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Entenda a ligação dessa montanha de crânios com a história da América

POR Leticia Rocha    EM Curiosidades      06/11/18 às 14h11
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O bisonte americano é uma espécie de bisão que habita a região da América do Norte. O animal era muito utilizado pelos nativo americanos para sua sobrevivência. A carne do animal servia de alimento, a pele para fazer roupas e abrigos e os ossos eram utilizados como armas e para a fabricação de outros artefatos úteis no dia a dia.

O animal de fato era caçado pelos nativos, no entanto, apenas para sua sobrevivência. Todas as partes do animal eram utilizadas, nada era desperdiçado. No entanto, após a colonização europeia da América, os animais passaram a ser caçados por caçadores americanos profissionais.

Caça aos bisões

Antes da colonização europeia, o número estimado dos bisões na América variava entre 30 e 60 milhões. Apesar de os nativos os caçarem, a interferência no número de exemplares da espécie era mínimo, já que isso acontecia em uma escala muito menor. No entanto, os caçadores profissionais levaram a quase completa extinção dos bisontes americanos. A morte em massa dos animais, explica a enorme pilha de crânios.

Os caçadores usavam trens para agilizar a caça, da janela eles miravam e matavam vários animais de uma só vez. Quando um bom número já havia caído, o trem parava para que as pessoas pudessem buscar os animais. No entanto, geralmente apenas o couro e a língua eram utilizados. A pele para fabricar casacos e a língua para preparar iguarias. Os restos dos animais eram deixados para apodrecer.

Quase extinção

Ao contrário dos nativos, os americanos não aproveitam o animal ao máximo. Além disso, o volume de animais mortos era muito maior, assim como o desperdício. O resultado disso foi uma redução drástica no número de bisões em toda a América.

Entre os anos de 1800 e 1900, o número de bisontes americanos caiu para aproximadamente 325. O animal quase foi extinto. Foi necessário uma série de esforços para preservar e conservar a espécie. Todo o empenho foi recompensado pela evolução do número de animais da espécie, que atualmente é de aproximadamente 500 mil, o que é uma melhora significativa.


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Leticia Rocha
Jornalista e aprendiz de Dani Noce. No insta é ticia_rochaa
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