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A marinha americana está estudando o uso da "fofura" como arma

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      31/03/20 às 15h59

As redes sociais são muito utilizadas, hoje em dia, estão crescendo cada vez mais e sendo usadas. Elas são uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, que são conectadas por vários tipos de relações. E as pessoas costumam compartilhar seus valores e objetivos.

Elas são usadas tanto por jovens, adultos e até os idosos estão se adaptando, cada vez mais, às novas tecnologias. O objetivo de todas elas é que as pessoas compartilhem aquilo que gostam, tem interesse ou o que estão fazendo em determinado momento. Mas existem algumas pessoas, que parecem não entender o jeito certo de usar a rede social. E vivem compartilhando, coisas desnecessárias.

Por outro lado, tem aqueles que compartilham absolutamente tudo. E uma coisa que parece ser um consenso independente do perfil das pessoas em redes sociais é o compartilhamento de coisas fofas.

E se baseando nisso, o Escritório de Pesquisa Naval (ONR, sigla em inglês) está estudando como as emoções fazem com que pessoas compartilhem informações na internet. Principalmente como a percepção de fofura faz com que as coisas sejam mais compartilhadas.

O que eles pretendem, com esse estudo, é prever qual será a disseminação e o alcance de determinado conteúdo. Seja meme, gatos ou anime. E saber o alcance principalmente se o conteúdo estiver associado com uma mensagem sombria.

Compartilhamento

Uma das coisas mais controversas da internet é o chamado "clickbait", que é uma manipulação da manchete, para chamar mais a atenção do leitor. E com isso, é fácil com que as pessoas compartilhem conteúdos negativos. Mas o que faz com que as pessoas compartilhem conteúdos positivos e fofos é outra história.

O ONR fechou uma parceria com especialistas acadêmicos. Eles estudam como as pessoas percebem o amor e como a fofura afeta na hora de compartilhar coisas na internet. E tentam entender isso.

De acordo com a  Força Futura de Ciência e Tecnologia Naval (NST, sigla em inglês), até o ISIS fez o uso de imagens dos seus combatentes com gatos. Isso provavelmente era uma referência a um companheiro do profeta, Abu Huraira, que gostava muito de gatos.

Esses animais são usados, para que façam com que uma mensagem negativa ou de conteúdo duvidoso tenha mais chances de ser compartilhada. Ou até mesmo percebida de uma forma positiva.

Fofura

O fato é que a percepção do que é fofo é diferente para cada um. É uma coisa que as pessoas sabem quando veem. Uma das melhores definições é apontada pela NST, que é o termo sanskirt "kama muta". Isso quer dizer "sentimento de sentir calor no coração ao ver coisas fofas e infantis". E no âmbito da internet, vemos que isso pode muito bem ser animais como cachorros e gatos.

"Ao determinar maneiras de medir a fofura e as reações emocionais a estímulos fofos, é possível realizar análises estatísticas sobre o impacto do conteúdo fofo. E reações no compartilhamento de mídia social. Para provar essa hipótese, os pesquisadores realizaram um estudo piloto em 2018 usando o Twitter para testar o papel de diferentes emoções no compartilhamento de mídia social. Como esperado, os pesquisadores descobriram que os tweets, contendo imagens fofas ou comportamento fofo, e tweets, que evocavam respostas emocionantes, eram mais prováveis. Para ser compartilhado", explicou o NST.

O que o ONR quer entender é o porquê as pessoas compartilham imagens e memes engraçados. E também como as emoções positivas, como o kama muta, podem ser usadas para reprimir o conteúdo negativo.

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Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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