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Conheça o navio grego naufragado há 2,5 mil anos e virou museu submarino

POR Diogo Quiareli    EM Curiosidades      07/08/20 às 12h32
capa do post Conheça o navio grego naufragado há 2,5 mil anos e virou museu submarino

O passado do mundo chama muito a atenção de todos nós, não é mesmo? O antigo Egito, Roma e suas tradições milenares e, é claro, a Grécia. A Grécia Antiga foi uma civilização pertencente a um período da história grega. A mesma abrange desde o Período Homérico, dos século XII a IX a.C., até o fim da antiguidade, 600 d.C. Tudo o que tem a ver com a Grécia chama a atenção de pessoas do mundo inteiro. Há diversos estudiosos que buscam informações sobre o cotidiano grego no passado. Inclusive o país se tornou um dos maiores e mais populares destinos turísticos de todo o mundo.

Arqueólogos descobrem, com frequência, objetos que chamam a atenção e muitas vezes ajudam a desvendar um pouco mais da história. Um navio grego foi encontrado e despertou a curiosidade de estudiosos do mundo inteiro. O mesmo foi encontrado no fundo do mar Egeu, próximo à ilha grega de Alonissos. Trata-se do naufrágio Peristera, um navio de carga que levava 4 mil ânforas de argila. provavelmente elas estavam cheias de vinho quando a embarcação afundou. Estima-se que esse navio tenha afundado no final do século 5 a.C. e foi descoberto nos anos 1990. Agora, será o primeiro a receber visitas na Grécia. Essas devem acontecer entre 3 de agosto e 2 de outubro.

Navio grego que virou museu turístico

De acordo com historiadores, esse é o maior navio desse tipo já descoberto no fundo do mar. O achado serviu ainda para transformar a compreensão dos especialistas sobre embarcações. Estudiosos do caso pensavam, originalmente, que esse tipo de construção naval se originava com os romanos. No entanto, esses destroços de Peristera provaram que eram os gregos que estavam à frente do assunto. Ainda não podemos confirmar o que causou o naufrágio do navio grego.

Acredita-se que possam ser feitas mais descobertas no local. Isso porque nem todos os locais foram ainda escavados. Embora algumas pistas apontam para um incêndio a bordo, especialistas não têm certeza se foi isso mesmo que causou o desaparecimento do navio. A madeira foi decomposta com o tempo, mas os visitantes poderão ainda encontrar uma paisagem vasta e interessante a cerca de 30 metros debaixo d'água. Esse local ainda virou morado de esponjas e peixes que deram cores diferentes à cerâmica e prometem encantar os mergulhadores.

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Via   Revista Galileu  
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Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
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