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Conheça os tubarões-fantasmas, criaturas que parecem ter vindo do inferno

POR Leticia Rocha    EM Mundo Animal      05/10/18 às 16h04

O fundo do oceano é algo que até pouco tempo não era muito explorado pelo homem. A escuridão, a alta pressão e o ambiente inóspito dificultou a exploração do local. No entanto, isso mudou e a cada dia são descobertas novas espécies assustadoras fantasmagóricas, como é o caso destes tubarões-fantasmas.

Os animais foram encontrados há cerca de 3 mil metros de profundidade e compõem três espécies diferentes. Não se tem ainda muitas informações a respeito da espécie, mas estudos estão sendo realizados.

Tubarões-fantasmas

Foram encontradas três tipos diferentes de tubarões-fantasmas: o cação - Squaliformes, o demônio catsharks - Carcharhiniformes, e os tubarões fantasmas - Chimeariformes. A última espécie citada não é necessariamente um tubarão, se encaixa no grupo de quimeras e tem grande similaridade com os tubarões.

Não se sabe muito a respeito dos hábitos alimentares. Os cientistas acreditam que eles se alimentam desde carcaças de outros animais, até pequenos peixes e camarões.

Os animais são extremamente resistentes já que vivem em um habitat inóspito. As águas profundas são completamente escuras e geladas. Outro fator é a pressão que fica mais forte de acordo com a profundidade. Os estudiosos estão tentando entender melhor sobre os animais. Como vivem, o que comem, seus hábitos etc.

Animais em perigo

Como já dissemos lá em cima, não havia muito acesso a esses animais. Por conta de toda a dificuldade para chegar aonde eles estão. No entanto, isso tem mudado. Além das explorações estarem se tornando mais frequentes, outra coisa que tem ocorrido é que as pescas também estão se ampliando, assim como a poluição.

Sim, a poluição está chegando ao fundo dos oceanos, isso pode colocar em risco uma gigantesca gama de espécies que mal conhecemos. O que sabemos é que são animais diferentes do que nós conhecemos.

As taxas de crescimento são baixas, assim como as taxas de reprodução. Em contraposição a isso, eles têm grande longevidade. Mas isso não muda o fato de que interferir em seu habitat pode trazer consequências graves, inclusive a extinção de espécies das quais pouco sabemos.

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Via   theconversation  
Leticia Rocha
Jornalista e aprendiz de Dani Noce. No insta é ticia_rochaa
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