vitais fossem atingidos. Na versão Asiática, o prisioneiro era colocado ao contrário, e o corte era iniciado pela cabeça.

Obviamente, esses métodos de execução, além de matar, tinham, principalmente, o objetivo de causar a maior quantidade de sofrimento possível às pessoas acusadas. O que acharam desses métodos? Já conheciam? Conhecem algum outro que não citamos na listagem acima? Sugestões, dúvidas, correções? Não se esqueçam de comentar com a gente!

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Júlia Marreto
É a dona de um coração esculpido pela literatura e preenchido pelos bons vinhos de Baco. Guiada nas artes da vida por Ares, possui a discreta delicadeza de um elefante pulando carnaval numa loja de cristais! Movida diariamente pelo combustível da vida: o café, essa garota possui raízes profundas na poesia da vida. É muito séria, mas sabe brincar na hora certa. Ama os animais e detesta filme de terror. Apesar de cantar mal, canta com sentimento. E adora musicais! Sua principal tentativa desportiva é o baralho. Ela gosta mesmo é de coisas antigas, apaixonada pela vida e sonha com o universo. Instagram: , @juliamarreto
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