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Esse estudante de cinema perseguiu o ladrão que roubou seu celular e fez algo (quase) inacreditável

POR Gustavo Camargo    EM Entretenimento      07/06/17 às 15h22

Não importa a hora e o lugar onde estamos, sempre há possibilidade de acabarmos sendo abordados por estranhos e consequentemente com os pertences roubados.

Mas Anthony Vem Der Meer um cineasta, da Holanda, via com o roubo uma possibilidade de produzir algo interessante. Quando finalmente teve seu telefone roubado, ele não entrou em pânico ou até mesmo enviou um relatório para a polícia como uma pessoa normal teria feito.

Anthony tinha um plano, ele teria instalado um software para controlar remotamente o dispositivo, permitindo que fosse roubado, ele poderia aprender sobre o ladrão de maneira muito estranha e íntima possível.

Com todas as informações que ele conseguia, Anthony, fez um documentário. No curta filme "Find My Phone", ele segue a pessoas que o roubou nas ruas de Amsterdã através de Berlim e França, lendo todas as mensagens que ele mandava e observando suas conversas acontecendo em tempo real.

Anthony explica que teve a ideia de criar o documentário, depois de estar almoçando em um restaurante em Amsterdã, quando uma mulher chegou a sua mesa com um pedaço de papel dizendo que precisava de dinheiro. Quando ela se retirou, ele percebe que o seu telefone já não estava mais sobre a mesa. "Depois que meu telefone foi roubado, rapidamente percebi o quanto de minhas informações pessoais e dados que o ladrão havia obtido instantaneamente", escreveu Van der Meer na descrição do vídeo. "No entanto, em que medida é possível realmente conhecer alguém através do conteúdo do telefone?"

Ao longo do filme, Anthony tira fotos, grava diversos áudios e vídeo e faz todo o backup da memória do telefone no computador. Ele lê as mensagens do ladrão, vê o lugar que ele frequenta e com quem ele conversa.

Depois de um certo tempo, observando o homem, Anthony começa a sentir simpatia, até mesmo pena pelo homem que o roubou, e que pode aprender as dificuldades que as pessoas passam no dia a dia. "Mas esse não é o fim da história", disse van der Meer. "Eu gostaria de fazer uma segunda parte".

E ai, o que acharam da ideia do cineasta? Comenta ai e não se esquece de compartilhar com os amigos.

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Via   Msn  
Imagens Olhardigital
Gustavo Camargo
A verdade é que eu queria ser astronauta, mas na minha cidade ainda não tem a escolinha. Instagram: gustavoloopi
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