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Conheça o menino que com 7 anos tem seu próprio banco

POR Jesus Galvão    EM Entretenimento      05/10/18 às 17h10
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José Adolfo Quisocala Condori, um menino peruano de 7 anos de idade, é dono de um banco e já planeja expandir seu empreendimento por todo o país. Quando José surgiu com a ideia que parecia uma grande loucura, muitas pessoas riram do menino, incluindo seus professores e colegas de classe.

Ele chegou a propor a seus professores para criar um banco estudantil, em sua cidade Arequipa. Entretanto, José foi chamado de "louco", pois um menino não teria condições de empreender tal projeto. O menino disse a jornal local que até mesmo chegou a ser intimidado por outros alunos.

O banco de José

O pequeno José preferiu acreditar em seu potencial e na força de seu projeto e foi à luta. Atualmente, o Bartselana Student Bank possui cerca de dois mil clientes. O banco estudantil começou suas atividades com apenas 20 crianças cadastradas. José deverá se encontrar com executivos de um grande banco peruano para expandir suas atividades para todo país.

A ideia de criar um banco surgiu quando Condori percebeu que seu colegas de classe estavam usando o dinheiro que seus pais lhe davam de forma irracional. Eles 'torravam' tudo em doces e brinquedos. Assim, o jovem decidiu que ajudaria seus colegas a economizarem os poucos trocados que ganhavam.

Além de que os "clientes" de seu banco teriam uma outra vantagem: gerar renda através da reciclagem. Resíduos sólidos dos clientes são coletados pelo banco de José e vendidos para uma empresa de reciclagem que os transformam em papel higiênico. O dinheiro da venda dos resíduos vai diretamente para a conta do cliente, que só poderá saca-lo quando atingir uma meta de poupança. Nem mesmo os pais da criança podem retirar o dinheiro.

José recebeu inteiro apoio de alguns representantes de sua escola para levar o projeto adiante. Seu futuro é promissor e suas palavras inspiram e geram confiança naqueles que ouvem o menino discursar. "Não me sinto intimidado em me reunir com executivos de bancos para falar sobre negócios. O tratamento é sempre cordial e, para ser honesto, me sinto mais à vontade com os adultos porque eles entendem os projetos que proponho", afirmou Condori.

Então pessoal, o que acharam da matéria? Deixem nos comentários a sua opinião e não esqueçam de compartilhar com os amigos.


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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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