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Hachiko, o cachorro mais fiel de todos os tempos

POR Diogo Quiareli EM Curiosidades 13/11/18 às 16h31

capa do post Hachiko, o cachorro mais fiel de todos os tempos

Dizem que os cães são os melhores amigos do homem há tempos. Não tem como negar isso, visto que esses animais são sempre fiéis aos seus companheiros. A prova disso é Hachiko, considerado o cão mais leal de todos os tempos. A história dele emocionou diversas pessoas no mundo todo. O professor Eizaburo Ueno era morador do bairro de Shibuya, em Tóquio. Ele lecionava na Universidade Imperial da cidade durante o início dos anos 1920. Ele tinha uma rotina que seguia diariamente. No período matutino, Ueno caminhava até a estação da cidade com seu cachorro Hachiko e pegava o trem para ir ao trabalho.

Após o término das aulas, pegava o trem de volta e chegava à estação às três da tarde, onde Hachiko ainda o esperava para acompanhá-lo até em casa. O professor e seu cachorro mantiveram essa rotina por muito tempo, até que um dia, em 1925, tudo mudou. O professor Ueno sofreu um ataque súbito enquanto dava aula e morreu. Hachiko chegou à estação por volta das 3 da tarde, como sempre fazia, mas seu dono nunca desceu do trem. Apesar da interrupção, o animal se foi e voltou no outro dia, no mesmo horário, esperando Eizaburo, que mais uma vez não estava lá para encontrá-lo.

O cão nunca perdeu a esperança e voltava diariamente à estação todos os dias às 3 da tarde. O cão solitário começou a chamar a atenção dos viajantes, que paravam constantemente para acariciá-lo e alimentá-lo. Até mesmo os funcionários do local começaram a servir guloseimas caninas para ele. Os dias se transformaram em semanas, depois meses, e até anos, mas Hachiko continuava retornando sempre. Um dos ex-alunos do professor Ueno ficou sabendo da história do cachorro, pegou o trem para a cidade para se encontrar com o animal.

Hachiko estava no local, como de costume, e o estudante ficou tão tocado com a história que publicou um artigo no jornal. Isso transformou o cachorrinho em um ícone nacional e diversos portais voltaram seus olhos para essa história. Pessoas do país inteiro começaram a ir no lugar para visitar Hachiko, que se tornara o maior símbolo de lealdade e um amuleto da sorte. Ele não deixou que a velhice e os problemas de saúde o impedisse de seguir sua rotina. Dez anos após a morte do seu dono, ele ainda voltava diariamente, às vezes acompanhado por pessoas que o acompanhavam durante sua caminhada.

Essa rotina acabou em 1935, quando o cachorro foi encontrado morto por causas naturais nas ruas de Shibuya. Apesar de não ter visto o seu dono por uma década, ele havia retornado à estação todos os dias, sem falhar, nunca perdendo a esperança de o encontrar. A morte foi notícia no país inteiro e o cachorro foi cremado. Suas cinzas foram colocadas ao lado do túmulo do professor, assim juntando os dois novamente. Sua pele, no entanto, foi preservada, empalada e hoje ele pode ser visitado no Museu Nacional de Ciências do Japão, em Tóquio.

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Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
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