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Esses são os países que pretendem acabar com os tratamentos de ''cura'' gay

POR Diogo Quiareli    EM Compartilhando coisa boa      27/02/20 às 15h06

Você já deve ter visto, pelo menos uma vez, histórias sobre o tratamento de "cura" gay. Sim, por mais absurdo que possa parecer, esses são colocados em prática até hoje em alguns países. Aqui no Brasil, não enfrentamos esse problema, embora não diminua a luta pelos direitos da comunidade LGBT, que ainda sofre muito com o preconceito. O nosso país está longe de ser o paraíso da tolerância, mas foi o primeiro a banir essa ideia de tratamento para a homossexualidade. As autoridades de saúde mental daqui se manifestaram contra as terapias de conversão, que tinham como intuito mudar totalmente a forma de pensar e de viver das pessoas não heterossexuais.

Diversas pessoas do mundo inteiro lutam pela igualdade sexual e de gênero. Sejam essas pessoas heterossexuais ou não, aliás, é uma luta de todos. Recentemente, uma notícia chamou a atenção e aqueceu o coração de todos aqueles que alimentam a esperança de dias melhores. Alguns países, inclusive muito influentes no mundo todo, decidiram banir essa ideia de "cura" gay, assim como o Brasil. E foi pensando nisso, que decidimos trazer mais informações sobre essa revolução. Aproveite o momento, para compartilhar com seus amigos e, sem mais delongas, confira conosco.

Países que pretendem banir os tratamentos de "cura" gay

Alguns países, incluindo os mais influentes como Estados Unidos, Canadá, Chile, México e Alemanha, deram um grande passo. Eles pretendem banir os chamados tratamentos de "cura" aos LGBTs. De acordo com a Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex (IIga), essas "terapias" se baseiam em crenças antigas. Essas dizem que quem não é heterossexual ou cisgênero tem um grande problema de saúde mental. Sendo assim, as pessoas que fogem disso precisam da cura.

"A principal força motriz são os sobreviventes, com seus testemunhos", disse Lucas Ramon Mendos. Esse é autor do relatório da IIga. Ainda de acordo com Mendos, 2020 pode ser um ponto de virada, na luta contra essas terapias. Esses processos já arruinaram diversas vidas inclusive. "Muita conscientização está sendo criada por meio dos testemunhos de sobreviventes", complementou. Por mais que a própria Organização Mundial da Saúde não classifique os membros da comunidade LGBT+ como doentes, poucos países proíbem essas terapias.

Entre eles, estão o Brasil, Malta e Equador. No Brasil mesmo, são banidas por serem consideradas ineficazes e prejudiciais, à saúde mental daqueles que são submetidos. Segundo a IIga, em "tratamentos" como esses, as pessoas LGBT+ são submetidas a abusos como lobotomia, castração e até recondicionamento masturbatório. Quem aplica o tratamento busca mudar a sexualidade do "paciente". Essa atitude dos países pode mudar por completo a história do movimento, além de auxiliar na luta em outros países.

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Diogo Quiareli
Geminiano, 25 anos, goiano.
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