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9 fotos pós morte muito assustadoras que vão te deixar sem dormir

POR Júlia Marreto    EM Creepypasta      02/08/16 às 17h33

As fotografias "post mortem", também conhecidas como fotografia da morte, era algo muito comum em uma época em que as câmeras fotográficas não eram acessíveis. Às vezes, também conhecido como "memento mori", a fotografia da morte era o ato de fotografar uma ente querido que havia falecido, logo após o ocorrido. Para muitos, tirar fotos era caro e demorado, e não era uma prática que acontecia muitas vezes, de modo que essas fotos, por vezes, eram as únicas coisas que restavam, para os que ficavam, lamentar.

Tudo começou em 1839, com a invenção do daguerreótipo. Esta foi a primiera introdução do processo fotográfico. Em 1839, as coisas não eram tão simples e rápidas como hoje em dia, que tiramos "selfies" e postamos na mesma hora. Levava-se vários minutos para realizar uma única fotografia, o que significava que as famílias eram forçadas a se sentar ao redor de seus entes queridos, falecidos, para serem fotografados. Muitas vezes, os indivíduos eram colocados em certas posições, com os olhos abertos, como se estivessem vivos, para aqueles que olhassem as fotos se lembrassem da pessoa como era antes de morrer.

Como a fotografia avançou e tornou-se muito mais acessível e popular, a necessidade da fotografia "post mortem" diminuiu consideravelmente. Entretanto, a fotografia de morte, por incrível que pareça, ainda é usada hoje em dia. A prática é usada principalmente para fins criminosos, como fotografar cenas de crimes. Ao invés de tirar fotografias de hoje, os membros da família são capazes de registrar centenas de fotos durante toda a vida, deixando a fotografia "post mortem" sem propósito. Embora sem propósito, atualmente, esse tipo de fotografia ainda se mantém como uma parte de nossa história.

E, para manter essa parte da história da fotografia, passando o conhecimento, a redação da Fatos Desconhecidos selecionou uma listinha com 9 fotos pós morte muito assustadoras que vão te deixar sem dormir. Confira:

1 - Os animais também são parte da família

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Nossos animais de estimação são, muitas vezes, mais parte da família que outras pessoas. As pessoas postam mais fotos de seus animais de estimação do que de amigos ou familiares. Nos falam sobre eles como se fossem seus filhos e, praticamente sempre, são os melhores amigos do dono, sim! Portanto, faz total sentido as pessoas, mesmo naquela época, quererem uma lembrança de seu bichinho. Na foto acima, todas os humanos estão vivos, apenas o cachorro é que faleceu. Você pode imaginar o quão rica era essa família para que fosse registrada uma foto do cachorro. Apesar de fazer mais sentido do que muitas outras, pelo menos nessa, as irmãs estão vivas. Também é menos assustador do que pensar que pessoas faziam bichinhos de pelúcia ou esculturas de seus animais.

2 - Pode ser um pouco difícil dizer quem está vivo

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Através desses truques que os fotógrafos utilizavam, que faziam as pessoas mortas parecerem vivas, é extremamente difícil dizer que está verdadeiramente vivo. Na imagem acima, você consegue identificar quem está morto? Parece que o da direita está morto, por causa de sua postura simples e do que parece ser um suporte atrás dele. Se você achava que o da direita está morto, você está certo. Mas, se acha que é o da esquerda, também está certo. Sim, na verdade, os dois homens estão mortos.

3 - Olhos eram pintados nas fotografias

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Às vezes, quando era especialmente difícil fazer com que o ente querido aparentasse ter um olhar vivo, os olhos eram pintados na imagem, depois de terem sido impressas, no intuito de aparentar vividez. Como se a imagem original não fosse assustadora o suficiente, a adição dos olhos faz com que a imagem se torne ainda mais arrepiante. O único tipo de fotografia disponível era preto e branco, por isso muitas vezes as pessoas também adicionavam tonalidades de vermelho ou rosa nas bochechas, para fazer com que a pessoa parecesse "mais viva". À primeira vista não parece algo tão ruim mas, uma vez que você percebe que a criança (como na foto acima) está morta, é um tanto quanto arrepiante, e muito difícil de tirar essa imagem da cabeça. Outro detalhe é que, muitas vezes, juntamente à pessoa, eram colocadas flores, como um sinal de perda e luto.

4 - Eram muito caras

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Essas fotografias "post mortem" eram muito mais difíceis de serem obtidas e exigiam muito trabalho, resultando num orçamento bastante alto. Mesmo hoje em dia, a fotografia profissional é cara. Um casamento pode custar mais de cinco mil, por fim de semana. Imagine como eram caras naquela época, quando pouquíssimas pessoas tinham câmeras e as habilidades necessárias para tirar a foto. E você não podia simplesmente imprimi-la ou compartilha-a através das mídias sociais. Ao invés disso, era preciso pagar suprimentos para obtê-la impressa, o que significava que muitas vezes só existiam uma cópia da foto. Se encontrar um fotógrafo já era difícil e caro, imaginem só encontrar um que estivesse disposto a trabalhar com pessoas mortas. Por isso, a maioria das fotos que existem de pessoas mortas, pertenciam a famílias ricas.

5 - Às vezes, mais de uma pessoa estava morta

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Assim como no item dois. Por conta das dificuldade de acessibilidade à fotografia, quando várias pessoas morriam de uma vez só, eram fotografados em uma única foto, ao invés de cada um ter sua própria fotografia. Na foto acima, uma mãe e seus trigêmeos foram registrados. Infelizmente, a mãe e dois de seus filhos estavam mortos, provavelmente por desnutrição. Também era comum muitas pessoas morrerem de uma vez, por conta das inúmeras doenças, altamente contagiosas.

6 - Faziam poses com seus objetos preferidos

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Assim como todos nós enterramos entes queridos com alguma coisa que eram muito apegados e/ou que teve um grande significado em suas vidas, na época da fotografia "post mortem", as pessoas faziam quase a mesma coisa. As crianças, por exemplo, eram colocadas, muitas vezes, com seus brinquedos favoritos e, os adultos, com algum livro ou item frequentemente utilizado. Era algo a mais para se lembrar da pessoa, de como ela era quando viva. A menina da foto acima foi colocada entre suas bonecas, para parecer que havia adormecido enquanto brincava.

7 - O indivíduo falecido está mais aparente

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Devido ao longo de tanta exposição, a pessoa falecida fotografa está mais clara na imagem. Isso porque, mesmo quando estamos tentando fazer o nosso melhor para não nos mexermos, ainda fazemos pequenos movimentos involuntários. Isso resulta em uma aparência mais turva e instável na foto, por parte dos indivíduos que estão vivos, em relação àquele que está morto.

8 - Às vezes era preciso que alguém ficasse atrás, segurando

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Depois que morrem, por um tempo, os corpos se tornam muito moles e não há rigidez nos músculos que os mantenham apoiados, na posição vertical. Portanto, a fim de fazer com que as pessoas parecessem vivas, muitas vezes utilizavam algum mecanismo de sustentação, o mesmo que aconteceu na imagem do item dois. Os fotógrafos utilizavam o mesmo mecanismo que se utiliza hoje para marionetes, haviam fios presos nas costas, para segurar a pessoa, além da cabeça e braços.

9 - "Memento Mori" quer dizer "Lembrar a Morte"

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As fotografias "post mortem", também eram conhecidas como "Memento Mori", o que pode ser traduzido como "lembrar a morte" ou "lembrar os mortos". Não só faz um papel de "memorial" para a pessoa que faleceu mas, também, age como um lembrete aos vivos de que um dia todos vão morrer. Levando a crer que a morte deve ser algo abraçada e não temida. Essas fotos podem parecer horríveis, assustadoras, hoje em dia, mas eram uma prática muito comum para aqueles que viviam naquela época. Ao longo de culturas, em todo o mundo, as pessoas têm sido conhecidas por mudar constantemente seus hábitos de luto. Inclusive, existem rituais "post mortem" muito mais assustadores do que registros fotográficos.

Então pessoal, o que acharam? Talvez alguns não tenho achado tão assustadores assim. Pelo menos quando pensamos que naquela época, essa prática, era algo comum. Sugestões, dúvidas, correções? Não se esqueçam de comentar com a gente!

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Via   The Richest  
Imagens The Richest
Júlia Marreto
É a dona de um coração esculpido pela literatura e preenchido pelos bons vinhos de Baco. Guiada nas artes da vida por Ares, possui a discreta delicadeza de um elefante pulando carnaval numa loja de cristais! Movida diariamente pelo combustível da vida: o café, essa garota possui raízes profundas na poesia da vida. É muito séria, mas sabe brincar na hora certa. Ama os animais e detesta filme de terror. Apesar de cantar mal, canta com sentimento. E adora musicais! Sua principal tentativa desportiva é o baralho. Ela gosta mesmo é de coisas antigas, apaixonada pela vida e sonha com o universo. Instagram: , @juliamarreto
As categorias Terror, Sobrenatural, CreppyPasta e entretenimento têm como único objetivo de entreter. Não devem ser utilizadas como fontes de artigos científicos ou trabalhos escolares.
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