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Esse cientista acredita que descobriu uma dimensão paralela e pode provar

POR Natália Pereira    EM Ciência e Tecnologia      21/11/17 às 16h29

A teoria do Big Bang é ainda hoje a mais aceita quando se trata da evolução do universo. Uma das maiores evidências em relação a essa teoria é a Radiação Cósmica de Fundo. Essa radiação eletromagnética possui um espectro de corpo negro e foi prevista por George Gamov, Ralph Alpher e Robert Herman em 1948. Porém, sua descoberta aconteceu apenas em 1965 por Arno Penzias e Robert Woodrow do Bell Telephone Laboratories.

Essa radiação é capaz de provar que o universo já foi muito mais denso e quente do que é hoje, sofrendo alterações com o tempo. A Radiação Cósmica de Fundo é completamente preenchida por um fluido primordial, formado por radiação e partículas elementares extremamente energéticas. Estimasse que ela tenha surgido quando o universo tinha cerca de 380 mil anos, resfriando devida sua expansão. Não sofrendo alteração em suas propriedades radioativas nas evoluções posteriores, fazendo com que seja uma grande oportunidade para estudar e analisar as condições físicas do universo pouco tempo depois do seu surgimento.

A prova de um universo alternativo?

A Radiação Cósmica de Fundo foi o objeto de estudo para o pesquisador do centro de dados de Planck nos EUA, Dr. Ranga Ram Chary. Enquanto conduzia uma pesquisa no centro em que trabalhava ele teria notado algo incomum em seu resultado, fazendo com que propusesse uma teoria emocionante.

Durante o mapeamento da Radiação Cósmica de Fundo, referente as características iniciais do universo pós Big Bang, Chary descobriu um estranho brilho nos resultados, que não deveriam estar lá. Enquanto faziam um processo de remoção, retirando tudo que existe no nosso universo cósmico desde estrelas e poeiras a gases, o que deveria fazer com que todo o resto na Radiação Cósmica de Fundo não passassem de ruídos, ainda haviam brilhos lá que provavelmente eram resultados de uma outra ação.

O pesquisador afirma que há uma chance de apenas 30% de que o brilho não represente nada anormal, enquanto os outros 70% representam a possibilidade de uma colisão entre o nosso Universo com um Universo alternativo. De acordo com ele é possível que algumas de suas questões tenham se misturado e caído sobre o nosso universo.

Se existirem mesmo universos paralelos ao nosso Chary explica que cada um deles teria o seu próprio conjunto de parâmetros físicos, se diferenciando do nosso. Isso faria com que um universo completamente sem gravidade pudesse existir? Ou talvez um que correspondesse a realidades inimagináveis de acordo com nossos parâmetros!

Chary acredita que sua reivindicação ainda está longe de ser um fato científico e ainda precisa de mais provas. Fatos incomuns como a existência de um universo alternativo geram muita discussão e, por isso, precisão de mais comprovações.

Outra teoria

Por outro lado, David Spergel, um astrofísico de Princeton acredita que o brilho encontrado não é a prova de um universo paralelo. Spergel acredita que as poeiras são mais complicadas do que muitos imaginam e que elas seriam uma explicação mais plausível do que a feita por Chary. Talvez o pesquisador tenha deixado partes dela para trás e esse seja o brilho encontrado?

E então, você acredita que essa possa ser a prova de que universos paralelos existem ou acha que o contraponto de Spergel é mais provável? Comenta aí!

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Natália Pereira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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