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Casal gay adota bebê com HIV que havia sido rejeitado por 10 famílias

POR Jesus Galvão    EM Compartilhando coisa boa      18/10/19 às 12h05

Recentemente, as pessoas, na internet, ficaram muito emocionadas com uma história muito peculiar. Um casal decidiu adotar uma bebê, que havia sido rejeitada por dez outras famílias por ser HIV positivo. A menina foi adotada por Damian Pighin, de 42 anos, e Ariel Vijarra, de 39. Eles são o primeiro casal gay a se casarem na província de Santa Fé, na Argentina, onde vivem atualmente.

Desde 2011, o casal havia decidido expandir sua família e adotar uma criança. No entanto, o casal foi deixado na lista de espera por longos 3 anos. Porém, em 2014, esse sonho se tornou possível. Na época, o casal recebeu uma ligação sobre um bebê recém-nascido chamado Olívia e que havia sido diagnosticada com HIV positivo.

Aquela era uma oportunidade única para o casal, e o status sorológico da menina pouco importava a eles. Afinal, esta não deveria ser uma barreira para o amor. A pequena Olívia, antes de encontrar Damian e Ariel, foi apresentada à dez outras famílias e foi rejeitada, por todas elas, por causa de seu diagnóstico. Felizmente, o casal argentino abriu os braços para recebê-la e lhe dar um lar amoroso.

Eles levaram Olivia para casa, quando ela tinha menos de um mês de idade. Atualmente, eles são pais de duas meninas adotivas, Olivia e Victoria. O segundo bebê foi adotado pelo casal em 2015, quando uma mulher ouviu sobre a história do casal e queria que eles adotassem sua filha.

Assim, eles o fizeram, e Victoria se juntou à família. As meninas possuem a mesma idade. Embora o aniversário de Olívia, que completará 5 anos de idade, seja comemorado em outubro e o de Victoria em fevereiro. Tanto Ariel quanto Damien trabalham para uma ONG, chamada Acunar Familias, que ajuda os casais a adotarem crianças que foram rejeitadas.

Uma nova vida

"Assim que a vi, senti que ela fazia parte da minha vida. A conexão foi imediata. Nós a seguramos em nossos braços, demos a ela a mamadeira e ela olhou para nós com os olhos bem abertos, sem chorar", disse Ariel.

Olivia respondeu muito bem ao tratamento contra o HIV. Tão logo a menina foi adotada, e os cuidados com sua saúde iniciaram, ela começou a ganhar peso. Há alguns anos, a família recebeu a grande notícia de vírus não era mais detectável em Olivia. Assim, a menina terá possibilidade de viver uma vida uma vida longa e saudável.

Mesmo ainda não havendo cura para o HIV, o tratamento reduz significativamente o vírus no organismo. Até chegar um ponto em que ele não é mais detectado. Uma carga viral indetectável significa que a pessoa, convivendo com o HIV, não mais o transmite e o vírus não é mais capaz de prejudicar seu sistema imunológico.

De acordo com o portal Pink News, a história chamou a atenção das pessoas na internet, apenas alguns meses depois que um novo estudo, chamado PARTNER2, provou que existe risco zero de transmissão do HIV, durante o tratamento antirretroviral. O que é mais um motivo para comemorar na luta contra o HIV.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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