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Como funciona um teste de Q.I.? É possível trapacear?

POR Isabela Ferreira    EM Ciência e Tecnologia      13/06/17 às 17h42

Ter a sensação de ser mais, ou menos, inteligente que alguém é algo que nos persegue desde a infância. Com certeza na escola sempre tinha aquele que tirava as notas mais altas, que tinha o desempenho bem melhor que o dos colegas, mas também tinha aquele que ficava disperso sem entender muito bem o que estava acontecendo. Muito se escuta falar em testes de Q.I. e em como eles podem apontar o grau de inteligência de alguém, mas, será que você sabe mesmo como esses testes funcionam?

Desenvolvido no século 20 pelo francês Alfred Binet, o quociente de inteligência (Q.I.) utiliza escalas para definir o grau das habilidades cognitivas de uma pessoa, por meio de avaliações a partir da divisão da idade mental, que é definida por meio da análise de conhecimentos que ela possui, pela idade cronológica, que é a real. Ao obter esse resultado, o valor deverá ser multiplicado por 100.

A criação desse teste ocorreu pois constatou-se na época, que as crianças tinham diferentes formas de aprender: algumas eram mais  lentas enquanto outras aprendiam em um ritmo bem mais acelerado. Alfred então, foi chamado para desenvolver um método que fosse capaz de solucionar a questão, e foi aí que, com ajuda do psicólogo Theodore Simon, desenvolveu a primeira escala de inteligência.

Hoje em dia é muito comum encontrar testes do gênero na internet. Com o advento da tecnologia, as pessoas consomem muito conteúdo em pouco tempo, sem se preocupar com a veracidade do que se submetem a ler/fazer. Para que se tenha assertividade nos resultados, o teste de Q.I. deve ser aplicado por um profissional, geralmente com o intuito de descobrir algo em relação ao comportamento, dificuldades e facilidades de uma pessoa no aprendizado.

É importante destacar que o teste de Q.I. não deve ser tomado como uma verdade absoluta, pois avalia apenas habilidades racionais, deixando de fora o lado emocional e criativo, que também fazem parte da inteligência humana.

É muito fácil burlar esses testes quando são feitos online e sem acompanhamento, já que há possibilidades de cair na tentação de pesquisar por respostas na internet. Porém, estudos ainda mostram que as memórias recentes podem ser acionadas pelo cérebro, facilitando resolver os testes. A inteligência é uma habilidade que pode ser trabalhada e exercitada, portanto, o seu Q.I. de hoje pode ser diferente do ano que vem.

Então pessoal, o que acharam? Já fizeram algum desses testes de Q.I? Compartilha aí com a gente!

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Isabela Ferreira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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