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As coisas mais bizarras que empresas e cientistas já fizeram com cadáveres!

POR Rafael Miranda    EM Creepypasta      27/11/14 às 16h07
capa do post As coisas mais bizarras que empresas e cientistas já fizeram com cadáveres!

Quando chega a hora da morte, nós geralmente somos enterrados ou cremados. Nossa forma física é reduzida a uma mera lembrança. Mas alguns de nós continuarão se aventurando pelo mundo. Abaixo está uma coleção de histórias sobre cadáveres que evitaram o seu "destino tradicional" e desde tornaram bonecos de teste até cobaias para os mais diversos tipos de análises. Confira:

1. Petrificação de cadáveres

A humanidade sempre teve a ideia de preservar cadáveres. A múmia mais antiga conhecida é a de uma criança do povo Chinchorro, uma cultura pré-histórica que viveu de pesca ao longo da costa árida do atual Chile e Peru.

O anatomista italiano Girolamo Segato foi bastante obcecado com práticas funerárias egípcias. Ele passou várias expedições arqueológicas para o Egito, onde se tornou intimamente familiarizado com o processo de mumificação. Após seu retorno à Itália, Segato revelou uma técnica extraordinária de preservar cadáveres chamada "petrificação artificial".

O italiano tinha descoberto um processo químico pelo qual ele poderia realmente petrificar, em muito pouco tempo, toda substância animal, preservando permanente a sua forma e textura interna, em um estado de dureza muito alto.

Segato morreu em 1836, destruindo todas as suas anotações antes de seu falecimento. Sua coleção de cadáveres preservados está no museu do Departamento de Anatomia, em Florença. Apesar de vários estudos, o método de petrificação da Segato permanece um mistério até hoje.

2. Venda de cadáveres em conserva

Meio século antes do Canal do Panamá ser construído, um ferrovia foi construída para ligar os oceanos Atlântico e Pacífico. Homens vieram de todo o mundo para trabalhar na estrada de ferro, muitos sem qualquer identificação ou parentes próximos.

Muitos trabalhadores contraíram doenças como a febre-amarela, malária e cólera e acabavam morrendo. O número de mortos poderia facilmente ter ultrapassado 10 mil. A Panamá Railroad Company, responsável pela construção, ao invés de enterrar os corpos, conservou milhares de cadáveres e os vendeu para as escolas de medicina para serem cobaias.

3. Bonecos de Crash Test

Muitos dos testes de colisão realizados em veículos podem ser feitos com manequins. Entretanto, o potencial de um trauma em acidentes de carro só pode ser verdadeiramente medido utilizando corpos humanos reais. Pesquisas com cadáveres já se arrastam por décadas, embora as montadoras tentem minimizar seu uso.

A Administradora Nacional de Tráfego e Segurança em Rodovias nos EUA, em conjunto com o financiamento de montadoras, realiza testes com cadáveres a cada ano. Nos últimos anos, as montadoras já passaram a fazer esses testes virtualmente utilizando modelos de computador.

4. Robôs que comem cadáveres

No verão de 2009, foi anunciado que robôs militares dos EUA estavam sendo projetados para ingerir cadáveres humanos como fonte de energia. A criação macabra chamado EATR ™ (Energetically Autonomous Tactical Robot) pode operar em para sempre, sem reabastecimento se consumir qualquer biomassa disponível na região.

A empresa logo voltou atrás e afirmou que durante o desenvolvimento a "biomassa" que os robôs utilizariam como alimento seria de origem vegetal.


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Rafael Miranda
Criando forças para segurar o forninho de cada dia. Instagram: @rafaelmiranda17
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