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Cemitério de 5,6 mil anos é encontrado por crianças em parquinho da escola

POR Diogo Quiareli    EM História      31/05/19 às 15h49

O nosso mundo é composto por diversas coisas "secretas", não é mesmo? O passado deixou diversos artefatos, construções e até mesmo restos mortais capazes de nos revelar um pouquinho sobre determinadas eras. Alguns achados recentes no Egito, revelaram parte da história de alguns faraós e líderes do Egito Antigo. Do outro lado do mundo, no Peru, foram encontrados recentemente alguns corpos que datam centenas de anos. Dessa vez, a França contou com uma grande descoberta que pode dizer muito sobre tempos que passaram. Alunos de uma escola primária de Saint-Laurent, na França, encontraram um cemitério que data 5,6 mil anos.

Essa descoberta aconteceu, na verdade, em 2006. As crianças estavam brincando quando viram algo que parecia com ossos humanos. Foram chamamos estudiosos a respeito e, após muito tempo, foi dado um resultado. Somente agora, em 2019, os estudos a respeito das escavações foi publicado. A equipe de arqueólogos que estudavam o caso, escavou 30 ossadas, sendo 20 adultos e 10 crianças. Essas estavam enterradas em uma cova de apenas 50 centímetros de profundidade. Segundo uma análise de radiocarbono feita nos dentes, os corpos diferem 2 mil anos de idade.

"Agora sabemos que as pessoas estavam realmente voltando para esse local e enterrando seus corpos lá de novo e de novo, do Neolítico à Idade do Ferro". Essas foram as palavras de Hannah James, membro da pesquisa, em um comunicado. "Estamos olhando para os restos de 3600 a.C., até por volta de 1250 a.C.", completou ela. Os especialistas especulam e estranham sobre o local escolhido para ser o cemitério daquela época. Isso porque ele estaria localizado em uma área particularmente óbvia ou de prestígio.

"Não é uma colina ou um local óbvio, então há algo mais sobre esse sítio que levou as pessoas a voltar e usá-lo", disse James. A equipe que estudou todo o caso também foi capaz de descobrir a alimentação que era levada por aquelas pessoas. Isso foi possível através de análise de isótopos. Ainda de acordo com James, todos os indivíduos examinados se alimentavam de coisas vindas da terra. Eles não pescavam nas proximidades de onde moravam. Em particular, um desses indivíduos aparenta ter nascido em um local de clima um tanto mais frio. Ele teria sido transportado para aquele cemitério somente após a sua morte.

Cemitério

Além disso, os arqueólogos encontraram diversos metais, cerâmicas e ossos de animais no mesmo local. Isso dificultou bastante a identificação dos restos humanos no cemitério. "Todos os restos do esqueleto estão misturados e estamos lidando com minúsculos fragmentos de ossos", contou James. Para os especialistas, o número real de pessoas enterradas por lá pode ser ainda maior do que isso. Eles continuarão os estudos no local até que possam encontrar mais coisas e esclarecer ainda mais a história daquele lugar.

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Via   Revista Galileu  
Diogo Quiareli
Geminiano, 25 anos, goiano.
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