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Gestos comuns que podem ser ofensivos para os estrangeiros

POR Thamyris Fernandes EM Curiosidades 16/06/14 às 13h37

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Se a comunicação verbal já é uma coisa complicada, imagina o problema que não vira um gesto mau interpretado!? Nesse ano de Copa do Mundo, em que os brasileiros estão se esforçando para receber bem os visitantes de lugares diferentes do globo, é bom ficar ligado no que vai se usar na hora de uma conversa.

Para evitar gafes nesses momentos, ou só para ficar à título de informação mesmo, nós separamos alguns gestos que podem ser interpretados de outras formas fora daqui. Confira a lista abaixo e entenda as diferenças de sentidos que eles podem apresentar:

Sinal de OK

Todo mundo já viu esse sinal por aí, apesar de não ser uma coisa nada bonita aqui entre os brasileiros. Mas, se o cara que estiver fazendo isso for um americano, dê um desconto! Lá, na Terra do Tio Sam, esse é um inocente gesto que indica que tudo está "OK". No nosso caso, no entanto, esse sinal é interpretado da mesma forma quando uma pessoa mostra seu dedo do meio sobressalente. Ou seja, para nós esse é um gesto pra lá de ofensivo.

Deixar o prato vazio

Em geral, "raspar" o prato denota contentamento. Mas se você estiver com alguém da China, da Tailândia e das Filipinas, fique atento! Nesses países, quando se deixa o prato totalmente vazio, quer dizer que você está insatisfeito com a generosidade do anfitrião.

Isso porque, nesses locais, parte-se do pressuposto que é preciso servir o bastante. Deixar um pouquinho da comida intocada, portanto, mostra saciedade na medida. Limpar o prato, por outro lado, dá a entender que ainda há espaço no estômago!

Palma da mão com dedos separados

Em muitos lugares, o gesto é entendido como uma espécie de negação ou como um pedido de tempo, um pedido para que algo pare ou espere. Dependendo da situação, também pode ser um visto como uma indicação de presença, como na resposta à chamada escolar. Na Grécia, no entanto, ele tem até nome próprio: moutza. O gesto é visto como uma ofensa gravíssima!

Sua origem remonta à antiguidade. Uns o ligam a rituais de maldição. Outros, à condenação de criminosos durante o Império Bizantino, em que os presos eram ridicularizados em um desfile pela cidade, em que seus rostos eram cobertos com cinzas. Como as cinzas eram retiradas primeiros com as mãos fechadas e depois com os dedos abertos, o próprio gesto, com o tempo, acabou virando um insulto.

Cumprimento ao sexo oposto

Embora apertar as mãos de qualquer pessoa pareça gentil e inofensivo para nós, em alguns países a atitude é interpretada como uma espécie de assédio. Na Arábia Saudita, leis religiosas condenam qualquer tipo de cumprimento e interação pública entre homens e mulheres que não tenham relação de marido e mulher.

Polegar para cima

O polegar para cima, nos países ocidentais, é associado à aprovação (vide a rede social Facebook, com seu famoso "Like"). Mas há locais em que o gesto é visto como uma injúria grave! No Irã e Afeganistão, por exemplo, o tradicional "joinha" é interpretado como um gesto dos mais obscenos.

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Thamyris Fernandes
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