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Humanos poderiam ser imortais?

POR Arthur Porto    EM Curiosidades      18/10/19 às 15h27

Os demógrafos estimam que, antes de nossa geração, cerca de 100 bilhões de pessoas viveram e morreram. Ainda de acordo com tais profissionais, nenhuma delas retornou para confirmar a existência de vida após a morte. A ideia, de que vamos morrer um dia, causa terror em praticamente todos seres humanos. Por isso, evitamos pensar sobre o assunto.

Em suma, nossa cultura é empenhada em prolongar a idolatrada juventude o máximo possível, como se pudéssemos viver eternamente. Mas, afinal, por que nós, humanos, temos que morrer? Para teólogos e religiosos, a resposta é simples: porque precisamos vivenciar um momento de transição. Além disso, para muitos, a morte nada mais é que um desígnio divino.

Em contrapartida, a visão dos cientistas é bem diferente. Para a classe, a morte é, simplesmente, é resultado ou da Segunda Lei da Termodinâmica ou de um processo evolutivo. Por esse motivo, nos últimos anos, alguns cientistas decidiram assumir a difícil tarefa de prolongar a vida humana o máximo possível. Mas como? Por meio de métodos científicos.

Criônica

Criônica é a prática de congelar as pessoas clinicamente mortas em nitrogênio líquido com a esperança de uma reanimação no futuro. Os cientistas admitem que alguma espécie de preservação criogênica e renascimento não parece violar a física conhecida.

Poderia funcionar? De acordo com o neurocientista, Christof Koch, o ato de congelar um corpo morto e armazená-lo, indefinidamente, sobre a chance de que alguma geração futura pode restaurá-lo para a vida, é um ato de fé, e não de ciência.

Por outro lado, a criônica não é uma teoria completamente infundada. Em suma, começou a partir das histórias de pessoas que sobreviveram depois de muito tempo, debaixo de lagos congelados. Em alguns casos médicos registrados, indivíduos caíram em águas de baixa temperatura e foram incapazes de emergir devido à camada de gelo.

Segundo as empresas especializadas no assunto, morto e legalmente morto são coisas diferentes. Para os criônicos, a morte "real" ocorre apenas quando toda função cerebral termina. Além disso, os criônicos acreditam que preservar este estado mínimo de atividade do cérebro já é o suficiente para trazer a pessoa de volta, no futuro.

Extropia

Basicamente, a extropia é um termo utilizado na literatura acadêmica, que foi concebido para ser antônimo de entropia. De acordo Max Moore, a extropia é "a extensão da inteligência, ordem funcional, vitalidade, energia, vida, experiência e capacidade e motivação por crescimento e melhoramento de um sistema vivo ou organizacional".

Os objetivos, em suma, são edificantes, se não utópicos: vidas mais longas, mais inteligência, mais sabedoria e saúde física e mental. Analogamente, seus conceitos estão relacionados ao "Super-Homem" nietzschiano, o qual deve superar os valores humanos.

Por esse motivo, os extropianos têm uma ideia otimista de futuro. A classe anseia por progressos tecnológicos capazes de nos dar a imortalidade. Também creem que a vida baseada no carbono é como um hardware ultrapassado, portanto, necessitamos encontrar um novo tipo, melhor e capaz de resistir ao tempo.

Afinal, podemos ser imortais?

Para o futurologista Ian Pearson, as pessoas poderão se tornar imortais já em um futuro próximo, estimado no ano de 2050.

De acordo com o Daily Mail, a engenharia genética está próxima de alcançar o seu "Santo Graal". Ou seja, a engenharia genética parece ter descoberto a possibilidade de reduzir, ou reverter, o envelhecimento das células.

Dessa maneira, parece sim, que futuramente será possível estender a expectativa de vida e tornar os humanos imortais. Esta, porém, é apenas uma outra maneiras de atingir a tão sonhada imortalidade, assim como as que foram citadas acima.

Opções temos. Já sabe em qual vai apostar?

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Arthur Porto
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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