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Conheça a tatuagem temporária que é feita de células vivas

POR Mateus Graff    EM Inovação      08/12/17 às 10h27

Nós já fizemos uma matéria com um tipo de tatuagem que deixa você ouvir suas músicas favoritas direto na pele. Algo bem inovador, não!? As pessoas tem um receio em fazer tatuagens pelo fato de que seja algo permanente, deixando muitas pessoas com medo de se arrepender depois.

Mas e se existisse uma tatuagem temporária? Não estamos falando daquelas tatuagens de chiclete que você usava quando era criança, e muito menos tatuagens de rena. Na verdade, estamos falando de uma tatuagem que além de ser temporária, é feita de células vivas. Ficou confuso? A gente explica melhor para vocês.

 Tatuagem temporária impressa em 3D com tinta viva

Alguns engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) conseguiram desenvolver uma tatuagem temporária, impressa em 3D e com tinta viva. Mas, como assim tinta viva? Bom, a tinta usada é feita de células bacterianas geneticamente programadas para "aparecer" em certos tipos de estímulos.

Mas não se engane se você está pensando em questão de estilo ou moda. O Advanced Materials descreve essa tatuagem como uma espécie de sensor vivo ou um alerta. Imaginem essa tatuagem aparecendo quando você está exposto a poluentes ou toxinas perigosas. Será que seria útil?

O funcionamento dessa tecnologia é da seguinte forma: primeiro as células bacterianas são programadas para reagir a diferentes compostos. Elas são misturadas com hidrogel e nutrientes para alimentação celular, formando uma tinta.

Com uma impressora 3D são feitas várias camadas de tinta em uma faixa transparente, formando um dispositivo interativo vivo e tridimensional. No exemplo da foto, cada "galho" da árvore é feito de células sensíveis a uma substância diferente. Colocando a tatuagem na pele, diferentes regiões acendem quando expostas a um certo composto.

Essa inovação pode ser usada para detectar poluentes, mas também mudanças de temperatura e nível de pH, por exemplo. Também é pensado que poderia ser útil para fabricar cápsulas de remédio com células projetadas para produzir compostos como a glicose. No caso da glicose, ela poderia ser liberada terapeuticamente ao longo do tempo. E quem sabe se um dia essa mesma tecnologia pudesse formar a base para computadores "vivos"? O vídeo abaixo (que está em inglês) conta um pouco mais sobre o caso.

Enquanto esse tipo de tatuagem não está na moda, nós vamos nos contentando com as que nós temos. Você usaria uma dessas?

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Via   Online Library     Gizmodo     MIT  
Mateus Graff
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