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A história da mulher que tem duas vaginas

POR A redação EM Lendas Urbanas 10/09/15 às 19h45

capa do post A história da mulher que tem duas vaginas

Famosa mundialmente por seu canal no Youtube a estrela Cassandra Bankson, recentemente surpreendeu os seus seguidores ao fazer uma revelação no mínimo estranha, ela nasceu com duas vaginas. A guru da maquiagem que já tem mais de 750 mil seguidores, só descobriu isso recentemente.

O canal vaginal duplo se desenvolve durante a embriogênese, quando existe uma fusão incompleta das partes inferiores dos dois ductos mullerianos que formam a vagina de uma mulher normal. Como resultado, acontece a duplicação do canal vaginal. Pode haver também duplicações associadas a um duplo colo do útero.

A condição de alguém que tem um canal vaginal duplo pode ser assintomática e a pessoa pode não estar ciente da sua condição. O útero didelfo é uma má malformação uterina, acontece durante a formação do bebê. O útero duplo tem duas cervices separadas, e muitas vezes, uma vagina dupla também.

O normal durante a formação dessa região do corpo feminino, é os dois ductos de muller se fundirem em apenas um, mas nessas mulheres isso acaba não ocorrendo, assim elas ficam com um duplo colo de útero e geralmente uma vagina dupla. A causa da falha de fusão dos ductos não é conhecida. Os defeitos associados a essa condição podem afetar a vagina, o sistema renal e, menos comumente, o esqueleto.

Essa condição é tão rara que existem menos de 100 casos conhecidos no mundo todo.Técnicas úteis para investigar a estrutura de útero são a ultra-sonografia transvaginal, histerossonografia, ressonância magnética e histeroscopia. Mais recentemente ultra-sonografias 3D tem sido defendidas como um excelente método não-invasivo para avaliar malformações uterinas.

Útero didelfo é muitas vezes confundido com um septo uterino completo. Muitas vezes, mais do que um método de investigação é necessário para diagnosticar com precisão a condição. O diagnóstico correto é fundamental para o tratamento dessas duas condições. Enquanto a maioria dos médicos recomendam a remoção de um septo uterino, eles geralmente concordam que é melhor não operar quem tem um útero didelfo. Em ambos os casos, um endocrinologista reprodutivo altamente qualificado deve ser consultado para saber qual é o tratamento mais adequado.

E você nossa leitora que está lendo agora, imagine só uma condição dessas? Estranho não?


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