Conheça a tecnologia que poderá curar cegueira no futuro

POR Diogo Quiareli    EM Curiosidades      20/02/17 às 12h34
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Um dos maiores prazeres da nossa vida é nos deparar com alguma coisa que amamos muito, encontrar aquele amigo de muito anos e reparar nas suas mudanças físicas, assistir a um show da nossa banda preferida, apreciar o pôr-do-sol ou um eclipse lunar ou simplesmente assistir um belo filme no final de um dia longo. Mas nem todas pessoas podem desfrutar dessas maravilhas devido a algum problema de visão, seja de nascença ou adquirido com o passar o tempo.

Entre todos os nossos sentidos, com toda certeza a visão é um dos que as pessoas mais prezam, já diziam por aí que "os olhos são as janelas da alma", e não temos porque duvidar já que tudo o que nos agrada, gostamos de ver (quando possível). Mas como já dissemos, não são todas as pessoas que conseguem fazer isso e infelizmente uma grande parcela da nossa sociedade sofre de deficiência visual, onde ou não enxergam nada ou enxergam de forma parcial.

De acordo com um estudo feito a partir dos dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), existe hoje no mundo aproximadamente 285 milhões de pessoas que sofrem de cegueira parcial ou total, percebemos que não é um número baixo e logo nos preocupamos em encontrar algum estudo que pudesse reverter e mudar a realidade de tantas pessoas. Como sabem, a ciência está sempre trabalhando para a melhoria de alguma área a fim de solucionar algum problema individual ou social.

Entre estudos e mais estudos, alguns cientistas foram capazes de criar tecidos oculares utilizando uma recente tecnologia que permite reprogramar as células. A ideia partiu de um professor da universidade de Kyoto, mais precisamente falando, Shinya Yamanaka. Em conjunto com o biólogo britânico John Gurdon, o cientista ganhou o prêmio Nobel por sua descoberta inovadora que pode melhorar a vida de tantas pessoas.

Durante seu estudo com as células, Yamanaka descobriu a habilidade que as mesmas tem de voltar ao seu estado embrionário mediante reprogramação. Quando conseguiu reprogramá-las, concluiu ser possível "cultivar" os órgãos e os tecidos que são necessários para os transplantes.

E foi a partir daí que os cientistas conseguiram cultivar os tecidos ideais para curar a cegueira. Hoje existem alguns testes clínicos e transplantes de tecidos que estão sendo realizados em diversos países ao redor do mundo. Um dele é no Reino Unido, nas Universidades de Cardiff e Universidade de Osaka, onde os cientistas realizam transplantes de retinas em coelhos cegos a fim de recriar a sua parte frontal dos olhos.

Também na Russia, algumas provas foram realizadas no Centro Federal de Medicina, Física e Química, onde os cientistas aprenderam a cultivar essas retinas das células da pele. A expectativa é de que as provas clínicas sejam realizadas em pessoas já no ano de 2017 e a primeira cirurgia de transplante será realizada com uma família que sofre de degeneração macular.

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Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
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