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Ela resolveu ficar 1 semana sem internet e esse foi seu depoimento

POR Diogo Quiareli EM Entretenimento 28/05/19 às 18h04

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Já imaginou como seria o mundo sem a internet? Dá até um certo medo disso acontecer um dia, visto que esse é o nosso meio principal para várias coisas. É através da internet que conseguimos obter informações do mundo inteiro em tempo real, acompanhar nossos artistas preferidos, nos comunicar em massa e instantaneamente e até realizar transações bancárias. Como maior meio de entretenimento, a internet está em primeiro lugar na vida de milhões de pessoas do mundo todo. Acredite, muitas pessoas se veem impossibilitadas de passar mais de um dia inteiro sem se conectar nas redes. Há desafios que ultrapassam os limites de muitos, e esse é o caso de uma mulher identificada como Polina, que decidiu ficar sem internet por uma semana.

Os cabos de rede da mesma foram cortados e ela ficou uma semana sem se conectar. Afirmando estar em um período difícil, mas com muito aprendizado, a maior parte da vida da garota está conectada com a internet. No entanto, é na internet onde ela trabalha, se comunica, aprende coisas novas e se diverte. Durante os sete dias sem conexão, ela decidiu gastar tempo com seus familiares e perceber se poderia viver totalmente fora do fluxo de informações. Ela então relatou como foram os dias e nós trouxemos para você essa matéria.

O que mais usava na internet

Whatsapp: onde a comunicação é quase contínua. Além de correspondência habitual, ela diz que está sempre em salas de bate-papo com os amigos e familiares. Ela ainda utiliza o aplicativo para fazer ligações.

Google Maps + Yandex. Navegador: a garota diz que sempre liga ao sentar-se atrás do volante do seu carro. Ela diz que se guia através desse meio.

Facebook + Instagram + VK. : esses aplicativo são usados por ela para trabalho e lazer. É através deles que ela consegue o contato de pessoas para estabelecer uma conversa. Além disso, usa essas redes para se inspirar e descobrir coisas sobre moda.

Aplicações bancárias: ela diz que usa esse meio para pagar suas contas, comprar coisas e fazer transferências.

Youtube: onde assiste seus vídeos preferidos.

Dia 1

Ela diz que sempre ficava no celular por 15 minutos após acordar. Ela ficou nessa aflição de "mexer à toa" durante o dia inteiro. Pensou como estariam seus amigos, o que eles tinham de novidade, o que aconteceria se olhasse o Facebook por um momento. Ela diz ter tentado se concentrar o dia todo, mas a cada 15 minutos, as suas mãos pegavam o celular. Ela pensava: "Qual é o tempo amanhã? E o Instagram?". No entanto, se conteve e levou o dia. À noite, diz ter sentido mais falta, foi aí que decidiu tomar um banho longo para se acalmar e leu um bom livro até a hora de dormir.

Dia 2

Polina disse que seu dia geralmente começa às 7h, quando leva sua criança para a escola e passeia com seus cachorros. No entanto, gasta tempo até às 10h na internet, até começar a trabalhar. Sem internet, seu dia começou mais cedo. Logo fez uma entrevista para montar artigos e enviou um para seus editores. Há tempos não escrevia em papéis. Disse que suas mãos logo se cansavam, mas gostava do contato com a caneta e papel. No entanto, estava um tanto desatualizada do mundo. Quando acabou, encontrou tempo para correr no parque. Dirigiu pela cidade sem seu navegador e enfrentou diversos engarrafamentos.

Dia 3

Ainda sem internet, passou a escrever em blocos de papel pela manhã. Anotava tudo que vinha na mente e fazia um compilado para melhor entender. Ela disse que estava difícil passear no parque, pois sempre usava o Youtube a essa hora e falava com os amigos. Passou a ter reuniões cara a cara e disse que a experiência era boa. Já estava se desapegando do smartphone no terceiro dia.

Dia 4

Polina disse que, quando se está longe das redes, consegue resolver as coisas em menos tempo. Ela precisava comprar ingressos para um show e bastou ir até a bilheteria, algo que não fazia há anos. Ela diz que, comprando online, até se esquecia do ingresso com o passar do tempo. Aproveitou para realizar tarefas simples, como cuidar das plantas e coisas do tipo. Com essa "nova vida", ela estava até assistindo filmes que gostava, coisa que não fazia há anos.

Dia 5

No dia 5, aproveitou para arrumar o seu armário de roupas e tirar o que não usava mais. Disse que não faria isso se tivesse acesso à internet. Ela doou os seus pertences a uma loja que pegava coisas usadas e vendia para arrecadar dinheiro e doar à caridade.

Dia 6

Com o uso da internet, ela sempre buscava saber das doenças do filho pequeno. Dessa vez, precisou ir a um hospital para dar-lhe uma vacina necessária. Se atentou aos riscos de não usar o medicamento correto. No começo da noite, juntou uma equipe para fazer uma reunião a trabalho. Foram a um café e assim fluiu melhor o serviço. No entanto, tinha um detalhe: era proibido usar o celular. A equipe que melhor solucionasse o problema, ganharia algo e se tornaria a vencedora da noite. A jovem diz ter se divertido muito, mas sentiu falta do Google, ainda que o resultado tenha sido ótimo sem esse auxílio.

Dia 7

O marido resolveu apoiá-la nesse último dia. Ouviram um bom som no rádio do carro em vez de assistir ao futebol online. Visitaram um campo e entraram em contato máximo com a natureza, sem utilizar a internet. Ela tirou algumas fotos sem se preocupar com a melhor para as redes sociais. No entanto, ainda esperava ansiosa pela hora de reativar os dados móveis do celular. Ela afirmou que esse tempo a ajudou a sorrir mais para as pessoas e conversar olhando nos olhos.

Vida após a experiência sem internet

Com isso, aprendeu a ir à academia pelo menos três vezes por semana, leu um livro nesse período e mexeu nos armários de sua casa. Escreveu 67 páginas em um caderno e começou a se comunicar com as pessoas pessoalmente. Listou ainda as principais coisas desses sete dias. Confira:

Aprendeu a se concentrar no momento presente;

Parou de se considerar obrigada a responder tudo na hora;

Começou a valorizar mais o tempo próprio e de outras pessoas;

Começou a ouvir os sentimentos e ter a própria opinião;

Percebeu que existe vida sem internet e que assim o trabalho flui melhor.

E aí, o que você achou desse grande relato? Conseguiria ficar sete dias offline? Comenta pra gente aí embaixo e compartilhe com seus amigos. Lembrando sempre que o seu feedback é extremamente importante para o nosso crescimento. Aproveite para fazer um tour por nosso site e viaje por um vasto universo de curiosidades.


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Via   ADME  
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Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
As categorias Terror, Sobrenatural, CreppyPasta e entretenimento têm como único objetivo de entreter. Não devem ser utilizadas como fontes de artigos científicos ou trabalhos escolares.
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