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Esse é o futuro insano dos "encontros online"

POR Diogo Quiareli EM Ciência e Tecnologia 30/10/17 às 12h30

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Os encontros marcados através de aplicativos de relacionamento estão aumentando cada vez mais. Nos dias atuais, as pessoas buscam por companheiros nas redes sociais com o objetivo de preencher o seu vazio. Com toda certeza você já ouviu falar de outros nomes além de Facebook, Twitter, Instagram e Snapchat. O Tinder é um belo exemplo disso. O aplicativo já alcançou um enorme número de downloads pela facilidade de ser usado e a rapidez nas combinações, sempre nos sugerindo os mais diversos tipos de pessoas. Podemos ainda filtrar por homens ou mulheres e até mesmo idade, podendo definir entre quais idades queremos encontrar alguém.

Infelizmente, as coisas por trás disso não são como imaginamos e podemos enfrentar grandes riscos futuramente. Quando criamos uma conta no Tinder, por exemplo, ele não nos faz preencher um formulário a fim de saber o que pretendemos encontrar ou quais os nossos gostos nas pessoas. Simplesmente podemos criar a nossa conta de forma rápida ou até mesmo vincular com o nosso Facebook. Quando fazemos isso, o aplicativo recebe informações a respeito das nossas curtidas, nossos gostos musicais e os locais que fizemos check-in. Eles recebem tantas informações que isso pode se tornar um risco.

Relatório

Uma jornalista do The Guardian solicitou ao Tinder que enviasse todas as informações que eles tinham sobre ela, a empresa logo enviou um relatório contendo 800 páginas. Num futuro não tão distante, os aplicativos desse nível poderão inferir mais sobre as nossas personalidades e estilos de vida com base na nossa atividade de mídia social do que um questionário bem elaborado jamais poderia. Alguns estudiosos afirmam que falta uma certa forma de análise mais profunda nos perfis, como por exemplo, se eles enviassem aos usuários "Analisamos os seus gostos e parece que você é uma pessoa fumante. Gostaria de escolher essa informação para ser agregada ao seu perfil?", sem antes colocar esse tipo de coisa de forma automática.

Outras pessoas afirmam que os aplicativos poderiam barrar as pessoas intolerantes que estão ali. Com base nas suas curtidas no Facebook e os lugares onde elas navegam, podem ter uma noção sobre o comportamento machista, racista, sexista e homofóbico de alguns, assim poderia oferecer um lugar seguro e agradável para os seus usuários. Podemos perceber que os encontros causados por um "relacionamento" online serão extremamente equivocados pela quantidade de informações que as empresas têm sobre os usuários mas ainda sim não intervém de forma correta para melhorar o ambiente em que navegam.

E aí, você sabia sobre essas coisas? Comenta pra gente aí em baixo e compartilhe com seus amigos.


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Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
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