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A história do lutador de MMA que libertou diversas pessoas da escravidão

POR Diogo Quiareli    EM Curiosidades      11/12/18 às 17h17

"Eu lutei com as pessoas, mas também tive que lutar por elas". Essa frase forte e marcante foi dita pelo lutador americano de MMA, Justin Ren. Justin era um atleta viciado e com pensamentos suicidas que obteve respostas para a vida durante uma missão importante que realizou na África. O período que ele passou no país e o que ele fez é que o ajudou-o a sair desse círculo vicioso. Justin foi o responsável por libertar uma tribo de pigmeus da escravidão. Eles eram constantemente oprimidos por seus próprios compatriotas. O papel do lutador foi fundamental, uma vez que ele conseguiu resolver toda a situação sem usar violência ou confrontos entre as partes em conflito.

Desde a infância, Justin Ren tinha uma enorme paixão pelo esporte que escolheu seguir na vida adulta. No começo, ele estava envolvido em wrestling. Em seguida, passou a praticar luta greco-romana, mas o MMA foi que trouxe a sua fama e glória. Ele começou a praticar profissionalmente aos 18 anos e, em 2009, com 22 anos, participou do reality show de esportes The Ultimate Fighter, especializado em MMA. Após o sucesso estonteante no projeto, onde ele foi um dos finalistas, Justin foi bombardeado com ofertas tentadoras.

No entanto, pouco depois dessa época, o atleta começou a usar drogas sem controle e a abusar do álcool. Tentou até mesmo cometer suicídio algumas vezes. Querendo mudar de vida, mas sem saber como, ele começou a ter uma visão dele mesmo vagando por florestas tropicais do Congo. Pesquisando um pouco mais sobre, ele descobriu que um pequeno grupo de povos negros e de tamanho reduzido, os pigmeus, vive neste país. Eles não possuíam terras próprias e, durante anos, foram escravizados pela tribo vizinha de Mokala.

Os pigmeus trabalhavam para eles em troca de comida que, às vezes eram apenas duas bananas por dia. As tarefas desses pigmeus incluíam principalmente o fornecimento de água umedecida. A fonte mais próxima dessa água ficava a poucos quilômetros de distância. Ao chegar no Congo, Justin foi imediatamente se encontrar com os pigmeus que logo lhe falaram sobre suas dificuldades. O lutador percebeu que o conflito deveria ser resolvido de forma que ambos os Laos ficassem satisfeitos com o resultado.

Ren começou a trabalhar com a organização Water4, que atua lidando com resolução de crises hídricas. Após resgatar uma pequena parte das terras com seu próprio dinheiro, ele convidou especialistas para cavar poços e instalar colunas ali. Isso deu à tribo a quantidade que precisavam de água e também reduziu o risco de contrair doenças transmitidas através de águas abertas. Para os pigmeus, a água tornou-se até uma fonte de renda. Seu excedente é colocado à venda e, como pagamento, eles recebem coisas que precisam. O atleta viveu com o povo 5 anos, onde cultivou verduras e frutas para sobreviver. E foi assim que o atleta salvou esse povo.

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Via   ADME  
Diogo Quiareli
Geminiano, 25 anos, goiano.
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