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Como é a vida da mulher que chega ao ''clímax'' 6 horas por dia?

POR Jesus Galvão    EM Curiosidades      18/09/19 às 17h50

O orgasmo é o ápice do prazer, durante uma relação sexual. No entanto, as palavras ainda enfrentam uma certa dificuldade para descrever, exatamente, como são as sensações, sentidas por todo o corpo, durante o clímax. Os franceses possuem um modo muito peculiar de chamá-lo. Por lá, o orgasmo é chamado de La Petite Mort, a pequena morte.

No entanto, tudo o que está em exagero, acaba se tornando prejudicial, não é mesmo? Isso não seria diferente neste tema. Agora, imagine você, involuntariamente, tendo até 180 orgasmos, em cerca de duas horas. Por mais que isso pareça surreal, essa a realidade enfrentada pela estadunidense, Cara Anaya.

A mulher, de 30 anos, reside no estado norte americano do Arizona. Ela foi diagnosticada com Transtorno de Excitação Genital Persistente. O que significa que ela precisa suportar uma excitação constante, por cerca de 6 horas, todos os dias. Anaya, que possui um filho, foi diagnosticada com o distúrbio, há três anos.

Anaya enfrenta orgasmos espontâneos, onde quer que esteja. Seja no supermercado, na escola, ou, até mesmo, quando leva seu filho para brincar no parque. "É embaraçoso, confuso e humilhante", disse ela.

"Quando você está perto de crianças, sente-se um pervertido, porque tem todos esses sentimentos realmente fortes correndo pelo corpo ao mesmo tempo. Isso prejudicou muito meu envolvimento na vida de meu filho porque me sinto muito suja para fazer parte dela. Queremos que ele seja um garoto normal, mas ao mesmo tempo ele não pode ter amigos por perto, porque a mãe tem essa condição".

O começo do problema

Anaya se casou com seu marido, Tony Carlisi, há 11 anos. A mulher tem evitado estar em meio à outras pessoas, além de seus familiares, e espaços públicos, devido a sua condição. "Eu tive que aprender a controlar para evitar transparecer minha excitação, mantendo a cara séria, aprendendo a respirar, através dela. Porém, isso vai crescendo, cada vez mais, dentro de mim e é esmagador", disse ela. "Isso me faz rir por causa da alta momentânea, e externamente eu pareço bem, mas interiormente é uma tortura".

O transtorno se desenvolveu de repente, e se manifestou, pela primeira vez, enquanto ela fazia compras há três anos. Ela estava caminhando por uma loja quando percebeu que estava se sentindo excitada, por tudo o que ela via, cheirava ou tocava. De acordo com Anaya, ela se sentia confusa e começou a entrar em pânico. No entanto, a excitação continuou e ela caiu no chão, sendo, repentinamente, atingida por diversos orgasmos seguidos.

Antes de desenvolver tal condição, a estadunidense trabalhava como garçonete. No entanto, agora, Anaya se vê obrigada a permanecer em casa, uma vez que ela não consegue voltar ao trabalho, pois tem vergonha de explicar sua condição a seus colegas de trabalho.

"Você não pode dizer ao seu futuro chefe: 'Talvez eu não possa entrar hoje porque sofro de orgasmo', ele pensaria que você estava inventando", disse Anaya. "Está arruinando minha vida, porque mexe com sua cabeça. Seu corpo passa por inúmeras sensações, então isso realmente afeta seu humor", completou.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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