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7 vezes que objetos inanimados foram parar em tribunais

POR Jesus Galvão    EM Curiosidades      10/08/18 às 17h22

É muito comum que pessoas que infringiram as leis sejam levadas a julgamento por seus crimes. Porém, apesar de incomum, muitos objetos inanimados também já "sentaram" no banco dos reús. Apesar de parecer algo impossível e até mesmo engraçado, trata-se da mais pura verdade.

Aqui na Fatos Desconhecidos já escrevemos sobre a história do ex-líder croata que bebeu veneno no tribunal e os 7 crimes terríveis que não foram cometidos por humanos. Hoje, listamos algumas vezes que os réus nos tribunais nem de longe eram humanos e como foram motivados esses processos. Confira!

1 - Motel

O Departamento de Policia de Tewksbury, Massachusetts, e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em 2012, moveram uma ação contra um motel, que pertence a Russ Caswell e que foi construído em 1955 por seu pai. Nos EUA, uma lei permite que o governo tome uma propriedade caso seja provado que o local é utilizado para cometer algum tipo de delito.

As motivações por trás do processo movido pelos governantes seriam dinheiro. Eles planejavam vender o motel, após confiscá-lo, por cerca de 1,5 milhão de dólares. Eles argumentaram que traficantes utilizavam o local para venda de drogas. No entanto, eles não conseguiram provar qualquer envolvimento dos donos da propriedade com este tipo de "negócio" e perderam a causa.

2 - Barbatanas de tubarão

Em 2002, a Guarda Costeira dos EUA apreendeu uma embarcação que transportava barbatanas de tubarão e que estava a caminho da Guatemala, onde seriam vendidas. O navio estaria violando uma lei que proibia a venda de barbatanas de tubarão. Num primeiro momento, a embarcação, King Diamond II, foi nomeada como réu no processo. Porém, após uma alteração foram definidas como réus, as barbatanas de tubarão apreendidas.

A empresa que havia contratado os serviços do navio, Tai Loong Hong Marine Products (TLH) perdeu o processo. Porém, eles recorreram da decisão na justiça em 2008, alegando que o King Diamond II não era um navio de pesca e não estava vendendo as barbatanas, além do que eles apenas haviam recebido a mercadoria e fariam o transporte. A TLH então conseguiu ganhar a ação.

3 - Um galo de ouro

Em julho de 1960, um galo feito de 6,4 quilos de ouro 18 quilates, feito para promover um restaurante em um cassino, foi parar num tribunal. Isso porque a peça encomendada pelo dono do cassino infringia uma lei aprovada em 1934, onde os norte americanos deviam entregar todo o ouro ao Departamento do Tesouro dos EUA.

O Departamento argumentava que o galo de ouro era uma ferramenta de comércio, uma vez que tinha sido usado para fins publicitários. No entanto, os advogados por parte do Cassino conseguiram encontrar uma brecha na legislação e evitar que a peça de ouro fosse confiscada.

4 - Esqueleto de Tiranossauro

Um leilão promovido em Dallas, no Texas, iria leiloar ossos de um Tarbossauro (Tarbosaurus bataar), porém uma ordem judicial impediu o evento de acontecer. A ação foi movida pelo governo da Mongólia que alegava que o fóssil de 70 milhões de anos havia sido escavado ilegalmente no país e levado aos Estados Unidos.

Como não havia evidências legais que o suposto dono do fóssil, Eric Prokopi, havia obtido a peça ilegalmente, o tribunal então teria direcionado as acusações ao próprio conjunto de ossos. Uma revista na casa de Prokopi conseguiu mais tarde provar suas ações criminosas, além de encontrarem outro esqueleto de Tarbossauro no local.

5 -  37 fotografias

Em 1971, cerca de 37 fotografias foram apreendidas na alfândega dos EUA por conter cenas consideradas obscenas e que infringiam uma lei que proibia a importação de material pornográfico. As imagens haviam sido levadas ao país por Milton Luros. Luros planeja incorporar as imagens em um livro sobre posições sexuais. O tribunal então decidiu que a lei que proibia o material era inconstitucional e as fotos então foram devolvidas.

6 - 124 mil dólares

O dinheiro foi apreendido em maio de 2003, em Nebraska, EUA, dentro de um pequeno refrigerador quando o carro de Emiliano Gomez Gonzolez foi parado por excesso de velocidade. O carro alugado não estava no nome de Gonzolez, o que fez com que a policia suspeitasse de algum tipo de ação criminosa por parte do homem.

Em 2006, quando o caso foi a julgamento, a defesa de Gonzolez argumentou que, na verdade, todo o dinheiro era para a compra de um caminhão em Chicago. Porém, ao chegarem lá, o caminhão já havia sido vendido. No inquérito criminal, o Estado acusava Gonzolez de tráfico de drogas. Após diversas argumentações, o tribunal concluiu que o dinheiro deveria ser devolvido ao homem e ele foi isento das acusações.

7 - US $ 8.850

Uma lei nos EUA obriga todas as pessoas que entrarem no país em porte de mais do que 5 mil dólares a fazerem uma declaração prévia e a apresente na alfândega. Porém, Mary Josephine Vasquez, ao chegar do Canadá, possuía cerca de 8.850 dólares sobre o seu poder, não declarados. Quando questionada pelos agentes da Alfandega, Vasquez mentiu afirmando possuir menos de 5 mil dólares.

O dinheiro então foi apreendido e a mulher passou a ser suspeita de tráfico de drogas. Mesmo conseguindo provar o seu não envolvimento com o crime organizado, Vasquez não conseguiu recuperar seu dinheiro, uma vez que os advogados do governo alegaram que ela havia mentido para agentes federais. No entanto, numa apelação posterior a decisão foi revertida.

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Via   Listverse  
Imagens Pepnews
Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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