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Conheça a teoria que conclui que estamos em 1720 e não em 2017

POR Isabela Ferreira    EM Curiosidades      17/10/17 às 16h30

É de conhecimento popular que, embora estejamos em pleno ano de 2017, nosso planeta existe há muito mais tempo que isso. Acredita-se que há cerca de 200 milhões de anos a Pangeia tenha existido. Nessa época, o planeta era completamente diferente do que conhecemos hoje. Era formado por uma enorme massa continental, ou seja, todos os continentes eram interligados. O fato é que o início da vida na Terra é marcado por teoria atrás de teoria.

No entanto, a contagem dos anos começou para nós apenas na Era Cristã. Começou a partir do nascimento de Cristo. A partir daí nossa história foi dividida em duas eras, sendo elas a.C (antes de Cristo) e d.C (depois de Cristo). Bom, de  acordo com que todos nós sabemos, vivemos no ano de 2017. Mas será que não existe nenhuma teoria capaz de provar o contrário?

A teoria do Tempo Fantasma

Acredite ou não, mas existe uma hipótese alegando que estamos vivendo, na verdade, no ano de 1720. Heribert Illig é um historiador alemão e responsável por disseminar essa crença. Ele propôs no ano de 1991, a Teoria do Tempo Fantasma. Isso se deve ao fato de que, para ele, não existem evidências históricas ou arqueológicas suficientes que comprovem a existência do período europeu entre os anos de 614 e 911. Se nada aconteceu durante a época, o que poderia ser isso afinal? Apenas uma conspiração.

A hipótese de Illig acredita que o imperador romano santo Otto III, junto a Constantino VII  e até mesmo o Papa Sylvester II atuaram em conjunto para conseguir alterar as datas. A teoria é de que os anos tenham sido mudados apenas para que Otto III pudesse reinar confortavelmente no ano milenar 1000, que seria algo que ficaria para a história. Aos seus olhos, seria muito mais atraente do que reinar em qualquer outro ano.

Eles teriam alterado documentos, criado falsos eventos e adulterado evidências físicas para avançar 297 anos na história. Inclusive, teriam inventado pessoas, e até mesmo o imperador romano Carlos Magno, que segundo o historiador, foi apenas um mito do rei Arthur. Imagine só... 297 que simplesmente não existiram. Parece muito tempo!

Para ter respaldo com sua teoria, Illig afirma que existia um sistema fraudulento que datava artefatos medievais de forma errada. Os erros matemáticos que existem entre os calendários gregorianos e julianos seriam apenas mais uma prova de que 297 anos simplesmente evaporaram de nossa história. Ele ainda afirma que a arquitetura romana do século 10 mostra que o Império Romano era bem mais moderno do que somos capazes de imaginar.

Illig não é o único a acreditar em tal teoria

O Dr. Hans-Ulrich Niemitz, publicou no ano de 1995 seu artigo intitulado de "A verdadeira Idade Média realmente existe?". Ele é mais um dos que acredita não ter existido. Segundo ele "entre os historiadores da Antiguidade (1 d.C) e do Renascimento (1.500 d.C) contam aproximadamente 300 anos demais em sua cronologia [...] em outras palavras: o imperador romano Augusto realmente viveu há 1.700 anos, em vez dos convencionalmente assumidos 2.000 anos".

Ele também discute a respeito das notórias diferenças entre os calendários gregoriano e juliano. Também evidencia o fato de a história aceitar que Bizâncio e reinos islâmicos estavam em conflito neste período, por mais que não hajam fontes históricas a respeito. Será realmente possível que tudo aquilo datado por historiadores do mundo todo esteja errado?

Obviamente, a maior parte de pesquisadores reprovam as ideias dos dois. Alegam que tudo não passa de uma teoria da conspiração. E você? Acredita que eles podem ter mesmo razão, ou acha que estão errados? Compartilhe suas ideias com a gente aí pelos comentários!

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Isabela Ferreira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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