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Exame de DNA feito décadas depois desmente teoria envolvendo Hitler

POR Leticia Rocha    EM Curiosidades      06/02/19 às 17h21

Rudolf Hess era um dos homens que ajudavam Hitler a promover o regime nazista por todo o mundo. Ele não era apenas mais um apoiador do regime, era um dos homens mais importantes. O braço direito de Adolf Hitler e também a única pessoa abaixo do líder nazista.

Todos nós sabemos que há muitas teorias e conspirações a respeito de Hitler, mas Rudolf não fica para trás. Sua vida também era cercada de incertezas e teorias. Os assuntos eram os mais variados, iam desde sua sexualidade até um suposto sósia. No entanto, muito recentemente essa teoria foi desmistificada.

A prisão de Rudolf e sua possível troca

Rudolf foi preso, em 1941, depois que seu avião caiu sobre a Escócia. O homem havia ido pessoalmente a Grã-Bretanha negociar um acordo de paz. O plano era que a Europa continuasse com seu império em todo o mundo. Contanto, que devolvesse as antigas colônias alemãs. Ainda assim, o país negou o acordo e quando ele estava retornado e o acidente aconteceu, Rudolf foi preso.

Após um longo tempo preso, o homem foi condenado à prisão perpétua por atentar contra a paz e por conspirar junto a outros líderes nazistas. Por ser um prisioneiro de guerra tão importante, o homem foi transferido várias vezes. E a principal conspiração é de que em uma dessas transferências, o homem tivesse sido trocada por um sósia.

Evidências da troca e descoberta

As evidências da troca eram muitas, fortalecidas inclusive pelo médico cirurgião que trabalhava na prisão. Ele afirmava que o homem não tinha as cicatrizes da bala que o Rudolf teria adquirido durante a 1º Guerra Mundial. As características dentárias também não eram as mesmas. Além disso, o homem constantemente reclamava de amnésia, ele inclusive se recusava a receber a própria família.

A verdade era que até sua esposa acreditava na teoria. Algumas pessoas contam que em uma de suas raras visitas, ela teria perguntado "como está o sósia hoje?".

No entanto, todas essas especulações acabaram de cair por terra. Os estudiosos encontraram um frasco com o sangue do prisioneiro, que se suicidou na prisão, em 1982, e o compararam com um parente vivo. O teste confirmou que de fato o prisioneiro número 7 era Rudolf Hess e não um sósia, como acreditaram por muito tempo.

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Leticia Rocha
Jornalista e aprendiz de Dani Noce. No insta é ticia_rochaa
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