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7 realidades brutais sobre viver na China durante a ditadura de Mao Tsé-Tung

POR Bruno Dias EM Curiosidades 26/03/19 às 18h10

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República Popular da China, também conhecida simplesmente como China, é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo, com mais de 1,38 bilhão de habitantes, quase um quinto da população da Terra. Além de ser o mais populoso do mundo, o território chinês é o terceiro maior do mundo em extensão territorial, com pouco menos de 9,6 milhões de quilômetros quadrados, atrás apenas da Rússia e do Canadá.

Uma figura bastante conhecida é Mao Tsé-Tung. Foi ele quem introduziu o seu próprio tipo de comunismo na China e manteve o país fechado por décadas. E as pessoas podem se perguntar como era a vida que a população tinha quando esse líder se transformou em um ditador. Aqui falamos algumas coisas sobra a vida dos chineses sob o regime de Mao.

1 - Guerra civil

Em 1949, Mao tomou o poder e essa mudança veio através de um conflito implacável que começou depois da segunda guerra sino-japonesa, em 1945. Na guerra com o Japão, a China ficou dividida em três: a parte controlada pelo Japão, a controlada por Mao e outra com os nacionalistas do Kuomingtang, sob o comando de Chiang Kai-Shek.

Com a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, eles saíram da disputa. E as partes que ficaram levaram ao confronto que ficou conhecido como Guerra Civil Chinesa. As tropas nacionalistas eram de início maiores, mas com o passar do tempo, o comunismo foi ganhando mais adeptos. E em 1949, o país foi declarado República Popular da China.

2 - Revolução cultural

No anos de 1966, Mao lançou sua Revolução Cultural com o objetivo de reviver os esforços comunistas feitos pelo país. Ele esperava que essa revolução ajudasse a China a se tornar o último país socialista, e que isso ia fazê-lo ser o homem que levou o planeta ao socialismo. Além dele conseguir se livrar das pessoas que não o apoiavam. O resultado desse fortalecimento do comunismo foi na verdade abater as pessoas que se opunham a ele.

Mao fez com que os fiéis ao seu partido atacassem qualquer pessoa com roupas "burguesas", placas que eram interpretadas como imperialistas e membros de partidos opositores, que foram assassinados ou levados ao suicídio. O que essa revolução conseguiu foi levar a China à uma década de fome e violência sem sentido.

3 - Culto de Mao

O culto à personalidade era uma parte importante do governo de Mao. Ele mostrava o quão benevolente o líder do país era e como ele era um visionário ideológico. E para que essa imagem se fixasse, os erros e fracassos do seu regime eram subestimados ou atribuídos a outros membros do partido.

Esse culto vendia o partido como uma necessidade. Com o passar do tempo, a imagem de Mao se tornou uma figura icônica e incontestável.

4 - Campos de trabalho

Em 1949, foram criados os campos de Laogai, que eram uma rede de campos de trabalho no mesmo modelo dos gulags soviéticos. Eles serviam para trabalho e reeducação e tinham regras que impediam os oficiais de torturar e abusar dos prisioneiros. Mas essas regras eram puramente teóricas. Os presos que não faziam sua cota diária de trabalho eram torturados.

5 - Execuções

Entre 1947 e 1957, o regime comunista matou aproximadamente cinco milhões de civis. O regime de Mao usou táticas de violência e medo para que a oposição fosse silenciada, isso foi feito usando pessoas comuns. O que Mao queria era virar as pessoas umas contra as outras. E quando todos estivessem com as mãos sujas, ninguém poderia voltar atrás.

Pessoas foram enterradas vivas, amarradas e desmembradas. Além disso, o regime sempre fazia execuções públicas em estádios.

6 - Anarquia de 1967

Essa anarquia tirou várias pessoas do poder, o que fez com que Guarda Vermelha tentasse obter uma fatia do poder. E isso gerou várias batalhas que levou quase a anarquia total.

7 - Grande Fome

Pelas razões do regime comunista, várias dezenas de milhões de pessoas morreram de fome. A Grande Fome aconteceu entre 1959 e 1961, e cerca de 30 milhões de pessoas padeceram ser ter o que comer.


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Bruno Dias
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