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8 casos de pessoas que acabaram com suas vidas por colar e plagiar

POR André Quincas    EM Entretenimento      16/12/15 às 16h34

Já ouviu falar que "quem não cola não sai da escola"? Pois é. De fato o nosso sistema de ensino privilegia a nossa capacidade de armazenar informações, de decorar dados. Talvez por não valorizar a interdisciplinaridade o processo de compreensão, nosso método de ensino leva alguns alunos a recorrerem a colas e a plagio de trabalhos acadêmicos. Mas essa pode ser uma péssima opção.

Uma cola no ensino fundamental ou médio pode manchar seu histórico escolar e, dependendo do caso, comprometer seu ingresso na faculdade. Um plágio na faculdade impede a conclusão do seu curso. Agora, um plágio em uma pós graduação pode acabar com a sua reputação mesmo que seja descoberto 30 anos depois.

Os casos que apresentamos são os maiores casos de colas e plágios dos quais o mundo tem notícia. Confira:

1- Harvard

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Em 2013 a conceituadíssima Universidade Harvard, nos Estados Unidos, expulsou alunos que estavam sendo investigados por suspeita de cola. A Universidade tem um teste que pode ser feito em casa e em um grupo de 125 estudantes os professores encontraram respostas iguais. Depois da investigação, constatou-se o esquema de cola e a instituição optou pela expulsão de 60 dos 125 alunos.

2-  USP

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Em 2011 ocorreu um caso de plágio resultou na demissão de um professor. A Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto realizava um estudo que investigava se uma substância isolada da jararaca seria útil contra o vírus da dengue. O principal autor da pesquisa foi acusado de copiar imagens de trabalhos de 2003 e 2006 sem dar crédito aos autores, que eram da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em sua defesa, o professor disse que o erro havia sido de uma das alunas que trocara as imagens, mas sem má intensão.

3- Universidade Federal do Pará

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Outro caso de plágio acadêmico famoso no Brasil foi de um entomólogo da UFPA. Entomologia é a parte da Zoologia que trata de insetos. O pesquisador teve um artigo anulado por uma revista científica internacional porque teria copiado na íntegra partes de trabalhos já publicados. Ele teria ainda pego partes de um livro sobre entomologia da editora internacional Springer. O livro havia sido cancelado pela editora, mas a Springer é uma notória editora científica internacional e o plágio foi descoberto quando o aluno tentou publicar seu artigo.

4- The Economist

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Em 97 um estudante de 15 anos venceu um concurso de redações promovido pelo jornal The Guardian. Quando o jornal publicou a redação do jovem, descobriram que ela havia sido copiada, palavra por palavra, de uma coluna da revista The Economist. Ele devolveu o prêmio de 200 libras que havia recebido e justificou o plágio dizendo que não sabia que a The Economist era uma revista muito lida. (OI?!)

5- Mestrado

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Se você achou que cola e plágio eram coisa de criança ou que chegavam no máximo à faculdade, olha só essa história: Em 2013, um advogado que entregou sua dissertação de mestrado foi obrigado a pagar uma indenização de 15 mil reais a uma ex aluna da PUC do Rio Grande do Sul. Um professor da banca reconheceu na tese do advogado trechos do trabalho de conclusão de curso feito pela aluna em 2007. Além da indenização ele teve que republicar o trabalho atribuindo a autoria da tese à referida aluna.

6- Autoplágio

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Temos aqui uma categoria de plágio que você não conhecia. E cometido por um deputado! Gabriel Chalita (PMDB - SP) apresentou a mesma tese para concluir dois mestrados. Ele virou mestre em ciências sociais em 1994 pela PUC - SP. Para obter o título de mestre em direito, em 1997, ele apresentou um trabalho que era 75% reprodução do primeiro. Segundo o jornal Folha de São Paulo, os dois capítulos principais e a conclusão eram idênticos.

7- Chefe de Estado palhaço

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Direto da Hungria vem outro político plagiador. O ex presidente húngaro, Pál Schmitt, renunciou ao cargo em 2012 quando foi acusado de copiar 180 das 215 páginas de sua tese de mestrado, apresentado em 1992. As 180 páginas copiadas eram de um autor francês que Pál traduziu. Na ocasião da renúncia, a revista Magyar Narancs estampou uma capa com o político usando nariz de palhaço.

8- Ministra da Educação

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Na Alemanha, em 2013, a então Ministra da Educação Annette Schavan, renunciou ao cargo depois de ter perdido o título de doutora pela Universidade Heinrich Heine sob a acusação de ter copiado sua dissertação. Segundo a investigação, Annette copiou sistematica e intencionalmente partes de sua tese com a intenção de enganar. O trabalho foi apresentado em 1980.

Se você já se deu mal por colar, deve ter ficado tranquilo em saber que teve gente tão bem posicionada e acima de suspeitas se dando mal por isso, não? Quais outros casos você conhece de gente que se ferrou por cola e/ou plágio?

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Via   Revista Língua     UOL     Folha  
André Quincas
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
As categorias Terror, Sobrenatural, CreppyPasta e entretenimento têm como único objetivo de entreter. Não devem ser utilizadas como fontes de artigos científicos ou trabalhos escolares.
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