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Como os cientistas salvaram a vida de um cão que perdeu metade do crânio

POR Toni Nascimento EM Curiosidades 04/10/18 às 14h25

capa do post Como os cientistas salvaram a vida de um cão que perdeu metade do crânio

A vida útil de um cão é bastante curta perto da dos seres humanos. Eles vivem cerca de 14 ou 15 anos, enquanto os seres humanos passam - fácil - dos 70 anos de idade. Consequentemente, quando os cães completam 9 anos de idade, eles já estão idosos. A cachorrinha que protagoniza essa matéria, da raça dachshund (aqueles do tipo salsicha), sabe muito bem que com a idade, problemas de saúde podem vir juntos. Sem aviso prévio, ela teve um tumor cerebral, que estava empurrando perigosamente o seu cérebro e a sua órbita ocular.

médica veterinária e oncologista da Universidade de Guelph (Canadá) e a cirurgiã de pequenos animais Galina Hayes, da Universidade Cornell (EUA), Michelle Oblak, trabalharam de forma inesperada para salvar o bichinho da doença. Após perder boa parte do crânio como consequência da doença, a médica substituiu a parte ausente de crânio por uma placa impressa em 3D, fabricada pela empresa de tecnologia médica Adeiss. Por incrível que pareça, foi a primeira vez que esse procedimento médico foi efetuado na América do Norte.

Tecnologia

A cabeça da cachorra já estava muito maior que o normal (como a foto que ilustra essa matéria mostra) e estava começando a pesar. Michelle Obla fez um protótipo mapeado da sua cabeça e do seu cérebro, podendo criar uma réplica que seria duplicada na impressora 3D. Essa tecnologia permitiu a médica poder fazer a cirurgia, sabendo que após a retirada do tumor, a cadela teria o crânio reconstituído, podendo voltar a viver normalmente. No vídeo abaixo, você será capaz de ver as explicações detalhadas da veterinária para o procedimento feito no cão (em inglês):

Personalização

Se não houvesse uma impressora 3D, o processo padrão seria usado no cão: placa de titânio. A diferença para o crânio 3D, é que ele é personalizado. Ela explica que a impressão 3D "desloca o foco de um implante que foi projetado para uso comum que requer modificação em um paciente, para um implante específico para o paciente que foi projetado diretamente para ele", explicou a Michelle Obla. O procedimento já aconteceu há 6 meses e a cadelinha está bem.

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Toni Nascimento
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